<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171</id><updated>2011-11-27T15:27:36.175-08:00</updated><category term='leite'/><category term='Xico Graziano'/><category term='seleção de gir'/><category term='JOSE OLAVO'/><category term='Gilmar Cordeiro'/><category term='dupla aptidão'/><category term='os puros'/><category term='gir leiteiro'/><category term='Roberto Bolsanello artigo'/><category term='Vermes causam doloridas otites'/><category term='Cristiano B. Marcio Nogueira'/><category term='Estrutura da população da raça Gir registrada no Brasil'/><category term='Carlos Alberto da Silva'/><category term='Jose Alfredo Barreto'/><title type='text'>ARTIGOS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>34</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-6739960558858925438</id><published>2010-02-05T07:55:00.000-08:00</published><updated>2010-02-05T07:56:02.337-08:00</updated><title type='text'>“OS GRANDES DESAFIOS DOS CRIADORES DE GIR DO 3º MILÊNIO“</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;São José do Rio Preto, 04 de Fevereiro de 2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande desafio de um criador de Gir que preza pelo Melhoramento Genético da raça, que valoriza as relações de amizade e solidariedade entre criadores, que contribui para os grandes avanços tecnológicos, é deixar para as futuras gerações de criadores o seguinte legado:”Este foi o trabalho que pude realizar, as coisas que passaram pelas minhas mãos, e com elas pude construir e contribuir para o futuro da raça que é e sempre será fonte de alimentos para todos os seres humanos do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem teve o privilégio de termos grandes criadores no passado da visão, discernimento, e dedicação de homens como Rodolfo Machado Borges,Celso Garcia Cid, Geraldo Simões, Evaristo de Paula, Jorge Cordeiro, Mamedi Mussi, Aristóteles Góes, Zeide e Ene Sab, e outros, sem falar nos criadores que nos dão o prazer da convivência como Waldomiro Carletto, Gabriel Donato de Andrade, Armando Milani e tantos outros que tanto fizeram pela raça, são exemplos de que quando se faz pela raça e pelas amizades, não se morre nem se esquece, tornam-se imortais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raça Gir é diferente no manejo e convívio em relação a todas as demais raças, pois enquanto as raças de corte buscam a precocidade dos animais para abate, o gir produtivo e fértil, permite uma maior convivência com os criadores, e dada a sua docilidade, uma grande interação entre criador e animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diria sem nenhum constrangimento e receio, que a satisfação de criar e selecionar animais da raça Gir, me dá muito prazer alem de fazer o que gosto, ou seja, produzir animais que possam servir em outros planteis e que tragam maior rentabilidade aos produtores de leite de todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos os produtores rurais de todo o Brasil, sejam da agricultura familiar, pequenos, médios ou grandes proprietários de terras, “Criem Gir, Adote o Gir” e você terá mais prazer em ir até a sua propriedade. Com as tecnologias disponíveis pode-se saber o sexo do produto, mas ninguém conseguiu ainda determinar a cor da pelagem do animal.Não tem criador que ao ser comunicado do nascimento do bezerro não pergunte:”Macho ou Fêmea”, e a  pergunta infalível:”Que cor?” Bom,a partir daí todos já sabem, enquanto não conferir de fato a cor,cupim, aprumos, umbigo, etc, não sossega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São por estas e outras razões, que sempre apoiei e acreditei no trabalho da Girgoiás com o Teste de Progênie implementado pelo Emílio da Mata e dinamizado pelo Rosimar com o apoio da Assogir e respaldo técnico da Embrapa, e principalmente pelo apoio da maioria dos criadores de Gir do Brasil.Digo a maioria, porque apesar de criadores da magnitude de um Dr. Gabriel Donato de Andrade, Arthur Souto Filizola, Léo Machado, Carlão da Publique e outros filiados à ABCGIL, é evidente que outros criadores de gir leiteiro não se manifestaram ou não querem se manifestar sobre o Teste de Progênie da Girgoiás com linhagens de touros alternativas tão necessárias ao melhoramento genético do gir para produção de leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, temos o privilégio de contarmos em nosso meio, com aquele que foi, é, e será a maior referência de todos os tempos, em matéria de seleção e melhoramento genético do Gir leiteiro no Brasil.Trata-se do Dr. Gabriel Donato de Andrade, a quem rendo o meu apreço e reconhecimento a esta figura simples, dócil e sincera em todos os seus propósitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Dr. Gabriel diz que nunca abdicou da caracterização racial, de que a produção de leite a pasto só é viável até 5000 Kg de leite por lactação, e que o seu maior objetivo é introduzir tamanho em seus animais, alguém tem dúvidas da honestidade de tais propósitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, se a Girgoiás está revolucionando o mercado com o Teste de Progênie, porque a Assogir não encampa algumas bandeiras como Controle leiteiro com animais PO a pasto e unificação dos julgamentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes eu me pergunto como que para uma matriz ter um “Atestado de Eficiência Reprodutiva-ER”,o ideal é o intervalo de parto ser menor que doze meses segundo a Abcz, sendo que o Controle Leiteiro é de no mínimo 305 dias ajustado para 365 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal vamos produzir um bezerro por ano de uma matriz PO com Índice de Produção Total de nível superior ou vamos tirar leite 365 dias para se obter o Controle Leiteiro da vaca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vale mais, um produto PO macho ou fêmea que vale 5, 10, 20, 50 ou 100 mil reais, ou 2700 Kg de leite a R$ 0,60 centavos o litro e um faturamento de R$ 1.620,00 por lactação da vaca? Vamos querer um Atestado de Eficiência Reprodutiva com qualificação de nível superior ou Atestado de Controle Leiteiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se optarmos pelo “ER”, então esta matriz vai produzir leite no máximo 240 dias, afinal, ela está prenhe e terá que recompor-se para uma nova cria. Portanto, eu prefiro a matriz que dá uma cria por ano, e que se em 240 dias de lactação der em media 2.400 Kg de leite, terei o melhor gado leiteiro do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro assunto que já foi introduzido pela ABCZ, é o estudo para em 5 anos se fazer o julgamento conjunto da raça Gir, ou seja, Padrão e Gir Leiteiro.Qualquer Associação ou  Entidade representativa de criadores da raça Gir, tem que se mobilizar a partir de agora no sentido de dar subsídios ao Conselho Deliberativo Técnico da ABCZ e à sua Diretoria, para que tenhamos em 5 anos, animais caracterizados racialmente e produtivos para leite, sem deixarmos de lado o potencial para produção de carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém parou pra pensar que em pouco tempo os Frigoríficos vão abater milhares de machos da raça Gir que não serviram como reprodutores, e que se pesar 16 arrobas aos 36 meses paga-se preço de boi gordo e se for menos o preço da arroba é o de vaca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhorar genèticamente o Gir hoje, é visualizar, identificar, testar e disseminar a genética de touros melhoradores com todas as características preconizadas pela ABCZ e pelo MAPA, logo, trata-se de uma Ação de Governo, pois é de grande alcance social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me desculpe o amigo Zé Neto, com 23 Diretores do mais alto nível e de grande representatividade, com um Conselho Técnico de primeira grandeza e de um Coselho Fiscal apoiando a Diretoria, não dá pra entender o por que de em um ano não termos ainda nenhum projeto apresentado aos criadores, nenhum artigo escrito no Site da Assogir, e nem faz uso dos espaços democráticos dos Blogs Girbrasil e Gir-PO, mesmo porque, o trabalho de um presidente não pode ser o de uma formiguinha, a política não pode ser a de pé de ouvido e os princípios tem que ser democráticos e transparentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Euclides Osvaldo Marques&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Estância do Gir&lt;br /&gt;São José do Rio Preto-SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-6739960558858925438?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/6739960558858925438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=6739960558858925438' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6739960558858925438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6739960558858925438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2010/02/os-grandes-desafios-dos-criadores-de.html' title='“OS GRANDES DESAFIOS DOS CRIADORES DE GIR DO 3º MILÊNIO“'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-7131854987168441663</id><published>2010-01-24T08:01:00.000-08:00</published><updated>2010-01-24T08:06:36.187-08:00</updated><title type='text'>GIRBRASIL  &amp;  GIRGOIÁS:  CASAMENTO  PERFEITO</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;São José do Rio Preto&lt;/span&gt;, 24 de Janeiro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a implantação do Blog girbrasil em julho de 2007 pelo amigo Rosimar Silva, iniciava-se na mídia um meio de comunicação em tempo real, algo que se tornaria o maior elo de ligação e interação das atividades envolvendo Associações, Entidades, Eventos e criadores de Gir de  todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no mês de Agosto de 2007, Rosimar apresentava em seu Blog, propostas para a Diretoria da Girgoiás no sentido de dinamizar as suas ações, mas o que mais me chamou a atenção foi a sua preocupação com os pequenos e médios criadores de gir, e principalmente a necessidade da união de todos os criadores da raça no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vimos a partir de então, foi a divulgação da raça e criadores de todos os cantos do país, e de forma democrática e imparcial, abrir espaço para a manifestação de todas as correntes e pensamentos das pessoas envolvidas com a raça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, as ações concretas da Girgoiás hoje reconhecidas mundialmente graças a divulgação do blog girbrasil, mostra a importância de um trabalho conjunto em torno de uma causa nobre que é o Melhoramento Genético da Raça Gir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adesão maciça de criadores de todo o Brasil e do Exterior não me surpreende, bem como das Empresas mais conceituadas do setor do Agronegócio e dos políticos do estado de Goiás é a prova inequívoca do alcance social das ações da Girgoiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Rosimar afirmou no dia 08 de Janeiro a parceria com a Champion e do governo de Goiás ao teste de progênie da Girgoiás, afirmei em  seu blog no dia 12/01/10 que o Teste de Progênie era irreversível, e já tivemos a primeira doação dos criadores Raimundo Pereira e Rafael Bastos, vindo a seguir a do Prefeito Iris Resende e daí não parou mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se viu foi doações espontâneas vindas de todos os cantos do Brasil e do exterior, e com o apoio mais uma vez da Champion no patrocínio da Transmissão do leilão pelo canal Terraviva, creio que com os 35 lotes de primeira grandeza já ofertados, pode-se marcar a data do Primeiro Leilão da Girgoiás em Prol da Raça e do seu Melhoramento Genético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abre-se, portanto, as doações para o Segundo Leilão, pois existem seguimentos diretamente ligados aos projetos da Girgoiás, e que não se manifestaram ainda. Como o Brasil é um país continente, muitos criadores não serão contemplados com o envio de sêmen gratuitos, mas que gostariam de adquirir material genético dos touros em Teste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica aí uma sugestão às principais Centrais de Coleta de Sêmen do Brasil em contratar os Touros de suas preferências em Teste de Progênie, e até que seja provados, destinar um percentual em prol da Girgoiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, desde o início do blog girbrasil até hoje, já são 30 meses de informação e divulgação da Raça que mais cresce no Brasil, e se os projetos idealizados pela Girgoiás desde a sua fundação até a presente data já é uma realidade, deve-se ao blog girbrasil e ao seu idealizador Rosimar Silva, coincidentemente o Presidente da Girgoiás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fora essa Marca mundialmente conhecida e de justa propriedade do Rosimar chamar-se Girbrasil, eu diria que seria a sigla ideal para unir todos os criadores de Gir do Brasil sem nenhuma subdivisão, ou seja: “GIRBRASIL - Associação dos Criadores de Gir do Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 58px; height: 91px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SiaQXmkOzEI/AAAAAAAAUOc/ALqkZZLuP5U/s200/Euclides+Osvaldo+Marques-5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343116743085575234" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Euclides Osvaldo Marques&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Estância do Gir&lt;br /&gt;São Jose do Rio Preto-SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-7131854987168441663?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/7131854987168441663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=7131854987168441663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/7131854987168441663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/7131854987168441663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2010/01/g-i-r-b-r-s-i-l-g-i-r-g-o-i-s-c-s-m-e-n.html' title='GIRBRASIL  &amp;  GIRGOIÁS:  CASAMENTO  PERFEITO'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SiaQXmkOzEI/AAAAAAAAUOc/ALqkZZLuP5U/s72-c/Euclides+Osvaldo+Marques-5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-5338495773431483286</id><published>2010-01-07T05:42:00.000-08:00</published><updated>2010-01-11T03:11:05.354-08:00</updated><title type='text'>O GIR LEITEIRO ‘PURO’ – UMA REALIDADE NA AMÉRICA LATINA</title><content type='html'>&lt;span class="widget-item-control"&gt;&lt;span class="item-control blog-admin"&gt;&lt;a class="quickedit" href="http://www.blogger.com/rearrange?blogID=5566531727279704859&amp;amp;widgetType=AdSense&amp;amp;widgetId=AdSense1&amp;amp;action=editWidget" onclick="'return" target="configAdSense1" title="Editar"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!-- google_ad_section_start(name=default) --&gt;  &lt;a name="471693541232030633"&gt;&lt;/a&gt;    &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Por Ivan Luz ledic&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;,&lt;/span&gt; março 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No Brasil se verifica que entraram somente cerca de 680 animais da raça Gir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros exemplares da raça Gir introduzidas chegaram provavelmente ao redor de 1906, numa das importações efetuadas por Teófilo de Godoy. No entanto, o senhor Wirmondes Machado Borges, criadouro de Uberaba, assegurava ter sido ele introdutor da raça, em 1918. Nas décadas dos 20 aos 40, em função do grande interesse acordado pela raça Indubrasil, em formação, muitos criadores se dedicassem à execução de cruzamentos entre as raças indicas. Alguns rebanhos Gir, pelo momento eram mantidas puras em Minas Gerais, São Paulo e Bahia. Com a importação de 1930, efetuada pelos criadores de Minas Gerais Francisco Ravísio Lemos e Manoel de Oliveira Prata, a criação do Gir recebeu um novo estimulo. Ainda, foi mal a partir de 1953 que a raça passou a suplantar ao Indubrasil, em termos de registro genealógico, vindo perder esta primeira posição para a raça Nelore em 1969.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras três importações da Índia foram sumamente importantes para a formação do Gir brasileiro. Em 1955, o criadouro Joaquim Machado Borges fez entrar em território brasileiro, via Bolívia, 114 cabeças importadas da Índia. Posteriormente, em 1960, o de gado Celso Garcia Cid, da província de Paraná, conseguiu licença do governo federal para introduzir, depois de uma quarentena realizada em Paranaguá, 102 animais, 70 deles da raça Gir. Depois desta libertação de importação entrou no território brasileiro, em 1962, grande número de animais Zebu, entre os quais 153 Gir, principalmente para os criadores Celso Garcia Cid, Torres Homem Rodrigues dá Cunha, Rubens de Carvalho e Jacinto Honório da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raça Gir, por suas qualidades próprias e especiais, oferece opções para seleção com funções bem definidas e distintas, para leite ou carne. Isto terminou por definir dois tipos diferentes na raça, separados no sentido ideal para cada recenseamento. Formaram-se também duas agremiações: a Associação Brasileira dos Criadores de Gir (ASSOGIR) e Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL), que defendem interesses próprios e independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na atualidade, dos 332 criadores de Gir filiados à ABCZ, cerca de mais de duas centenas são sócios da ABCGIL, com rebanhos espalhados em todo território nacional. Na ABCZ foram elaborados 13.152 registros genealógicos de nascimento (RGN) em 2006 de exemplares Gir, dos quais 8.549 animais (65%) são de criadores associados à ABCGIL. Considerando que os 13.152 RGN representam 65% de natalidade de fêmeas em reprodução, então o rebanho de vacas Gir seria de 20.233, as quais representam 31% do total do rebanho. ASSIM, O GADO ESTIMADO DE GIR REGISTRADO SERIA DE 65.268 ANIMAIS. Isto representa 3,8% do total de animais das raças zebus registradas em ABCZ e somente 0,06% do total de 112 milhões do rebanho leiteiro brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, conforme dados da ASBIA (2008), o Gir Padrão vendeu em Brasil só 5.413 doses de sêmen em 2007, que representam somente 0,14% do total comercializado pelas raças de seleção para carne. O Gir Leiteiro atingiu o número de 667.378 doses comercializadas em 2007, correspondendo a mais de 50% das doses das raças leiteiras nacionais comercializadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As raças Zebuínas leiteiras constituem a menor fração do rebanho Zebu registrado na Associação Brasileira dos Criadores de Zebu e não é diferente do rebanho comercial, e comprometem a produção em escala de fêmeas F1 com estas raças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Número de animais Zebu registrados na ABCZ em 2006&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Gir Mocha - 928&lt;br /&gt;Gir - 6.925&lt;br /&gt;Guzerá - 6.647&lt;br /&gt;Indubrasil - 940&lt;br /&gt;Nelore - 137.873&lt;br /&gt;Nelore mocho - 33.940&lt;br /&gt;Sindi - 662&lt;br /&gt;Sindi mocho - 3&lt;br /&gt;Tabapuã - 7.571&lt;br /&gt;Cangaian - 10&lt;br /&gt;Brahman - 7.751&lt;br /&gt;Total    203.210&lt;br /&gt;Fonte: ABCZ (2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este declive da raça Gir deve-se ao fato de que por que apresentem tanto nas puras como em suas mestiças, com destaque para a F1, boa produção de leite, bom temperamento, tamanho médio e boa aceitação no mercado. Isso fez com que a raça fora amplamente utilizada em cruzamentos, tendo comprometido sua população. Restrições foram feitas quanto sua conformação do úbere e tetas e da fertilidade, fundamentalmente nas matrizes puras. Esta deficiência de natureza reprodutiva, aliada a baixa taxa de reposição das fêmeas puras, devido ao grande valor de mercado das mestiças, acabou por diminuir drasticamente os rebanhos de matrizes Gir e “Giradas”, nos rebanhos dos produtores de F1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes produtores que não se preocuparam em fazer o acasalamento mínimo para manutenção de 50% das fêmeas do rebanho puro com touros Gir, ainda em sua maioria cometeram a precipitação de realizar inseminação artificial com sêmen de touros Holandês e aquelas fêmeas Gir que não emprenhavam com esta tecnologia eram destinadas a monta com touro Gir. Com o passar das gerações, com estas estratégias suicidas, foram envelhecendo os rebanhos e fazendo substituição com novilhas selecionadas negativamente para fertilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes fatos aliados a substituição dos rebanhos tradicionais pela raça Nelore acabaram por dizimar um enorme contingente de fêmeas Gir existentes nas fazendas brasileiras até a década de 60. Desta forma, hoje uma vaca Gir tem mais valor do que uma fêmea F1, o que faz com que a produção de F1 de vacas Gir sejam as mestiças de maior demanda do mercado de fêmeas leiteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As outras raças Zebus leiteiras também tiveram declive em sua população ainda que com histórias e causas diferentes:&lt;br /&gt;- A raça Guzerá que também já foi a raça mais encontrada no rebanho Zebu nacional no começo do século, sendo que sua população foi reduzida devido a grande mestiçagem para a formação do rebanho Indubrasil no início do século passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já a raça Indubrasil, que também atingiu grande distribuição e sendo amplamente utilizada na produção de mestiças, teve sua população reduzida devido a características de baixa fertilidade e habilidade materna, além de histórico semelhante a raça Gir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SE NÃO FOSSEM OS CRIADORES DE GIR LEITEIRO, PROVAVELMENTE ESSA SITUAÇÃO SERIA MUITO PIOR E TALVEZ O GIR ESTARIA FADADO À EXTINÇÃO EM BRASIL. Souberam com perseverança e ideais, melhorar os úberes, com tetas de tamanhos médios e bem colocados; aprumos perfeitos e estrutura óssea vigorosa; boa resposta de ovulação nos processos de TE e FIV e reduzir a idade ao primeiro parto e intervalo de partos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GIR DEVE SER MANTIDO COMO GIR DENTRO DA VISÃO DE RAÇA “PURA” EM TERMOS DE INVENTÁRIOS DE PEDIGREES. Temos Gir Leiteiro como recurso genético dinâmico que evoluiu no tempo conforme às necessidades circunstanciais do Mundo Tropical. A APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO ACONTECEU E O MELHORAMENTO OCORREU. FAZ MUITOS ANOS QUE ESTAMOS DANDO “OLÉ!” COM A SELEÇÃO E MELHORAMENTO DO GIR PARA PRODUÇÃO DE LEITE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que os CRIADORES DE GIR PADRÃO ALEGAM QUE O GIR LEITEIRO É MESTIÇO ou teve infusão de ‘taurus’. ISSO NÃO É UMA VERDADE tendo em vista que esses rebanhos Gir Leiteiro foram formados de linhagens importadas, a maioria descendentes de nove touros importados da Índia: Alambique, Gaiolão, Gandhi, Hindostan, Krishna, Naidu, Rajá, Lobisomen e Vijaya. O que ocorreu é que esses criadores não se apegaram tanto nos detalhes de refinamento de beleza racial e sim nos aspectos produtivos, todavia enquadrados dentro do padrão racial exigido para registro na ABCZ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo seletivo aplicado nos rebanhos que criavam Gir não formou variedades diferentes na raça, mas sim aptidões de produção desiguais, com biotipos próximos ao que se estava melhorando, carne ou leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria desses rebanhos Gir Leiteiros, formados na década de 30-40, sempre foram acompanhados quanto ao registro pela ABCZ, com pedigrees avaliados, bem como serviram de estudo para tese de mestrado e doutorado desde sua formação, não cabendo nenhuma dúvida quanto sua origem Gir ‘indiana’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS VACAS DE FUNDAÇÃO DESSES CRIADORES PIONEIROS DO GIR LEITEIRO ERAM ORIUNDAS DOS REBANHOS DE GADO GIR SELECIONADOS PARA CARNE DOS CRIADORES MAIS TRADICIONAIS DA ÉPOCA E QUE NÃO SE MOSTRAVAM ADEQUADAS AO SISTEMA DE PRODUÇÃO EXTENSIVO. Eram vacas ‘descarnadas’, com úberes grandes e que exigia a presença de vaqueiro porque o excesso de leite dificultava a criação do bezerro e elas tinham de ser ordenhadas para evitar mamite ou diarréia das crias, além de não apresentarem o mesmo desempenho ponderal exigido para animais de corte, que desviam todo o metabolismo para produção de carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERIA INIMAGINÁVEL QUALQUER UM DESSES CRIADORES TEREM FEITO CRUZAMENTO PARA ESPERAREM 4 A 5 GERAÇÕES PARA QUE TIVESSEM UM GIR POR ABSORÇÃO NA CATEGORIA LA (Livro Aberto) E DEPOIS MAIS 3 GERAÇÕES PARA ENQUADRAR-SE NA CATEGORIA PO (Puro de origem) - NO MÍNIMO 35 ANOS PARA DO QUE ISSO PUDESSE OCORRER.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resta dúvida quanto à origem e manutenção ‘indicus’ desses rebanhos Gir Leiteiro - o que ocorre é falta de argumentação dos criadores de Gir Padrão que perderam seu espaço na pecuária e utilizam disso de forma apelativa e sem respaldo para denegrir o trabalho desses criadores que souberam romper barreiras e crendices. Os criadores de Gir Leiteiro não priorizaram os preceitos hindus de veneração da vaca sagrada e passaram a criar o Gir como unidade de produção e de transformação dos vegetais em alimento nobre para consumo humano e ‘não como entidade de admiração’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato a relatar é que antes da Prova de Progênie, os rebanhos Gir Leiteiro também não faziam incorporação de animais de outros criadores. Alguns deles tinham linhagens distintas que possibilitaram acasalamentos evitando consangüinidade extrema. Outros já estavam com certo esgotamento de famílias e estava ocorrendo estreitamento na endogamia. Com o uso de touros provados, novas opções surgiram para introduzir-se animais de diferentes origens e foram feitos acasalamentos dirigidos visando ampliar a base genética dos diversos rebanhos, existindo touros provados e em avaliação de origem mais diversa, o que possibilita ter diversidade genética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESSA REALIDADE DO GIR COMO RAÇA LEITEIRA, SEGUINDO SUA APTIDÃO NATURAL COMO EM SEU PAÍS DE ORIGEM E ADOTADA NOS OUTROS PAÍSES QUE IMPORTAM DO BRASIL, hoje é perseguida por todos, como uma reparação do erro cometido quando de sua introdução no Brasil, que a considerou como raça de corte. Tanto que atualmente a própria ASSOGIR está com intuito reavivar a Entidade dando enfoque para seleção leiteira junto aos seus associados. ESSE É O DESTINO DO GIR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GIRGOIÁS é outro exemplo de iniciativa visando identificar animais leiteiros através do Teste de Progênie de diversos outros rebanhos que não tinham um histórico de Controle Leiteiro Oficial de seus animais. Todos acreditam que podem e devem ter essa aptidão resguardada em seus genótipos como código genético preservado de sua origem indiana e que irá contribuir para identificar novas linhagens e famílias, COMO JÁ OCORRIDO EM ALGUNS ANTIGOS REBANHOS DE GIR PADRÃO QUE AGORA SÃO SÓCIOS DA ABCGIL E POSSUEM ANIMAIS COM COMPROVADA POTENCIALIDADE DE PRODUÇÃO LEITEIRA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil temos só dois casos de Gir Leiteiro registrado que foram formados por absorção, um criador em Minas Gerais (Muriaé) e outro em Goiás (www.fazendagramado.com.br). Temos sim rebanhos ‘Girados’, mas sem registro, por não se conhecer sua história em termos de seleção e pedigrees. Esses rebanhos são chamados “cara limpa” e não entram nas estatísticas de nenhuma das raças Zebu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, verificamos na Guatemala que poucos rebanhos Gir são puros (o Brahman ocupou seu espaço), e a maioria hoje são Gir Leiteiro absorvidos do Brahman vermelho, como única opção que tiveram. De ou lado vimos na Colômbia, Bolívia, Equador e Venezuela Gir Leiteiro ‘puro’ de importação do Brasil, que estão ocupando o lugar do Brahman americano e seus cruzamentos. No México, quando de nossa visita, no ano passado, vimos rebanhos Gir de origem brasileira de excepcional qualidade produzindo leite em regiões de trópico úmido e seco, como diversos rebanhos mestiços 1/2, 1/4, 3/4, 5/8, etc, assim também a raça Sardo Negro (de origem do Gir mouro brasileiro), extremamente adaptados às condições de criação e clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente:&lt;br /&gt;OS CRIADORES DE GADO GIR DEVEM MANTER SEU REBANHO UTILIZANDO TOUROS GIR COM GENEALOGIA CONHECIDA E PROVADOS PARA LEITE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, os criadores de Gir tem um adicional de lucro que advém da comercialização de machos, fêmeas excedentes e de descarte, afora sêmen e embriões, que hoje no Brasil representa mais do 70% do lucro da atividade, diferente de outras raças leiteiras, onde machos são descartados ao nascer e a fonte de lucro com venda de fêmeas, sêmen e embriões é muito baixa em relação à venda de leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GIR É NA REALIDADE UMA RAÇA ‘Bos taurus indicus’ ESPECIALIZADA PARA LEITE, assim como as raças ‘Bos taurus taurus’ européias, só que adaptada à nossas condições tropicais. Ninguém seleciona raça especializada para outra função que não aquela objeto de melhoramento – gado de corte é para produção de carne e gado de leite para LEITE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span  lang="ES" style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0cm; text-align: left;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 63px; height: 97px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/STah_PNL8yI/AAAAAAAANWs/8YvismaTKBg/s200/IVAN+LEDIC.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275582121296786210" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ivan Luz Ledic&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Médico Veterinário, MSc. em Melhoramento Animal,&lt;br /&gt;DSc. em Produção Animal&lt;br /&gt;ex-Diretor Técnico da ABCGIL e&lt;br /&gt;Pesquisador aposentado da Embrapa Gado de Leite&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0cm; text-align: left;font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0cm; text-align: left;font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0cm; text-align: left; color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;Versão em espanhol:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 0cm; text-align: left;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EL GYR LECHERO ‘PURO’ – UNA REALIDAD EN AMÉRICA LATINA  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En Brasil se verifica que entraron solamente cerca de 680 animales de la raza Gyr. Los primeros ejemplares de la raza Gyr introducidas llegaron probablemente alrededor de 1906, en una de las importaciones efectuadas por Teófilo de Godoy. Sin embargo, el señor Wirmondes Machado Borges, criadero de Uberaba, aseguraba haber sido él introductor de la raza, en 1918. En las décadas de los 20 a los 40, en función del gran interés despertado por la raza Indubrasil, en formación, muchos criadores se dedicaran a la ejecución de cruces entre las razas indicas. Algunos rebaños Gyr, por el momento eran mantenidas puras en Minas Gerais, São Paulo y Bahia. Con la importación de 1930, efectuada por los criadores de Minas Gerais Francisco Ravísio Lemos y Manoel de Oliveira Prata, la creación del Gyr recibió un nuevo estimulo. Aún, fue apenas a partir de 1953 que la raza pasó a suplantar al Indubrasil, en términos de registro genealógico, viniendo a perder esta primera posición para la raza Nelore en 1969.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otras tres importaciones de la India fueron sumamente importantes para la formación del Gyr brasileño. En 1955, el criadero Joaquim Machado Borges hizo entrar en territorio brasileño, vía Bolivia, 114 cabezas importadas de la India. Posteriormente, en 1960, el ganadero Celso Garcia Cid, de la provincia de Paraná, consiguió licencia del gobierno federal para introducir, después de una cuarentena realizada en Paranaguá, 102 animales, 70 de ellos de la raza Gyr. Después de esta liberación de importación entró en el territorio brasileño, en 1962, gran número de animales Cebú, entre los cuales 153 Gyr, principalmente para los criadores Celso Garcia Cid, Torres Homem Rodrigues da Cunha, Rubens de Carvalho y Jacinto Honório da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La raza Gyr, por sus calidades propias y especiales, ofrece opciones para selección con funciones bien definidas y distinguidas, para leche o carne. Esto terminó por definir dos tipos diferentes en la raza, separados en el sentido ideal para cada padrón. Se formaron también dos agremiaciones: la Asociación Brasileña de los Criadores de G (ASSOGIR) y Asociación Brasileña de los Criadores de Gyr Lechero (ABCGIL), que defienden intereses propios e independientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En la actualidad, de los 332 criadores de Gyr afiliados a la ABCZ, cerca de más de dos centenares son socios de la ABCGIL, con rebaños esparcidos en todo territorio nacional. En la ABCZ fueron elaborados 18.143 registros genealógicos de nacimiento (RGN) en 2008 de ejemplares Gyr, de los cuáles 8.549 animales (un 65%) son de criadores asociados a la ABCGIL. Considerando que los 18.143 RGN representan un 65% de natalidad de hembras en reproducción, entonces el rebaño de vacas Gyr sería de 25.918, las cuales representan un 31% del total del rebaño. ASÍ, El GANADO ESTIMADO DE GYR REGISTRADO SERÍA DE 86.395 ANIMALES. Esto representa un 4,22% del total de animales de las razas Cebúes registradas en ABCZ y solamente un 0,08% del total de 112 millones del rebaño lechero brasileño.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aún, conforme datos de la ASBIA (2009), el Gyr Patrón vendió en Brasil sólo 6.437 dosis en 2008, que representan solamente un 0,18% del total comercializado por las razas nacionales de selección para carne. EL GYR LECHERO alcanzó el número de 805.152 dosis comercializadas en 2008, correspondiendo de más del 58% DE LAS DOSIS DE LAS RAZAS LECHERAS NACIONALES COMERCIALIZADAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las razas Cebuínas lecheras constituyen la menor fracción del rebaño Cebú registrado en la Asociación Brasileña de los Criadores de Cebú y no es diferente del rebaño comercial, y comprometen la producción en escala de hembras F1 con estas razas.&lt;br /&gt;Número de animales Cebú con registro definitivo en la ABCZ en 2008&lt;br /&gt;Gyr Mocha – 1.224&lt;br /&gt;Gyr – 10.390&lt;br /&gt;Guzerá – 7.692&lt;br /&gt;Indubrasil – 218&lt;br /&gt;Nelore - 147.992&lt;br /&gt;Nelore mocho – 29.155&lt;br /&gt;Sindi – 631&lt;br /&gt;Tabapuã - 7.704&lt;br /&gt;Cangaian – 10&lt;br /&gt;Brahman – 10.908&lt;br /&gt;Total 215.924&lt;br /&gt;Fuente: ABCZ (2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este declive de la raza Gyr débese al hecho de que por qué presenten tanto en las puras como en sus mestizas, con destaque para a F1, buena producción de leche, buen temperamento, tamaño medio y buena aceptación en el mercado. Eso hizo con que la raza fuera ampliamente utilizada en cruces, tiendo comprometido su población. Restricciones fueron hechas cuanto su conformación del ubre y tetas y de la fertilidad, fundamentalmente en las matrices puras. Esta deficiencia de naturaleza reproductiva, aliada la baja tasa de reposición de las hembras puras, debido al gran valor de mercado de las mestizas, acabó por disminuir drásticamente los rebaños de matrices Gyr y Gyradas, en los rebaños de los productores de F1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estos productores que no se preocuparon en hacer el apareamiento mínimo para mantenimiento del 50% de las hembras del rebaño puro con toros Gyr, aún en su mayoría cometieron la precipitación de realizar inseminación artificial con semen de toros Holandés y aquellas hembras Gyr que no embarazaban con esta tecnología eran destinadas a monta con toro Gyr. Con el pasar de las generaciones, con estas estrategias suicidas, fueron envejeciendo los rebaños y haciendo sustitución con novillas seleccionadas negativamente para fertilidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estos hechos aliados la sustitución de los rebaños tradicionales por la raza Nelore acabaron por diezmar un enorme contingente de hembras Gyr existentes en las haciendas brasileñas hasta la década de 60. De esta forma, hoy una vaca Gyr tiene más valor que una hembra F1, lo que hace con que la producción de F1 de vacas Gyr sean las mestizas de mayor demanda del mercado de hembras lecheras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las otras razas Cebúes lecheras también tuvieron declive en su población aunque con historias y causas diferentes:- La raza Guzerá que también ya fue la raza más encontrada en el rebaño Cebú nacional en el comienzo del siglo, siendo que su población fue reducida debido a gran mestizaje para la formación del rebaño Indubrasil en el inicio del siglo pasado.- Ya la raza Indubrasil, que también alcanzó gran distribución y siendo ampliamente utilizada en la producción de mestizas, tuvo su población reducida debido a características de baja fertilidad y habilidad materna, además de histórico semejante la raza Gyr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SI NO FUERAN Los CRIADORES DE GYR LECHERO, PROBABLEMENTE ESA SITUACIÓN SERÍA MUY PEOR Y TAL VEZ El GYR ESTARÍA FADADO A LA EXTINCIÓN EN BRASIL. Supieron con perseverancia e ideales, mejorar las ubres, con tetas de tamaños medios y bien colocados; aplomos perfectos y estructura ósea vigorosa; buena respuesta de ovulación en los procesos de TE y FIV y reducir la edad al primer parto e intervalo de partos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El GYR DEBE SER MANTENIDO COMO GYR DENTRO DE LA VISIÓN DE RAZA “PURA” EN TÉRMINOS DE INVENTARIOS DE PEDIGRÍES. Tenemos Gyr Lechero como recurso genético dinámico que evolucionó en el tiempo conforme a las necesidades circunstanciales del Mundo Tropical. LA APLICACIÓN DEL CONOCIMIENTO ACONTECIÓ Y El MEJORAMIENTO OCURRIÓ. HACE MUCHOS AÑOS QUE ESTAMOS DANDO “OLÉ!” CON LA SELECCIÓN Y MEJORAMIENTO DEL GYR PARA PRODUCCIÓN DE LECHE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El problema es que los CRIADORES DE GYR PATRÓN ALEGAN QUE EL GYR LECHERO ES MESTIZO o tuvo infusión de taurus ‘’. ESO NO ES UNA VERDAD con miras a que esos rebaños Gyr Lechero fueron formados de linajes importados, la mayoría descendientes de nueve toros importados de la India: Alambique, Gaiolão, Gandhi, Hindostan, Krishna, Naidu, Rajá, Lobisomen y Vijaya. Lo que ocurrió es que esos criadores no se encariñaron tanto en los detalles de refinamiento de belleza racial y sí en los aspectos productivos, sin embargo encuadrados dentro del patrón racial exigido para registro en la ABCZ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El proceso selectivo aplicado en los rebaños que creaban Gyr no formó variedades diferentes en la raza, pero sí aptitudes de producción desiguales, con biotipos próximos a lo que se estaba mejorando, carne o leche. La mayoría de esos rebaños Gyr Lecheros, formados en la década de 30-40, siempre fueron acompañados cuanto al registro por la ABCZ, con pedigríes evaluados, así como sirvieron de estudio para tesis de máster y doctorado desde su formación, no cabiendo ninguna duda cuanto su origen Gyr ‘hindú’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAS VACAS DE FUNDACIÓN DE ESOS CRIADORES PIONEROS DEL GYR LECHERO ERAN ORIUNDAS DE LOS REBAÑOS GANADEROS GYR SELECCIONADOS PARA CARNE DE LOS CRIADORES MÁS TRADICIONALES DE LA ÉPOCA Y QUE NO SE MOSTRABAN ADECUADAS AL SISTEMA DE PRODUCCIÓN EXTENSIVO. Eran vacas ‘descarnadas’, con ubres grandes y que exigía la presencia de vaquero porque el exceso de leche dificultaba la creación del ternero y ellas tenían que ser ordeñadas para evitar mamitis o diarrea de las crías, además de que no presentaran el mismo desempeño ponderal exigido para animales de corte, que desvían todo el metabolismo para producción de carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SERÍA INIMAGINABLE CUALQUIER UNO DE QUE ESOS CRIADORES HAYAN HECHO CRUCE PARA QUE ESPEREN 4 LA 5 GENERACIONES PARA QUE TUVIERAN UN GYR POR ABSORCIÓN EN LA CATEGORÍA LA (Libro Abierto) Y DESPUÉS MÁS 3 GENERACIONES PARA ENCUADRARSE EN LA CATEGORÍA PO (Puro de origen) - COMO MÍNIMO 35 AÑOS PARA QUE ESO PUDIERA OCURRIR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No resta duda cuanto al origen y mantenimiento ‘indicus’ de esos rebaños Gyr Lechero - lo que ocurre es falta de argumentación de los criadores de Gyr Patrón que perdieron su espacio en la ganadería y utilizan de eso de forma apelativa y sin respaldo para denigrar el trabajo de esos criadores que supieron romper barreras y supersticiones. Los criadores de Gyr Lechero no priorizaron los preceptos hindúes de veneración de la vaca sagrada y pasaron a crear el Gyr como unidad de producción y de transformación de los vegetales en alimento noble para consumo humano y no ‘como entidad de admiración’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otro hecho a relatar es que antes de la Prueba de Progenie, los rebaños Gyr Lechero tampoco hacían incorporación de animales de otros criadores. Algunos de ellos tenían linajes distinguidos que posibilitaron apareamientos evitando consanguinidad extrema. Otros ya andaban con cierto agotamiento de familias y estaba ocurriendo estrechamiento en la endogamia. Con el uso de toros probados, nuevas opciones surgieron para introducirse animales de diferentes orígenes y fueron hechos apareamientos dirigidos visando ampliar la base genética de los diversos rebaños, existiendo toros probados y en evaluación de origen más diverso, lo que posibilita tener diversidad genética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESA REALIDAD DEL GYR COMO RAZA LECHERA, SIGUIENDO SU APTITUD NATURAL COMO EN SU PAÍS DE ORIGEN Y ADOPTADA EN LOS OTROS PAÍSES QUE IMPORTAN DE BRASIL, hoy es perseguida por todos, como una reparación del error cometido cuando de su introducción en Brasil, que la consideró como raza de corte. Tanto que actualmente la propia ASSOGIR anda con objetivo reavivar la Entidad dando enfoque para selección lechera junto a sus asociados. ESE ES EL DESTINO DEL GYR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GIRGOIÁS es otro ejemplo de iniciativa visando identificar animales lecheros a través de la Prueba de Progenie de diversos otros rebaños que no tenían un histórico de Control Lechero Oficial de sus animales. Todos creen que poden y deben tener esa aptitud resguardada en sus genotipos como código genético preservado de su origen hindú y que irá a contribuir para identificar nuevos linajes y familias, COMO YA OCURRIDO EN ALGUNOS ANTIGUOS REBAÑOS DE GYR PATRÓN QUE AHORA SON SOCIOS De la ABCGIL Y POSEEN ANIMALES CON COMPROBADA POTENCIALIDAD DE PRODUCCIÓN LECHERA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En Brasil tenemos sólo dos casos de Gyr Lechero registrado que fueron formados por absorción, un criador en Minas Gerais (Muriaé) y otro en Goiás (www.fazendagramado.con.br). Tenemos sí rebaños ‘Gyrados’, pero sin registro, por no conocerse su historia en términos de selección y pedigríes. Esos rebaños son llamados “cara limpia” y no entran en las estadísticas de ninguna de las razas Cebú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por su parte, verificamos en Guatemala que pocos rebaños Gyr son puros (el Brahman ocupó su espacio), y la mayoría hoy son Gyr Lechero absorbidos del Brahman rojo, como única opción que tuvieron. De o lado venimos en Colombia, Bolivia, Ecuador y Venezuela Gyr Lechero ‘puro’ de importación de Brasil, que están ocupando el lugar del Brahman americano y sus cruces. En México y Costa Rica, cuando de nuestra visita, el año pasado, venimos rebaños Gyr de origen brasileño de excepcional calidad produciendo leche en regiones de trópico húmedo y seco, como diversos rebaños mestizos 1/2, 1/4, 3/4, 5/8, etc, así también la raza Sardo Negro (de origen del Gyr moro brasileño), extremadamente adaptados a las condiciones de creación y clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente:&lt;br /&gt;Los CRIADORES DE GANADO GYR DEBEN MANTENER SU REBAÑO UTILIZANDO TOROS GYR CON GENEALOGÍA CONOCIDA Y PROBADOS PARA LECHE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por otro lado, los criadores de Gyr tiene un adicional de logro que adviene de la comercialización de machos, hembras excedentes y de descarte, afuera semen y embriones, que hoy en Brasil representa más del un 70% del logro de la actividad, diferente de otras razas lecheras, donde machos son descartados al nacer y la fuente de logro con venta de hembras, semen y embriones es muy baja en relación a la venta de la leche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EL GYR ES EN LA REALIDAD UNA RAZA ‘BOS TAURUS INDICUS’ ESPECIALIZADA PARA LEITE, así como las razas ‘Bos taurus taurus’ europeas, sólo que adaptada a la nuestras condiciones tropicales. Nadie selecciona raza especializada para otra función que no aquel objeto de mejoramiento – ganado de corte es para producción de carne y ganado de leche para LECHE.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="verdana" style="text-indent: 0cm; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span  lang="ES" style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="verdana" style="text-indent: 0cm; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 63px; height: 97px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/STah_PNL8yI/AAAAAAAANWs/8YvismaTKBg/s200/IVAN+LEDIC.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275582121296786210" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ivan Luz Ledic&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Médico Veterinário, MSc. em Melhoramento Animal,&lt;br /&gt;DSc. em Produção Animal&lt;br /&gt;ex-Diretor Técnico da ABCGIL e&lt;br /&gt;Pesquisador aposentado da Embrapa Gado de Leite&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-5338495773431483286?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/5338495773431483286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=5338495773431483286' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/5338495773431483286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/5338495773431483286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2010/01/o-gir-leiteiro-puro-uma-realidade-na.html' title='O GIR LEITEIRO ‘PURO’ – UMA REALIDADE NA AMÉRICA LATINA'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/STah_PNL8yI/AAAAAAAANWs/8YvismaTKBg/s72-c/IVAN+LEDIC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-1642512497047649630</id><published>2010-01-05T12:47:00.000-08:00</published><updated>2010-01-05T12:48:25.872-08:00</updated><title type='text'>Raças Zebuínas, Criadores, Leilões e Leiloeiras no Ano de 2009</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que insistem em ignorar o Regulamento das raças zebuínas, eu digo que a ABCZ e o MAPA sempre estiveram atentas à evolução da raça, introduzindo modificações quando necessárias, e impondo novas normas de forma a não permitir abusos por parte de criadores, associações, promotores de eventos, leiloeiras, assessores e demais atividades relacionadas às raças zebuínas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O regulamento de 2009 conforme artigo 9, não menciona a raça Nelore Mocha, portanto, não há porque fazê-lo com a raça Gir Mocha, pois o único fato que diferencia os animais é que no Padrão há a presença de chifres, enquanto que na Mocha a ausência total dos mesmos. Fica aqui, uma sugestão à Diretoria da ABCZ para a devida atualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, feita esta correção, teríamos o Gir como raça única assim como o Nelore, o que viabilizaria os julgamentos de forma unificada e de acordo com as características de cada raça conforme especificado no regulamento da ABCZ. Apenas para informação aos incautos, O CDT da ABCZ ratificou no atual Regulamento, a importância de se aumentar a credibilidade para as provas zootécnicas ( CDP e CL ), assim como seguir rigorosamente o Padrão da Raça. Aprovou ainda, estudo sobre o método de um só julgamento para a Raça Gir nos próximos 5 (cinco )anos.Para os que acham que somente o mercado vai selecionar o que quer, eu digo que é pouco, pois a ABCZ deverá em breve regulamentar os Leilões,comentários técnicos e quem sabe até as Associações.&lt;br /&gt;Às vezes eu me pergunto por que alguns criadores de Gir com seleção voltada somente para leite, se mostram tão irritados e às vezes não muito elegantes, quando digo que o Foro competente para avaliar e julgar os animais são as pistas de julgamento; da importância de se selecionar animais respeitando se as características da raça; de buscar novos rumos para o processo de seleção de animais produtivos; de tornar a produção de leite a pasto uma atividade economicamente viável para o produtor rural, enfim, são temas que tenho tentado abordar, mas que muitas vezes não é bem compreendido por algumas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, por ter uma formação acadêmica na área do Direito, entendo que leis são para serem cumpridas, senão teríamos uma verdadeira desobediência civil, e o mesmo ocorre com regulamentos e normas, se existem é para serem cumpridas, senão vira bagunça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, quando leio alguns comentários pertinentes ao que escrevo, onde uns acham que a discussão sobre raça é Retrógrada, outro diz que é o mesmo que comida requentada, vários de que só valorizo cabaça, orelhas e chifres, e sabe-se, não contribuo para o melhoramento da raça, sem falar naqueles que por receber honorários para assessorar criadores em leilões, diz que o comprador tem que tomar cuidado com animais tipo Frigorífico sendo ofertados em alguns leilões, numa nítida alusão ao Gir padrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só falta alguém que se sente incomodado com animais bem caracterizados, produtivos para carne e leite, aprumos perfeitos, oferecer Frete gratuito para transporte e abate de todos os animais  e a conseqüente extinção de todos os planteis de Gir padrão do Brasil.&lt;br /&gt;Não existe vaca Gir fértil descartável, pois alem de produzir filhos da própria raça, serve para produzir o verdadeiro ½ sangue com touros da raça holandesa, que transmite às suas progênies, animais dóceis, produtivos e agrega valor na venda dos machos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bom que se diga, que nos anos 60 a maioria dos planteis leiteiros do Brasil era da raça Gir, e a maioria dos rebanhos se tornaram mestiços com a introdução de touros holandeses, o que quase tornou extinta a raça por falta de continuidade da seleção de reprodutores bem caracterizados racialmente. Se depender da maioria dos touros que estão atualmente nas principais Centrais do Brasil, vão queimar a raça novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que o maior erro da família Caixeta não foi ter entrado no Gir leiteiro, e sim, ter liquidado o plantel de Gir dupla aptidão, afinal, o capital apurado financiou parte das aquisições de Gir leiteiro nos leilões, e com a inadimplência e devolução dos animais aos vendedores, concretizou-se o prejuízo e a perda do plantel inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é o sentimento humano de não desejar mal a ninguém, outra é confundir não honrar um Contrato com honradez. Abre-se um precedente para aqueles que não ficaram satisfeitos com suas aquisições ou compraram mal fazer o mesmo, afinal, devolver os animais é uma atitude de honradez, honestidade e de muita coragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vendedores por sua vez, além de ver frustrada as vendas, arcam com despesas de comissões dos promotores e leiloeiras, custo da TV, Buffet e honorários de assessores.&lt;br /&gt;Sempre haverá empresas tipo Frigoríficos, Instituições Financeiras, etc, que de posse de uma grande carteira de credores, provocam grandes prejuízos aos seus clientes e fornecedores, desestabilizando o mercado, da mesma forma que haverá compradores menos esclarecidos e/ou premeditados, que provocam prejuízos aos vendedores. Porque os principais criadores e vendedores de leilão não se manifestam sobre o assunto? Afinal, foram eles quem introduziu este modelo de comercialização em parceria com as leiloeiras, do número de parcelas, do marketing em torno da raça, enfim, aos que chegaram por último nos leilões não resta outra coisa a não ser assinar os contratos e contabilizar o prejuízo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, todos os seguimentos da atividade econômica contabilizam seus prejuízos nos balanços por inadimplência, calote e até por ações fraudulentas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, nas relações de compra e venda quem tem que se precaver quanto ao recebimento é o Vendedor, pois no caso da pecuária é ele quem cria, contrata, vende e aprova as vendas, e é quem vai receber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao comprador, lhe é assegurado fazer prevalecer os Direitos Básicos do Consumidor conforme Capítulo III do Código de Defesa do Consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para continuar o que pretendo abordar a seguir, faço as seguintes perguntas: Quantos promotores e convidados de leilão no ano de 2009 leram integralmente o Regulamento dos leilões? Quantos vendedores somente assinaram o contrato de Compra e Venda mediante criteriosa avaliação do Cadastro do comprador? Na dúvida foi exigido avalista e/ou fiança bancaria? Se você não fez nada disso não fique preocupado, afinal, a maioria dos brasileiros, assinam contratos sem ler o seu conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querer imputar às Leiloeiras a responsabilidade pela inadimplência dos compradores não condiz com a realidade. Se a afirmação vier dos vendedores é porque não leram o Contrato e não tem do que reclamar. Se vier dos compradores pior ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conteúdo do regulamento é claro e abrangente, pois define a participação de cada um dos envolvidos, trata das comissões da compra e da venda devidas à leiloeira sem %, inclusive a condição de pagamento como sendo à vista por compradores e vendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação aos Cadastros, todos os procedimentos administrativos normais são efetuados, inclusive consulta a órgãos de proteção de credito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para concluir o assunto Cadastro, transcrevo a seguir na íntegra, os direitos e responsabilidades da leiloeira e do vendedor na realização de um leilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Empresa Leiloeira atua como intermediária das transações, sendo responsável pela organização e coordenação do evento, não se responsabilizando pelo inadimplemento do comprador, seja em relação ao valor do animal adquirido, seja em relação às comissões de venda. Portanto, cabe ao vendedor manifestar-se sobre o cadastro do comprador antes da assinatura do Contrato de Compra e Venda, bem como exigir assinatura de avalista antes da formalização do contrato”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os criadores e selecionadores que já tem os seus calendários de leilões, e o fazem com planejamento e organização não muda muito para o ano de 2010, mesmo porque, para quem vende uma promessa de prenhes por 120 mil e livre acasalamento, não tem do que reclamar, a não ser, que o comprador desista da compra, e com muita honradez de volva a receptora vazia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os que iniciaram nos leilões e não foram bem sucedidos, e para os que pensam em realizá-los, é necessário um estudo mais apurado do custo benefício, e não fazê-los apenas por modismo, afinal, a venda de curral quando bem agendada, nunca deixará de ser real alem de ser mais prazerosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema de quem exerce a Pecuária é falta de Capital e Liquidez Portanto, parcelar os pagamentos em 20 vezes ou mais, é coisa para as Casas Bahia e Instituições financeiras, não para o vendedor que vê o seu animal ser arrematado por 200 reais de parcela em 20 pagamentos iguais. Uma coisa é você disponibilizar em Leilão 250 machos nelore para reprodutores, vender pelo triplo ou mais do valor de abate e fazer uma carteira. Outra é você ser convidado para colocar um animal em leilão, e lá pelas tantas, ser arrematado por um comprador a 2600  km de distância, e o leiloeiro  anunciar que o frete é gratuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este modelo de parcelamento não contribui para os negócios dos criadores, e ainda alimenta para os menos avisados, que a venda de curral deve ser também em 20 vezes e entregues em sua propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo atual não existe lugar para os que pretendem levar vantagens em tudo, e sim, para negócios saudáveis entre comprador, vendedor e parcerias necessárias à prática da ética na Atividade Mercantil, e para isto, é necessário Leis, normas e regulamentos que norteiem a atividade econômica no setor da Pecuária Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Euclides Osvaldo Marques&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Estância do Gir&lt;br /&gt;São José do Rio Preto-SP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-1642512497047649630?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/1642512497047649630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=1642512497047649630' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1642512497047649630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1642512497047649630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2010/01/racas-zebuinas-criadores-leiloes-e.html' title='Raças Zebuínas, Criadores, Leilões e Leiloeiras no Ano de 2009'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-1629922666411551450</id><published>2009-12-18T12:36:00.001-08:00</published><updated>2009-12-18T12:45:37.275-08:00</updated><title type='text'>O boi e os gases-estufa</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;&lt;object width="445" height="364"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0x5d1719&amp;amp;color2=0xcd311b&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hermano de Melo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Médico-veterinário, Escritor e Acadêmico de Jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2006, circula na mídia a idéia de que os ruminantes, especialmente o gado bovino, por meio da sua flatulência – leiam-se arrotos e puns – seriam responsáveis por despejar na atmosfera uma parcela significativa de gases efeito-estufa, o que contribuiria de forma decisiva para o aquecimento global. Conforme relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), intitulado “A grande sombra do gado”, “os gases emitidos por excrementos e flatulência de bovinos, ovinos e suínos, por desmatamento para formar pasto e a energia gasta na administração do gado respondem por 18% dos gases-estufa circulando atualmente no mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o relatório vai mais longe e diz que a atividade agropastoril é responsável por 9% da emissão mundial de CO2, 65% da emissão de ácido nitroso (NO2) e 37% do metano (CH4), que é 23% mais tóxico que o CO2 e vem do sistema digestivo dos ruminantes. O documento assinado por Henning Steinfeld, chefe da FAO para o setor, conclui que “o custo ambiental por cada unidade de produção agropecuária tem de cair pela metade nos próximos anos, apenas para impedir que a situação piore”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo”, de 07/05/2007, porém, e intitulado “Ecologia não combina com ideologia”, Xico Graziano mostrou, que os números apresentados pela FAO são enganosos e não suportam uma análise mais acurada. E exemplifica: “Consta do relatório que uma vaca pode arrotar até 500 litros de metano/dia. Como o rebanho bovino mundial atinge 1,4 bilhões de cabeça, tal volúpia gasosa seria um desastre ecológico. Dados da Embrapa, no entanto, mostram que um boi libera cerca de 60 quilos de metano ao ano ou quase 30 gramas por dia, e não 500 quilos como diz o relatório da FAO”. E conclui: “É errado considerar que a agropecuária seja a maior responsável pela emissão dos gases-estufa. De fato, as emissões veiculares e as chaminés nas metrópoles são as grandes vilãs do aquecimento do Planeta”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a histeria sobre a emissão de gases-estufa pelo trato intestinal dos bovinos chegou a tal ponto que, em 2007, o cientista alemão Winfried Dockner, da Universidade de Hockenheim, desenvolveu a primeira pílula antiarroto para vacas do mundo! Citando o relatório da FAO, o cientista confirmou que o arroto dos ruminantes responde por 4% das emissões de metano do planeta e como o consumo de carne cresce a tendência do aumento das emissões seria inevitável. Na ocasião, Dockner acreditava que o nível de metano seria reduzido de 4 para 2%, mas ele não obteve sequer patrocinadores interessados em sua idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro de 2008, num relatório de 600 páginas encomendado pelo governo australiano, o assessor e economista Ross Garnaut pediu que os australianos substituíssem a carne bovina e de carneiro por derivados do canguru para ajudar a proteger o planeta dos efeitos do aquecimento global (Folha Online, 03/10/08). E na Suécia, conforme reportagem da Revista Época (23/10/09), o consumo de carne vermelha pode estar com os dias contados. Alguns suecos afirmam, inclusive, que sentem uma sensação de culpa quando consomem alimentos derivados do gado. E se as novas orientações alimentares forem seguidas a Suécia pode reduzir entre 20% e 50% a emissão de gases na produção de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais recentemente (27/10/2009), o jornal londrino The Times divulgou declarações de Lord Stern of Brentford, professor da London School of Economics que, baseado no fato do gás metano liberado pelos rebanhos bovinos e ovinos ser mais efetivo como gás de efeito estufa que o gás carbônico, propôs que a humanidade pare de comer carne! Segundo ele, os rebanhos são gigantescos hoje em dia para suprir a demanda crescente de carne pela humanidade, cujo número atinge hoje a cifra de mais de 6 bilhões de habitantes. E completa: “A carne é um desperdício de água e cria uma grande quantidade de gases efeito-estufa. Ela coloca uma enorme pressão sobre os recursos do mundo. Uma dieta vegetariana é melhor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há dúvida que a criação de bovinos na sua forma extensiva é um dos vilões responsável pelo aumento dos gases-estufa na atmosfera e do conseqüente aquecimento global. Mas isso se deve muito mais ao desmatamento e a queima de vegetação que se promove antes de sua instalação do que pelos arrotos e pumpuns eliminados pela flatulência bovina. Estes são absorvidos numa boa! E isso é válido tanto em grandes áreas da região amazônica quanto aqui no cerrado brasileiro. Daí, no entanto, a propor a eliminação da carne bovina e ovina da dieta humana vai uma distância muito grande! Será que o aquecimento global que acontece atualmente no mundo não seria mais uma crise do modelo civilizatório atualmente implantado em países com desenvolvimento acelerado como China, Índia e Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta a essa pergunta pode vir da reunião que acontece em Copenhague, Dinamarca – a COP- 15, de 7 a 18 de dezembro próximo, onde os líderes mundiais discutem um novo protocolo de emissões de gases efeito-estufa que substituirá o Protocolo de Kyoto. Cerca de 20.000 delegados de 192 países devem estar presentes ao encontro, inclusive o presidente Lula. E Lord Stern é taxativo: “Copenhague é uma oportunidade única para o mundo se libertar de sua trajetória catastrófica atual, ou seja, reduzir pela metade as emissões globais de gases efeito-estufa até 2015 e passar das atuais 50 para 25 gigatoneladas”. É ver pra crer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no jornal Correio do Estado em 30 de novembro de 2009.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-1629922666411551450?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/1629922666411551450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=1629922666411551450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1629922666411551450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1629922666411551450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/12/o-boi-e-os-gases-estufa.html' title='O boi e os gases-estufa'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-4990583260764846695</id><published>2009-12-01T02:59:00.000-08:00</published><updated>2009-12-01T03:05:38.206-08:00</updated><title type='text'>Técnica do ovário artificial promete alta produtividade a baixo custo</title><content type='html'>&lt;!-- CORPO DA MATERIA --&gt;         &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, uma pesquisa inédita promete reproduzir in vitro um ambiente favorável para o desenvolvimento e maturação de óvulos visando a fecundação e produção de embriões em larga escala no futuro a partir de animais melhorados. A técnica denominada de Ovário Artificial objetiva produzir embriões em larga escala sem incomodo para o organismo materno e a um baixo custo.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo é desenvolvido pelo pesquisador &lt;a href="javascript:openWindow2('http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4723204Z4');" title="José Ricardo de Figueiredo"&gt;José Ricardo de Figueiredo&lt;/a&gt; e sua equipe, na Faculdade de Veterinária (Favet), da Universidade Estadual do Ceará (Uece), há três anos. Entretanto, José Ricardo disse que realiza estudos na área há cerca de 20 anos, desde o início de sua carreira acadêmica. Até agora, o grupo de pesquisadores já conseguiu fecundar quatro óvulos a partir da técnica do ovário artificial. O embrião encontra-se em análise no Laboratório de Manipulação de Oócitos e Folículos Ovarianos Pré-Antrais (Lamofopa), da Favet, no Campus do Itaperi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo já recebeu investimentos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio) na ordem de R$ 900 mil. Além desses, financiam o projeto, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Funcap).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figueiredo acrescentou ainda que empresas fabricantes de medicamentos já cogitam a possibilidade de se utilizarem da técnica do Ovário Artificial para testes de substâncias. Além disso, a pesquisa permite tornar férteis as mulheres que tiveram algum problema de reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Essa técnica desperta grande interesse na reprodução medicalmente assistida em humanos, porque também poderá preservar o bem-estar da mulher, reduzindo o risco de transmissão de doenças como o câncer, por exemplo, por ser uma alternativa aos enxertos de ovário para restauração da fertilidade em mulheres", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta da técnica, cientificamente chamada de biotécnica de Moifopa, é que trabalha com óvulos não crescidos que estão armazenados nos chamados folículos pré-antrais, isto é, folículos sem antro, obtidos a partir de ovários de caprinos em matadouros por meio de técnicas especiais. "O folículo secundário cresceu e maturou in vitro. Após ser fecundado, gerou um embrião viável que se desenvolveu até a fase de mórula, ficando pronto para a transferência em uma fêmea receptora", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o pesquisador, naturalmente o ovário disperdiça uma grande quantidade óvulos. Só um em cada mil óvulos (0,1%) consegue chegar até ovulação. Os demais óvulos (99,9%) morrem por um processo denominado de atresia folicular. Isto ocorre porque no ovário há limitação de espaço e uma grande competição entre os folículos por nutrientes, hormônios e outras substâncias que são limitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Figueiredo, a intenção é evitar as mortes. "A técnica do ovário artificial visa recuperar dos ovários os óvulos não crescidos contidos nos folículos pré-antrais antes de sua morte e colocá-los dentro de meios de cultura apropriados mantidos em incubadoras de modo a bloquear a morte dos óvulos e assegurar o seu crescimento e maturação e posterior fecundação in vitro. Em outras palavras, o biotécnica do ovário artificial visa recriar um ovário in vitro mas com uma eficiência maior que o ovário natural", enfatizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o cientista, no futuro, enquanto um animal vive tranquilamente no pasto, seus óvulos podem estar em desenvolvimento em algum laborátorio. "Imagine esta tecnologia no futuro: uma vaca tranquila no pasto enquanto um pedaço de seu ovário a quilomêtros de distância está produzindo óvulos em um ou vários laboratórios sem nenhum desconforto para o animal. Com as devidas adaptações esta situação de conforto e bem-estar também seria proporcionado à mulheres com problemas de fertilidade que recorrem a clínicas de reprodução assistida", ilustrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figueiredo reconheceu que a técnica pode render boas parcerias com outros países. "Devemos fechar uma parceria com a Universidade Livre de Bruxelas, na Bélgica, por meio do pesquisador Johan Smitz, que trabalha diretamente com reprodução assistida em humanos. Na sequência vamos fazer parceria também com pesquisadores de Chicago, nos Estados Unidos", comentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo passo do estudo, segundo ele é produzir embriões a partir de folículos em estágios iniciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APLICAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outras aplicações, o Ovário Artificial possibilita o estudo in vitro do efeito de diferentes substâncias sobre os folículos pré-antrais, visando elucidar os mecanismos envolvidos na regulação da foliculogênese inicial, hoje pouco compreendida. Estes estudos são essenciais para a compreensão da fisiologia ovariana no que tange ao crescimento e maturação de oócitos aptos à fecundação e poderão revolucionar a reprodução animal no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em biologia molecular, possibilita assegurar as condições necessárias para identificar e quantificar, nos diferentes compartimentos foliculares, a expressão dos genes que são responsáveis pelo controle do crescimento de folículos pré-antrais e antrais. Na indústria farmacêutica, permite a realização de testes in vitro da ação de fármacos (benéfica ou tóxica) sobre os oócitos, preliminarmente ao seu emprego em experimentos envolvendo animais e seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A validação científica do ovário artificial como método laboratorial para testes de drogas e sua posterior aceitação pelos órgãos de governo responsáveis pela liberação de medicamentos trará importantes consequências para o bem-estar animal, uma vez que milhares de animais serão poupados de serem utilizados em experimentos/testes, no que concerne aos testes in vitro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nanotecnologia, oferece um importante modelo para testar a inocuidade de nanopartículas utilizadas no carreamento de drogas de interesse médico. Na implantação de bancos genéticos (germoplasma), o ovário permite uma avaliação precisa da eficiência de protocolos de criopreservação analisando a taxa de sobrevivência e desenvolvimento in vitro de oócitos inclusos folículos pré-antrais previamente criopreservados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tratamento de infertilidade, a técnica representa uma alternativa futura para o aperfeiçoamento de meios de cultura visando o crescimento, a maturação oocitária e, consequentemente, a produção de embriões humanos in vitro. Hoje, esses embriões são produzidos utilizando-se procedimentos de superovulação e colheita dos oócitos por punção, gerando desconforto físico e emocional para as pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o bem-estar animal, por se tratar de um modelo exclusivamente in vitro para a produção de embriões, a Moifopa (ovário artificial) contribuirá para o bem-estar animal (redução do estresse), pois representará uma alternativa aos procedimentos de superovulação, colheita de embriões, punção de oócitos por ultrassonografia, bem como ao uso de animais em experimentos. No futuro, a partir de um pequeno fragmento de córtex retirado de um ovário por biopsia, será possível a produção, em laboratório, de centenas a milhares de embriões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;FONTE:Ministério da Ciência e Tecnologia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-4990583260764846695?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/4990583260764846695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=4990583260764846695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/4990583260764846695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/4990583260764846695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/12/tecnica-do-ovario-artificial-promete.html' title='Técnica do ovário artificial promete alta produtividade a baixo custo'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-3494546485926573591</id><published>2009-11-30T15:48:00.000-08:00</published><updated>2009-11-30T15:54:06.290-08:00</updated><title type='text'>ABCZ registra primeiro clone zebuíno</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 336px; height: 222px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SxRa-3L5M5I/AAAAAAAAcls/2AMCkcADpoE/s400/clone+Divisa+Mata+Velha+TN+1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410049088391033746" border="0" /&gt;Aos três meses de vida, a fêmea da raça nelore Divisa Mata Velha TN 1 (Registro BN 1000 TN 1) passará a ser conhecida mundialmente como o primeiro clone zebuíno a ser registrado pela ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu). O registro será realizado amanhã (1º/12), às 10h, na sede da empresa Geneal, localizada na BR 050, km 184, em Uberaba/MG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O registro do primeiro zebuíno clonado acontece seis meses depois do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) anunciar a homologação da inscrição de zebuínos oriundos de transferência nuclear (clones) no SRGRZ. Outras raças que também fazem registro de clones são jersey e holandês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os critérios para a concessão do registro foram definidos em 2007 por uma comissão técnica formada por pesquisadores de várias universidades e centros de estudo. Algumas das exigências é a obrigatoriedade do doador nuclear ser portador de registro genealógico de nascimento ou definitivo (Veja “Regulamento do Registro de Clones”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o presidente da ABCZ, José Olavo Borges Mendes, a ABCZ  dá um importante passo para garantir a formalização desses animais. “É uma grande conquista, porque, apesar do melhoramento genético ser nossa principal meta, sempre existirão aqueles animais de mérito genético singular, que podem contribuir para resgatarmos qualidades e funcionalidades de interesse do mercado. A clonagem também possibilita a preservação dessa genética”, destaca o presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele alerta, porém, que a tecnologia deve ser utilizada com ética e em prol do crescimento da pecuária. “Temos muito a desenvolver em relação à clonagem, mas a ciência está sempre em evolução e temos que caminhar em conjunto para que possamos utilizá-la a favor do avanço da pecuária. É preciso zelar pela ética em relação à negociação de animais clonados para que o mercado não perca a credibilidade e para que nossa pecuária não deixe de se desenvolver. Por isso, as normas são aliadas da ética”, garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Vitória à Divisa Mata Velha – O primeiro clone bovino brasileiro e da América Latina nasceu há oito anos. Batizada de Vitória, a fêmea nasceu graças aos avanços com a biotécnica alcançados pelos pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen).&lt;br /&gt;A história de Divisa Mata Velha TN 1, animal que pertence à Fazenda Mata Velha, também passa pelos laboratórios da Embrapa, que tem um convênio com a empresa Geneal desde 2006 para produção de clones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para produzir o clone, foi coletado em abril de 2007 uma biópsia de pele de 1 cm X 1 cm da prega da cauda da doadora Divisa. O material foi levado para Brasília, onde está localizada a Embrapa Cenargen, para realização dos procedimentos de isolamento, cultivo e congelamento das células. A manipulação resultou em 18 embriões transferidos para 14 receptoras e cinco gestações confirmadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única que chegou ao fim (com 292 dias de gestação) foi a de Divisa Mata Velha TN 1. A fêmea nelore nasceu no dia 1º de setembro de 2009 com 39 quilos. “O registro deste clone é uma vitória e faz do Brasil uma referência na área de biotecnologia. O país já é responsável por 50% dos animais que nascem de Fecundação in Vitro no mundo e agora avança na clonagem”, diz o superintendente da Geneal, José Olavo Júnior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fêmea doadora do material nuclear que originou o clone, Divisa Mata Velha, é uma das principais matriarcas da história da seleção Mata Velha, do pecuarista Jonas Barcellos Corrêa Filho. Foi grande campeã da ExpoZebu 1995. É mãe da grande campeã da Expoinel 1999, Mansão. Também é mãe da grande campeã da ExpoZebu 2003, Página Mata Velha e mãe de Meteorito da Mata Velha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Critérios para o Registro Genealógico de clones&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para solicitar o registro de um clone, o criador precisa atender a todas as exigências do Regulamento do Registro Genealógico das Raças Zebuínas para animais oriundos de Transferência Nuclear. Veja abaixo:&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CAPITULO XVI&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DA TRANSFERÊNCIA NUCLEAR – TN  (CLONAGEM)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 114 - Os produtos clones resultantes de transferência nuclear (TN) poderão ser inscritos no SRGRZ desde que atendidas todas as normas determinadas pelo MAPA e que estejam em conformidade com a legislação em vigor e com as determinações contidas neste regulamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 115 - Os produtos de transferência nuclear (TN) poderão ser resultantes de núcleos de células doadoras provenientes de embriões ou de células somáticas, sendo que estas serão colhidas de animais adultos, com autorização prévia do proprietário do animal doador por escrito e com firma reconhecida, cultivadas em laboratório e criopreservadas em nitrogênio líquido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Primeiro: o doador nuclear, quando o material biológico a ser clonado for oriundo de células somáticas, deverá, obrigatoriamente, ser portador de registro genealógico de nascimento ou definitivo, de acordo com as exigências do SRGRZ compatíveis com sua idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Segundo: quando o material biológico a ser clonado for oriundo de células embrionárias, o doador (embrião) deverá ser, oportuna e obrigatoriamente, inscrito no SRGRZ de acordo com as normas contidas neste regulamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Terceiro: outras origens de material biológico a ser clonado poderão ser autorizadas, desde que referendadas pela comunidade científica e pelo MAPA, bem como do proprietário do animal doador do material biológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 116 - Para que os produtos resultantes de TN possam ser inscritos no SRGRZ é obrigatória a apresentação de uma autorização formal do proprietário das células doadoras de núcleos, com firma reconhecida em cartório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 117 - A doadora do ovócito enucleado deve ser uma matriz portadora de registro genealógico da mesma raça do indivíduo clonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 118 - Os produtos resultantes da TN, para receberem o RGN, terão que ter, além das exigências anteriores, obrigatoriamente:&lt;br /&gt;a) análise do DNA da linhagem celular (núcleo doador);&lt;br /&gt;b) análise do DNA da doadora do ovócito enucleado;&lt;br /&gt;c) análise do DNA do produto resultante de TN;&lt;br /&gt;d) laudo laboratorial, comprovando a absoluta igualdade genética entre as análises dos itens “a” e “c” e, ainda, expressando de forma clara, os procedimentos técnicos de análise molecular que confirmam o produto resultante da TN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 119 - Os produtos resultantes da TN, portadores de RGN, somente poderão receber RGD se, para os machos for apresentado exame andrológico que o qualifique como apto à reprodução e, para as fêmeas, laudo qualificando-a como doadora de ovócitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 120 -  Somente poderão ser inscritos no SRGRZ, os produtos resultantes de TN produzidos em laboratórios devidamente credenciados no órgão competente do MAPA e nos quais os doadores nucleares tenham sido registrados para TN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 121 -  Os produtos resultantes de TN, que atenderem aos requisitos para inscrição no SRGRZ, terão como padrão na composição de seu certificado de registro genealógico:&lt;br /&gt;a)     O nome do doador nuclear acrescido das iniciais TN e uma série numérica crescente que será definida pelo SRGRZ, iniciando-se no número 1 (um), que se referirá ao número do clone de acordo com sua ordem cronológica de nascimento.&lt;br /&gt;b)    O número de registro genealógico do doador nuclear, acrescido das iniciais “TN” e da série numérica crescente, conforme definida no item “a” acima.&lt;br /&gt;c)     O número de registro genealógico da doadora do ovócito enucleado.&lt;br /&gt;d)    O nome do proprietário das células doadoras de núcleos&lt;br /&gt;e)     O nome do proprietário do animal doador resultante de transferência nuclear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 122  -  Os produtos resultantes de TN deverão ser identificados:&lt;br /&gt;a)     Ao nascimento, por tatuagem indelével na orelha esquerda com o registro genealógico do doador nuclear, acrescido das letras “TN” e da série numérica correspondente à sua obtenção.&lt;br /&gt;b)    Também ao nascimento, por tatuagem indelével na orelha direita, com o registro genealógico da doadora do ovócito enucleado.&lt;br /&gt;c)     Até a desmama, por marca a fogo na perna direita, com o registro genealógico do doador nuclear, acrescido das letras “TN” e da série numérica correspondente à sua obtenção.&lt;br /&gt;d)    Pela aposição de marca a fogo (“caranguejo”) na perna direita, acima da identificação do animal, somente por técnico habilitado pelo SRGRZ e depois de atendidas todas as determinações deste regulamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 123 -  Os produtos resultantes de TN, desde que nascidos e viáveis e que tenham atendido o que determina este regulamento e, em especial, o que determina o Art. 6º deste regulamento, passam, automaticamente, a ter as mesmas condições e tratamentos que o seu doador nuclear frente ao SRGRZ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-size:10;color:blue;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-family: arial; font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Laura Pimenta (Mtb 08756/MG)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Assessoria de Imprensa da ABCZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Tel.: +55 (34) 3319-3862 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Praça Vicentino Rodrigues da Cunha, 110&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;Bairro São Benedito - Uberaba - MG - 38022-330&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:laurapimenta@netsite.com.br" title="blocked::mailto:laurapimenta@netsite.com.br" target="_blank"&gt;laurapimenta@netsite.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.abcz.org.br/" title="blocked::http://www.abcz.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;www.abcz.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-3494546485926573591?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/3494546485926573591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=3494546485926573591' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3494546485926573591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3494546485926573591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/11/abcz-registra-primeiro-clone-zebuino.html' title='ABCZ registra primeiro clone zebuíno'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SxRa-3L5M5I/AAAAAAAAcls/2AMCkcADpoE/s72-c/clone+Divisa+Mata+Velha+TN+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-7155505826233163717</id><published>2009-11-07T09:07:00.000-08:00</published><updated>2009-11-07T09:12:26.524-08:00</updated><title type='text'>Diagnóstico do leite em Goiás: a realidade continua a mesma</title><content type='html'>&lt;table width="100%" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;        &lt;td align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://wm.agripoint.com.br/imagens/autor/pequena/30.jpg" class="bd_01" align="left" /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marcelo Pereira de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Diretor Executivo da AgriPoint&lt;br /&gt;&lt;span class="cr_03"&gt;09/10/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 08 foram divulgados os resultados do Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Leite de Goiás, realizado pela FAEG (Federação da Agricultura do Estado de Goiás) e coordenado pelo Prof. Sebastião Teixeira Gomes, da Universidade de Viçosa. (&lt;a class="lk_06" href="http://www.milkpoint.com.br/pdf/DiagnosticodaProducaode%20LeitedoEstadodeGoias.pdf" target="_Blank"&gt;&lt;u&gt;Veja o documento na íntegra&lt;/u&gt;&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho é de grande valia para compreendermos um pouco mais como a produção de leite está estruturada na região e, acredito, sirva também para outros estados do Centro-Oeste e do Sudeste, visto que as condições de produção são semelhantes (inclusive esse Diagnóstico chegou a conclusões bem próximas ao realizado em MG em 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados apresentados não impressionam por si, visto que, de certa forma, chegam a conclusões já esperadas. Porém, certamente impressionam ao permitir uma caracterização da atividade que está longe daquilo que poderia se esperar, quando se pensa em uma cadeia de produção que em tese se moderniza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atividade é caracterizada pela assimetria: 68,4% dos produtores amostrados produzem menos de 200 litros por dia e são responsáveis (cálculos meus) por 25,7% do leite, ao passo que 9% dos produtores produzem mais de 500 litros/dia e respondem por 47% do leite (Tabela 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tabela 1. Distribuição dos produtores de acordo com o número e volume produzido (amostra de 500 produtores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://wm.agripoint.com.br/imagens/banco/20059.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em média, o produtor goiano (amostragem de 500 produtores) produz 245 litros/dia, sendo o capital médio investido de R$ 786.594,00, com 74,67% em terra, o que caracteriza um sistema extensivo de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nível tecnológico é, em geral, baixo. Pouco mais de 30% fazem controle leiteiro; 69,3% não utilizam caneca de fundo telado para diagnóstico de mastite; 20% ainda não resfriam o leite; dos que resfriam, 60% o fazem em tanques coletivos. Mais de 40% dos reprodutores são zebuínos puros - sendo o principal, com 27% dos casos, touros Nelore; a produtividade por área e por animal é muito baixa (2.102 litros/hectare/ano e 8,17 kg/vaca/dia).&lt;br /&gt;E por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota-se, também, que há diferenças claras entre os módulos de produção: até 200 litros, os produtores utilizam quase que exclusivamente mão-de-obra familiar, têm baixo nível educacional e tecnológico, não recebem assistência técnica, têm menor produtividade, usam menos insumos e têm menor produtividade da mão-de-obra. Basicamente, sobrevivem, ou tentam. Acima de 500 litros e, especialmente, acima de 1000 litros, os dados vão melhorando. Entre 200 e 500 litros/dia, há uma transição: hora se assemelham aos produtores de menos de 200 litros/dia, hora caracterizam-se mais como produtores de mais de 500 litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como outros trabalhos já realizados, a maior parte dos produtores não cobre os custos totais de produção (tabela 2) e, quando cobrem, a margem é pequena e bastante inferior ao rendimento obtido pela poupança (apenas produtores acima de 500 litros/dia têm lucro). Em geral, são cobertos apenas os custos operacionais efetivos, isto é, o desembolso de caixa, sem contabilizar a mão-de-obra familiar e a depreciação. Isso quer dizer que i) o produtor se sujeita a trabalhar por um valor menor do que o custo de oportunidade de seu trabalho, e ii) no longo prazo, será forçado a deixar a atividade por não cobrir os custos totais de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale dizer que o trabalho compreendeu o período entre julho de 2008 e junho de 2009, em que os preços se mantiveram baixos por boa parte do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tabela 2. Preço por litro, Custo Operacional Efetivo (COE), Custo Operacional Total (COT), Taxa de Remuneração excluindo Terra (RCST) e Taxa de Remuneração incluindo Terra (RCCT).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://wm.agripoint.com.br/imagens/banco/20060.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torsten Hemme, do IFCN, que analisa custos de produção de diversas fazendas ao redor do mundo, constatou que menos de 2% do leite pode ser produzido ao custo comparável a US$ 2.000/tonelada de leite em pó, vigentes no mercado internacional no início do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, a conta não é tão simples assim. O mundo tem cerca de 145 milhões de fazendas de leite, sendo 75% delas tipicamente de subsistência, produzindo 30 a 40% do leite, talvez parecidas com os produtores de menos de 50 litros por dia de Goiás. Outros 24% são tipicamente familiares, sendo responsáveis por 40 a 50% do leite mundial. Encontram-se nessa categoria, por exemplo, a maior parte dos produtores da Europa. Apenas 0,4% das propriedades são encaradas como um negócio, e respondem por 10 a 20% do leite mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torsten colocou um aspecto interessante: os produtores europeus estão entrando em greve. Ora, quem entra em greve são os funcionários, não os empresários. O produtor europeu, no geral, vê sua atividade muito mais como a obtenção de uma renda mensal, do que como um negócio que precisa dar lucro. Se essa renda se torna insuficiente, entra-se em greve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em função dessa caracterização mundial da atividade, mesmo com preços aparentemente inviáveis, a produção se mantém, pois estão sendo cobertos os custos operacionais, assim como ocorreu no trabalho de Goiás. Nesse sentido, Goiás é um retrato do mundo e da atividade leiteira: da porteira para dentro, mais uma alternativa de sobrevivência, até por falta de outras opções, do que um negócio. Da porteira para fora, isso evidentemente muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao serem questionados sobre as razões de permanecer na atividade, essa realidade fica mais clara. Dos produtores com até 50 litros diários, 53,5% está na atividade por permitir uma renda mensal, ao passo que 13,4% afirmam que a região não permite outra atividade (tabela 3). No agregado, apenas 4,4% afirmam se tratar de um negócio lucrativo, enquanto 51,0% colocam que a questão da renda mensal é o principal aspecto. Ainda, 14,5% dizem que a razão é a tradição familiar (principalmente entre os acima de 1000 litros por dia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É válido lembrar - e importante refletir sobre isso - que, como o número de pequenos produtores é muito grande, todas as análises agregadas são influenciadas pelas suas respostas, o que não caracteriza necessariamente que o leite produzido siga os mesmos padrões, visto que, como mostra a tabela 1, um número relativamente pequeno de "grandes" produtores produz a maior parte do leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tabela 3. Razão pela qual o entrevistado produz leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://wm.agripoint.com.br/imagens/banco/20061.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse perfil é sustentável? Provavelmente não, mas durará mais algum tempo, talvez até a geração seguinte. Cerca de 33% dos entrevistados indicam que os filhos deixarão o meio rural, ou seja, não haverá sucessão. E essa % foi semelhante em todos os extratos, sendo a menor - 27,2% para os produtores entre 200 e 500 litros e a maior - 39,5% entre aqueles com menos de 50 litros/dia. Aliás, o fato do número de produtores com menos de 50 litros/dia já ser menor do que os que estão entre 50 e 200 litros indica que provavelmente o módulo mínimo que permite sobrevivência já está nessa faixa e não na primeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando à questão anterior, apenas 42,5% dos produtores afirmam que os filhos continuarão com a atividade (15,1% trocarão de atividade e 9,0% venderão a propriedade, além dos que deixarão o meio rural, já mencionados acima).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho retrata uma realidade pontual. Seria interessante termos uma análise temporal para encontrar respostas sobre as tendências. Exemplo: qual é o perfil do produtor que aumenta sua produção, isto é, será que, embora sendo uma atividade marcada pela produção de subsistência ou pouco mais do que isso, cada vez mais o leite, em quantidade, está sendo produzido por um produtor que responde mais à tecnologia e que não está tão à margem do processo, ainda que esteja longe de ser um exemplo de eficiência? Tendo a achar que sim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico retrata talvez duas realidades. Olhando-se para a caracterização média dos produtores, os resultados são desanimadores. O que representam estes perfis, senão um exemplo evidente de pobreza rural e abandono? Olhando para o segmento dos produtores de maior porte, a situação é um pouco melhor, mas ainda muito aquém do potencial em relação a produtividade e rentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção goiana tem um grande desafio pela frente. Após o estado verificar grande crescimento na década de 90, a produção tem patinado e não será surpresa se Goiás for superado por Santa Catarina, caindo para o quinto lugar no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao serem perguntados sobre as vantagens de Goiás, os dirigentes de laticínios locais afirmam que uma delas é o fato do estado ter grande potencial para produção de leite de baixo custo, em razão da disponibilidade de grãos e de pastagens de braquiária, e que a tecnologia de produção de leite a pasto foi dominada pelos produtores. Esse custo baixo implica na cobertura de todos os custos de produção, ou está calcado na ausência de outras alternativas? Ainda, sem dúvida, há potencial para produtividade muito maior, que resulta em maior margem líquida por hectare, mas tenho lá minhas dúvidas se o custo realmente pode cair muito abaixo dos valores encontrados no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que esse Diagnóstico sirva de ponto de partida para que ações efetivas sejam feitas, o que não é fácil, dada a enorme assimetria entre produtores e as dificuldades inerentes a se trabalhar com produtores que basicamente sobrevivem da atividade e que são em grande número.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-7155505826233163717?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/7155505826233163717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=7155505826233163717' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/7155505826233163717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/7155505826233163717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/11/diagnostico-do-leite-em-goias-realidade.html' title='Diagnóstico do leite em Goiás: a realidade continua a mesma'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-1929429734414316201</id><published>2009-07-21T06:06:00.000-07:00</published><updated>2009-07-21T06:08:59.612-07:00</updated><title type='text'>Gir: dupla aptidão?</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3  class="post-title entry-title" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 face="verdana" class="post-title entry-title"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/h3&gt;   &lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;Conhecemos a raça gir, como raça de duplo propósito. Muito bom, sensacional... Os filhos de qualquer touro da raça irá produzir fêmeas muito leiteiras e machos muito carnudos, são os super indivíduos; para completar isso tudo, sem comer ração, só no pasto, mais sensacional ainda.&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Porque isso não ocorre na prática?&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;Pior, por que ambas as aptidões são questionadas, quanto à “produtividade comercial”? &lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;Quando falamos em carne, a primeira lembrança é da raça nelore, “... nunca vamos competir com o nelore..., quando falamos em leite o que vem é o girolando “...Por que não nos preocupamos com o girolando que é adaptado e produz muito mais...”.&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Seria redundância dizer aqui que o mundo mudou, que o sistema esta globalizado, etc, mas essa realidade precisa chegar até nós, ai fica fácil de entender esse fracasso do duplo propósito em um mesmo animal e nas propriedades produtivas que acham que conseguem lucrar com o leite (medíocre) e com a venda do bezerro guaxo.&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se analisarmos, hoje as tecnologias são de fácil acesso com custos totalmente acessíveis, e em contra partida a exigência de qualidade e produtividade estão cada vez mais insuportáveis, digo insuportável, por que com esse sistema globalizado, quem não da conta do que se exige, ta fora, infelizmente, o romantismo e preciosismo, não pagam as contas. &lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;O que quero dizer com isso, o sistema de produção com esse profissionalismo, não permite pequena produtividade, exigindo especialização cada vez mais, começando da alimentação, passando pelo manejo e sanidade e é claro chegando até a genética. E é ai que o bicho pega, ou seu animal suporta aquele sistema de produção que é necessário para essa “competição” ou, como já disse, dança. É o tal do custo-benefício.&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A especialização zootécnica é inevitável, animais, precisam dar conta do recado, e ai nesse caso eu não preciso de um animal que faça um pouco de tudo e sim do animal que faça tudo do pouco.&lt;br /&gt;As aptidões são desafiadas a cada geração, e a cada geração, são especializadas e definidas para que façam esse “tudo do pouco”.&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Agora a riqueza da raça Gir é exatamente essa, a raça é capaz de escolher, selecionar e obter indivíduos especializados em carne e indivíduos especializados em leite; ou seja, é uma raça de dupla aptidão com indivíduos com aptidões particulares e definidas (ou leite ou carne).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong style="font-family: verdana;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div face="verdana" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Não podemos correr se o risco de eleger os “super heróis”, que supostamente produzam leite e carne. Lembro: onde deve ter um úbere produtivo, não conseguimos encontrar massas musculares evidentes, e obviamente onde encontramos massas musculares evidentes não sobra espaço para um úbere produtivo.&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Sejamos profissionais, observemos os erros e acertos do passado olhando para frente, não para traz. Não corramos o risco de fazermos o papel do “super pato”, que tem a capacidade de voar, nadar e andar, mas que, voa, nada e anda, muito mal, sem competitividade nenhuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BWWIFF0_XIw/SmS4xei5LEI/AAAAAAAABWs/QmiwAyla4XY/s1600-h/z%C3%A9+barros.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360612616630250562" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 83px; height: 119px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_BWWIFF0_XIw/SmS4xei5LEI/AAAAAAAABWs/QmiwAyla4XY/s200/z%C3%A9+barros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;br /&gt;José Agusto Barros&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Médico Veterinário&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jurado Oficial da ABCZ&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conselheiro Técnico da Assogir&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Criador de Gir Aptidão Corte e Nelore&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-1929429734414316201?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/1929429734414316201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=1929429734414316201' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1929429734414316201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1929429734414316201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/07/gir-dupla-aptidao.html' title='Gir: dupla aptidão?'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_BWWIFF0_XIw/SmS4xei5LEI/AAAAAAAABWs/QmiwAyla4XY/s72-c/z%C3%A9+barros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-1948873688355430995</id><published>2009-04-28T21:08:00.000-07:00</published><updated>2009-04-28T21:09:43.233-07:00</updated><title type='text'>O Leite A</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Luiz Moreira Garcia (*)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é novidade para ninguém que o leite de vaca esteja causando alergia às pessoas. Não estou falando de intolerância a lactose (o açúcar do leite) por falta de lactase (a enzima que digere a lactose), pois esse é um fator mais ligado a herança genética, mas sim de alergia propriamente dita, ou seja, uma reação imunológica gerada pelo nosso corpo a proteínas do leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para explicar esse fenômeno o que não faltam são "profetas de plantão" geralmente oriundos das escolas e vertentes de pensamento naturebas com explicações do tipo: " o homem é o único animal no mundo que toma leite na idade adulta". Essa frase dita e repetida "ad nauseum" por "gurus" nutricionais e até mesmo por alguns médicos desavisados, soa bastante verossímil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa explicação aparentemente correta sempre desafiou a minha modesta inteligência. Me explico: Como descendente direto de ibéricos sou geneticamente equipado para desconfiar de tudo e de todos. O " Hay gobierno ? Soy contra" está intimamente amalgamado no meu DNA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi estudar o leite de vaca na evolução da espécie humana. Decidi também estudar a veracidade da afirmação natureba. Logo de cara descobri que o homem é o único animal de toma leite na idade adulta por ser dotado de livre arbítrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri que até pássaros tomam o leite de vaca, passando por cachorro, gato, e o que mais for e até mesmo o próprio gado, se o leite, a eles, for oferecido. Hipótese cada vez mais remota com o preço do leite nos patamares atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A razão do bezerro/a não tomar leite de vaca após uma  certa idade, é que a um determinado ponto a vaca, sabiamente, dá um “basta!” não mais permitindo ao seu rebento esse privilégio para que o mesmo por si próprio passe a se alimentar de capim, o alimento preferencial para o qual o gado bovino está geneticamente aparelhado para garantir a sua subsistência . Nesse momento a vaca sabiamente passa a hostilizar a própria cria, pois irá necessitar de toda a sua energia para gerar a próxima cria. É apenas mais uma faceta da natureza sábia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri, igualmente, que o homem toma leite de vacas há mais de 10.000 anos e que nunca teve problemas de alergia nos últimos 9.900 anos. Descobri também, que o leite de vaca foi fundamental para o desenvolvimento da própria espécie humana, tirando dos homens parte do trabalho diário de obter alimentos, quer pela caça quer pela coleta de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que estaria acontecendo hoje em dia, então ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta pode estar em uma descoberta recente por parte da ciência. Os pesquisadores descobriram que todas as fêmeas, incluindo a mulher, cabra, égua, camela, etc... produzem , no leite, uma proteína denominada Beta caseina A2, mas que, a aproximados 10.000 anos atrás, algumas vacas sofreram uma mutação genética e passaram a produzir também uma proteína denominada Beta Caseina A1. A única diferença entre as duas proteínas é apenas um amino acido na 67ª posição entre 203 amino ácidos que compõem as duas proteínas. A Beta Caseina A1 possui uma histidina enquanto que a Beta Caseina A2 tem uma prolina na 67ª posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entra uma histidina no lugar de uma prolina, e como a natureza é caprichosa, essa aparente pequena diferença faz com que a proteína seja clivada ( quebrada ) nessa posição dando origem a um peptídeo (parte de proteína) denominado "Beta Caso Morfina A7" por ter uma estrutura química semelhante a morfina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É criado no estomago, por meio da digestão ácida, um opiáceo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo vários autores, as Beta Caseinas A1 e seu peptídeo, principalmente um denominado Beta Caso Morfina 7 estariam implicadas em uma serie de reações alérgicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos europeus demonstraram estar esse peptídeo associado a casos de autismo, morte súbita e diabetes tipo-1 em crianças e problemas coronarianos, problemas neurológicos e colesterol elevado em adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fato fez com que os pesquisadores estudassem todas as raças bovinas e descobrissem quais as que produziam uma maior quantidade de leite A1 e A2.&lt;br /&gt;Uma pesquisa genética de nossos patrícios da USP de São Carlos demonstrou que todas as raças zebuínas ainda produzem leite A2 na sua quase totalidade (números bem próximos a 100%), não tendo sido afetadas por aquela mutação genética. Ponto para os criadores de Gado Gir Leiteiro. Além das características já conhecidas de rusticidade e resistência a parasitos externos aparece agora mais essa vantagem, o leite do Gir é não alergênico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas raças taurinas (européias) apenas a raça Guernsey, que já foi a raça leiteira mais criada no Brasil e infelizmente se extinguiu devido a vários fatores e que agora está aumentando a nível mundial, produz exclusivamente o Leite A2, ficando a raça Jersey em segundo lugar com 75% de leite A2 e 25% de leite A1 alergênico e a raça holandesa com 50% de leite A1 e 50% de leite A2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como em todas as descobertas científicas que colocam em cheque o sistema estabelecido essas descobertas também estão sendo e irão ser combatidas como sempre foram pelos cientistas de aluguel, mídia de aluguel e finalmente por olíticos/legisladores de aluguel vendidos aos interesses econômicos contrariados. A título de ilustração vejam o que está acontecendo com a idéia que propõe a utilização de sacolas de supermercados feitas com material biodegradável e vejam os argumentos usados pela industria de plástico poluente para a manutenção da sua sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra hipótese nos chama a atenção para o manejo e a alimentação das vacas leiteiras nos últimos 60 a 70 anos. A bem da verdade é bom que se diga que as vacas leiteiras evoluíram comendo capim. São seres pastejadores herbívoros. Deveriam, portanto, se alimentar preferencialmente de capim. Certo? Errado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vacas leiteiras, hoje em dia,  comem quase tudo menos capim. Vejam por exemplo alguns exemplos de componentes da dieta exótica das vacas leiteiras nos últimos 70 anos:                                                                                                                                             &lt;br /&gt;- Esterco de galinha (proibido, mas ainda utilizado na clandestinidade no Brasil) - Caroço de Algodão                                                                &lt;br /&gt;- Polpa de Laranja (sub-produto industrial)&lt;br /&gt;- Farelo de Soja&lt;br /&gt;- Uréia, Sulfato de Amônio (derivados de petróleo)        &lt;br /&gt;- Farinha de Carne (hoje proibida)                                                       &lt;br /&gt;- Farinha de Penas (hoje proibida)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente após todo esse cardápio indigesto vocês não poderiam ficar surpresos se eu lhes contasse que 80% de todo o Bicarbonato de Sódio produzido nos EUA sejam utilizados na alimentação de vacas de leite.&lt;br /&gt;Haja Bicarbonato de Sódio!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem descobriu um atalho para a pobreza dos nossos solos e ao invés de fertilizar os solos prefere dar aos animais diretamente os sais que na verdade deveriam ser usados como adubos de solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se as duas hipóteses estiverem corretas qual seria a vaca que teoricamente produziria o leite mais  alergênico ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente!  A vaca holandesa que produz mais proteína A1 alimentada com a dieta exótica que é utilizada nas fazendas-fábricas que são preconizadas pelo status-quo técnico-científico do chamado agro-negócio, que insiste em tentar reduzir todas as tarefas biológicas a meros produtores de moeda corrente sem levar em consideração as necessidades fisiológicas de cada espécie animal, isto é , uma dieta altamente acidificante e geradora de problemas já bastante conhecidos de todos os criadores de gado leiteiro, a saber, laminite, indigestão, empanzinamento, abomaso desalojado, baixa longevidade ( vida curta), etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também, não poderiam ficar surpresos se eu lhes disse-se que a média de lactações de uma vaca nos Estados Unidos, a Meca do conhecimento científico e onde todos os técnicos e cientistas brasileiros se espelham, é de apenas 1,8 lactações ou até menos. Não é para menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal, quem se importa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Status Quo acadêmico-científico nos diz o que é certo e o que é errado e o que conta no fim do dia é produzir mais leite não importando as conseqüências.&lt;br /&gt;Entretanto, vamos admitir por um átimo de tempo que ambas as hipóteses poderão estar corretas. A Nova Zelândia já se adiantou a registrar o nome "A2 Milk" e está certificando laticínios ou fazendas que trabalhem exclusivamente com Leite A2 determinado por meio de exame de DNA dos animais do rebanho e normas de manejo que contemplem o livre acesso dos animais ao pasto, luz solar e ar livre dos animais em lactação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo todo consumidores conscientes estão demandando alimentos cada vez mais produzidos de forma ecologicamente correta e leite produzido em fazendas-fábricas de gado holandês criado em confinamento (também ironicamente chamado de Free-stall) recebendo dieta exótica e acidificante que produz leite alergênico não é propriamente o que se pode chamar de ecológico e nem de correto ou até mesmo de salutar.&lt;br /&gt;Asneira ! Non-Sense ! Irão protestar o sistema e as autoridades constituídas.&lt;br /&gt;O tempo dirá quem está realmente com a razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da minha parte eu posso lhes garantir que estou trabalhando para ter o meu leite de vacas Guernsey, Jersey e Gir ou giradas que comam preferencialmente pasto ou feno produzidos em solos remineralizados com altos teores de fósforo, cálcio, magnésio e potássio e com teores expressivos de ferro, manganês, zinco, cobre, boro, cobalto e molibdênio e com uma microbiologia ativa para garantir um bom suprimento de húmus que irá se contrapor as secas e estiagens, cada vez mais freqüentes, e gerar plantas mais sadias e nutritivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez um dia, quem sabe, algum consumidor mais exigente irá dar valor ao meu produto. Antes tarde do que nunca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;(*) O Autor é formado em Agronomia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e tem Mestrado em Bioquímica e Fisiologia de Plantas pela Michigan State University. Também é criador de Gado Guernsey e Jersey no Sul de Minas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-1948873688355430995?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/1948873688355430995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=1948873688355430995' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1948873688355430995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1948873688355430995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/04/o-leite.html' title='O Leite A'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-2557146854808247831</id><published>2009-02-08T03:58:00.000-08:00</published><updated>2009-02-08T04:18:52.235-08:00</updated><title type='text'>RESPOSTA A UM COMENTÁRIO</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Comenta e pergunta o Sr. Euclides o seguinte: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Dr. Álvaro da Colômbia diz que há uma vantagem enorme na atualidade do Gir Leiteiro brasileiro em comparação ao Gir da Índia, fica uma pergunta: “Por que os condomínios de criadores de Gir e Nelore estão com gado na Índia coletando sêmen e embriões, e enviando para o Brasil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. RESPOSTA: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sr. Euclides, obrigado por seus comentários e sua pergunta. Desculpe minha demora em responder, mas eu estava viajando. Quero, além de responder, ampliar minhas observações com respeito ao tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo por dizer, que ante as necessidades circunstanciais do Mundo Tropical, produzir leite de vaca em climas quentes, inclusive em condições adversas, o recurso genético Gir Leiteiro brasileiro é significativamente superior hoje ao recurso genético Gir existente na Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O progresso genético conseguido no Brasil com o Gir Leiteiro,&lt;/span&gt; nos últimos 30 ou mais anos, iniciado pelos criadores pioneiros e continuado cientificamente nos últimos 24 anos (1985-2009 através do Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro efetuado pela EMBRAPA Gado de Leite e pela ABCGIL, em parceria com a ABCZ, as centrais de inseminação e centenas de criadores progressistas capazes de aplicar a zootecnia moderna de ponta),&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; não tem par na Índia, nem em nenhuma parte do Mundo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente se lhe equipara o esforço feito, também no Brasil, com a raça Guzerá Leiteiro entre EMBRAPA Gado de Leite, o Núcleo MOET da raça, os criadores, universidades e extraordinários cientistas da zootecnia moderna aplicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje com centenas de rebanhos de Gir Leiteiro brasileiro, com mais de 50.000 lactações fechadas, com 167 touros provados até 2008 (para o 2010 poderão chegar a 200) e um nível cada vez mais elevado de vacas superiores, filhas e netas de touros provados, com disponibilidade de embriões e sêmen congelado, distribuídos por centrais de grande capacidade tecnológica, ao alcance de pequenos, médios e grandes produtores de leite, não só no Brasil, senão em diferentes países do Mundo Tropical, o impacto deste recurso genético, mais outros fatores e detalhes, traduz-se como algo significativamente superior ao que realizaram, em forma fragmentária, na Índia algumas cooperativas e instituições estatais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa excursão muito interessante que realizei à Índia no ano 2001, com um grupo de criadores e técnicos amigos, da Colômbia e Venezuela, percorremos em ônibus e avião mais de 6.000 quilômetros nos Estados de Maharashtra, Gujarat e Rajastan, Agra (UP) e Delhi, pudemos identificar em diferentes gaushalas (conventos e/ou clausuras), institutos, cooperativas, centros de investigação, bem como no Marajá de Jasdan, Darbar Satyajit Khachar, um gado Gir indiano de características e aparência externa muito belas, muito em particular nas cabeças e chifres, bem como em cores. Todavia em funcionalidade, por exemplo, nos úberes, muito inferior ao dos criadores brasileiros de Gir de ponta. Não encontramos no gado Gir na Índia um programa de melhoramento genético nem similar, nem à altura, ao que se desenvolvia no Brasil no ano 2001 e que hoje, em 2009, é uma maravilha mundial como o expliquei antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indiscutivelmente identificamos indivíduos, vacas e touros Gir, alguns pertencentes ao Marajá de Jasdan, que poderiam chamar-se ‘como superiores’, ou indivíduos de cúpula na Índia, mas não rebanhos provados sob sistemas modernos de avaliação, confiáveis, ou núcleos superiores ao material Gir Leiteiro brasileiro provado. Encontramos genealogias de vacas com pedigrees ancestrais de até 300 anos atrás, mas o indivíduo sem provas de progênie ou qualquer outra avaliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em búfalos, pelo contrário, encontramos maravilhas. Sendo a Índia um dos maiores produtores de leite fluído do Mundo, e o maior de leite de búfala, a qual é essencial lá, não só por sua altíssima contribuição à indústria láctea e ao grande total de produção nacional, senão pelo sustento de milhões de micro produtores de leite, proprietários de uma ou duas búfalas. Em isto se esmeraram, com maior ênfase que com bovinos, os institutos do Estado, e inclusive as cooperativas grandes e pequenas, o NATIONAL DAIRY DEVELOPMENT BOARD (NDDB), que têm realizado trabalhos em búfalos muito importantes em inseminação, transferência de embriões e algo em melhoramento genético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visitamos a SABARMATI ASHRAM GAUSHALA, administrada pelo NDDB, uma central com laboratórios para congelamento de sêmen e trabalhos em embriões, com touros para a distribuição em massa de sêmen aos associados das grandes cooperativas. No momento da visita, Novembro de 2001, o catalogo, o qual ainda conservo, oferecia 90 reprodutores, dos quais 36 touros (40%) eram búfalos de diferentes raças e/ composições; 23 touros (26%) eram Bos taurus (12 Holstein e 11 jersey); 26 (29%) eram touros mestiços F1 ou compostos (indicus x taurus); 2 touros Gir; 1 touro Rede Sindi; 1 touro Sahiwal e 1 touro Kankrej (Guzerá). Os indicus dão 5% do total de touros (os Gir 2% dentro dos 5%). Ou seja, observa-se no catalogo o enorme interesse pelos búfalos (40%), um grande interesse pelo uso de touros mestiços (29%) e de raças européias (26%) (total 26 + 29 = 55%). Um mínimo interesse pelas raças nativas indicus (5%) onde o Gir participa com tão só 2 touros. Observa-se ademais, que o indicador para a escolha da seleção do sêmen dos touros não era uma prova, senão a lactação da mãe e em alguns casos as lactação das avós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que se fez, nesse país da Ásia&lt;/span&gt;, em programas de conservação das raças autóctones (as indicus) e em melhoramento genético pelas grandes instituições como THE INDIAN COUNCIL OF AGRICULTURAL RESEARCH (ICAR), o NACIONAL BUREAU OF ANIMAL GENETIC RESOURCES (NBAGR) e o PROJECT DIRECTORATE OF CATTLE FOR GENETIC IMPROVEMENT (PDC), &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não têm uma transcendência e impacto comparável ao que se fez no Brasil&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto que não apresentaram nada no 8º Congresso Mundial de Genética Animal Aplicada, apesar de terem sido convidados, evento que se realizou em Belo Horizonte, MG, de 13 a 18 de Agosto de 2007 (Madalena, F.E., comunicação pessoal, Janeiro 2009). Se tivessem tido algo que mostrar o teriam apresentado, como o fizeram os brasileiros neste e outros eventos do mundo da genética animal aplicada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tivemos a grande oportunidade de visitar AMUL, em Anand, Gujarat, a maior Cooperativa da Ásia e uma das maiores do Mundo, com milhões de associados (micros criadores). Lá presenciamos a forma como operam os centros de recepção todos os dias, duas vezes, de manhã e à tarde. Fomos testemunhas de como estes micros produtores, iam vender desde uma, duas, três ou mais garrafas de leite de búfalas e um pouco de leite de vacas cruzadas (base indicus com sêmen de touros taurus), e lhes pagavam no mesmo dia (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;conforme o cartaz abaixo guardado como um tesouro no escritório de Alvaro Restrepo na Colômbia e fotografado por Ivan Ledic).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: left;font-family:verdana;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SY7KhchBTZI/AAAAAAAAO7A/hSWLEm_vrMs/s1600-h/AMUL+08-02-2009+10-03-54+3024x956.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 127px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SY7KhchBTZI/AAAAAAAAO7A/hSWLEm_vrMs/s400/AMUL+08-02-2009+10-03-54+3024x956.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300396487400836498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cartaz da Cooperativa de AMUL com milhares de pessoas vendendo sua pequena produção diária de leite (em 2001 essa rotina era realizada já há 51 anos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo extraordinário e único. Dizia-nos o Presidente desta grande cooperativa, e do NDDB, o Dr. Trivedi, um homem interessantíssimo, numa entrevista que lhe fizemos: que seu interesse primordial não era o melhoramento genético dos animais, senão o bem-estar da gente e que o grande milagre de AMUL era pagar diariamente a milhões de micros produtores o leite entregue, para o sustento de suas famílias!!! Algo fantástico e admirável, em mim opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas minha comparação e afirmações anteriores não desqualificam o Gir da Índia. Pelo contrário, localizam-no, como o mencionei em meu escrito, como um recurso primitivo, isto é como fonte de “linhagens”, lá na Índia, para conseguir o que comumente se denomina, entre os criadores, “refrescamento de sangue” (introduzir variação genética) para criadores do Brasil que lhes interesse fazer isso, ou para aqueles com altos índices de consangüinidade em seus rebanhos e/ou para a busca de aportes particulares em características externas, para os senhores “puristas” ou quiçá de Gir “padrão”, onde primam na seleção para características menores ou de aparência externa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar e concluir passo a responder em forma concreta, à pergunta do Sr. Euclides: sempre existirão, em todas as partes do Mundo, alguns criadores interessados em conseguir material genético de “cúpula” em procura de melhorar sua raça. Na Índia existem esses “indivíduos de cúpula”, mas o grande problema é identificá-los com certeza. O que você conta em seus comentários não me surpreende, pois que eu “meio sabia” de que alguns selecionadores brasileiros, ou “condomínios de criadores”, estão levando ao Brasil sêmen e embriões de Gir da Índia (e de Nelore também, ao qual não quero referir-me aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano 2001, vimos um pouco disso e também o observamos lá, mas também o contrário, filhos de um grande touro Gir Leiteiro brasileiro nascidos na Índia!!! Com os avanços da biotecnologia já não existem fronteiras geográficas. A ambição do homem não tem limites. O que está por ver-se são os resultados positivos do conjunto, em outras palavras, os aportes que possam fazer esses embriões e sêmen do Gir da Índia, concretamente ao Gir Leiteiro do Brasil. De repente poderão ser positivos, pois creio muito no bom senso de meus amigos criadores, e no Brasil há alguns senhores que conhecem muito bem a Índia e seu material genético Gir, com o apoio ademais, de técnicos veterinários indianos especialistas para a escolha de tal recurso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano passado li um artigo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;escrito por Devinder Sharma, intitulado Losing Native Breeds (InfoChange News &amp;amp; Features, Nov. 2007)&lt;/span&gt;, sobre biodiversidade e recursos genéticos da Índia, onde expressa sua grande preocupação pela extinção das raças nativas em seu país (as indicus onde está incluída o Gir indiano) por cruzamentos indiscriminados com raças taurus. Em sua conclusão, como interrogação, questiona: “Será que a Índia vai terminar importando do Brasil suas mesmas raças nativas (indicus - Gir, Guzerá, Nelore) que uma vez, faz anos, exportou para esse país da América do Sul!!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho dúvidas de que já está ocorrendo essa importação, através da biotecnologia, tal como o ilustrei acima, o que fará cada dia mais difícil, para os criadores brasileiros, a correta identificação de indivíduos superiores dentro desse recurso primitivo da Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SYI5YoRCfDI/AAAAAAAAO2k/V4Gs836lzYc/s1600-h/alvaro+nova.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 99px; height: 106px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SYI5YoRCfDI/AAAAAAAAO2k/V4Gs836lzYc/s200/alvaro+nova.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296859207029652530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;ALVARO RESTREPO CASTILLO&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, B. S., M. Ag.&lt;br /&gt;Consultor Particular&lt;br /&gt;Bogotá - Colombia&lt;br /&gt;alvarorestrepo14@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Ivan Luz Ledic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: right;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;Tradução: Ivan Luz Ledic&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: left;font-family:verdana;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: left;font-family:verdana;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: left;font-family:verdana;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: left;font-family:verdana;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-2557146854808247831?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/2557146854808247831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=2557146854808247831' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/2557146854808247831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/2557146854808247831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/02/resposta-um-comentario.html' title='RESPOSTA A UM COMENTÁRIO'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SY7KhchBTZI/AAAAAAAAO7A/hSWLEm_vrMs/s72-c/AMUL+08-02-2009+10-03-54+3024x956.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-7979662016290970494</id><published>2009-01-18T15:53:00.000-08:00</published><updated>2009-01-18T16:23:28.499-08:00</updated><title type='text'>Gir Leiteiro: demanda cresce e valoriza a raça</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A raça está valorizada, com uma demanda crescente de animais e de genética.  Na pecuária leiteira é a expoente e mostra os resultados de trabalho integrado entre técnicos, pesquisadores e criadores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Luiz H. Pitombo&lt;/span&gt; (Revista Balde Branco)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SXPBiLOVTaI/AAAAAAAAOg4/sYVvUeQsagA/s1600-h/bia-2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 300px; height: 255px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SXPBiLOVTaI/AAAAAAAAOg4/sYVvUeQsagA/s320/bia-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292786779963084194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não faz muito tempo que um dos zebuínos mais leiteiros que se conhece, o Gir, era relegado dentro das raças produtoras tradicionais. Nas exposições permanecia esquecido ou quase que escondido. Mas isto é coisa do passado. Hoje, animais da raça freqüentam mostras especializadas, são avaliados em torneios leiteiros e promovem leilões no luxuoso Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, sendo arrematados por lances elevados de novos e tradicionais criadores. Um fator determinante para este reconhecimento da raça, que quase desapareceu no Brasil, foi a união de técnicos e selecionadores que acreditaram em seu potencial, garimparam os melhores exemplares e começaram a estabelecer o PNMGL-Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro, com a meta de desenvolver um tipo mais funcional e moderno de animal. Este trabalho, que envolve vários parceiros, tem à frente a Embrapa Gado de Leite e a ABCGIL-Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro. A raça ganhou novo perfil com a colocação no mercado de sêmen de touros provados no leite e foi alavancada pelos bons resultados de sua cruza com a raça Holandesa formando o Girolando, para onde vai a maioria do seu sêmen. Por outro lado, selecionadores e produtores passaram a manejar melhor seus animais dando condições para expressarem seu potencial produtivo. No início do PNMGL, em 1985, a média de produção dos rebanhos acompanhados era de 2.000 kg de leite por lactação. Atualmente, animais nascidos em 2006 apresentam média próxima de 3.500 kg, sendo cada vez mais comum se deparar com vacas acima dos 10.000 kg de leite. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados da Asbia-Associação Brasileira de Inseminação Artificial mostram que, em 1997, quatro anos após a apresentação dos primeiros touros provados, foram comercializados no País 186 mil doses de sêmen de Gir Leiteiro, o que representava 7% de todas as raças leiteiras. Em 2007, este volume chegou à 667 mil doses com um crescimento de 266%, enquanto no conjunto das raças a evolução foi de 54%, o que fez sua participação subir para 18%. Com algumas exceções, ela se manteve ao longo dos últimos anos como a segunda raça leiteira em volume de vendas, superada só pela Holandesa. Já na exportação, ela divide a preferência com a Girolando. Segundo a Secex-Secretária de Comércio Exterior, em 2007 foram enviadas ao exterior 163 mil doses de sêmen de diferentes raças, e em 2008, com dados acumulados até outubro, 245 mil doses. Pelos cálculos da Brazilian Cattle Genetics, entre 70% a 80% são da raça zebuína e de sua cruza. A Venezuela é um dos países que aposta firme na genética brasileira e tem igualmente importado doadoras e reprodutores. A meta é estabelecer um núcleo de seleção custeado pelo governo. Colômbia, Costa Rica, México, Egito e Senegal também estão de olho na raça. Atentos às oportunidades e ao implemento da linhagem leiteira do Gir, novos e tradicionais criadores usam intensamente fecundação in vitro (Fiv) e a transferência de embriões (TE) para multiplicar os animais de qualidade, aumentar a pressão de seleção e a oferta de animais. Como reflexo do interesse que desperta, o número de integrantes da ABCGIL quase que dobrou em 2008, chegando a perto de 270 associados. Mas dentro deste cenário, existem desafios a serem vencidos, como um rebanho ainda pequeno frente à crescente demanda interna e externa, a necessidade de se ampliar os controles leiteiros oficiais, o número de matrizes puras inseminadas e de participantes do PNMGL. Há também quem veja com ressalvas a escalada de preços dos animais e a busca de produções muito elevadas em condições que fogem ao cotidiano das fazendas e que se tornam anti-econômicas (veja seção Ponto de Vista nesta edição).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ordem é disseminar benefícios - Embora existam no Brasil propriedades com excelentes níveis de produção, a média nacional fica abaixo dos 1.500 kg de leite/vaca/ano. A partir desta constatação, Silvio Queiroz Pinheiro, presidente da ABCGIL, defende uma mudança na mentalidade destes produtores com a sua profissionalização, implementando o gerenciamento, tecnologia e a genética animal. Neste último aspecto, diz que o Gir Leiteiro possui um trabalho de sucesso e tem muito a contribuir, com a raça dispondo de um amplo espaço para se expandir. Com ela, diz que é possível se produzir leite a pasto com menos ração e gastos no controle de parasitas, resultando num custo adequado.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para sua divulgação, o dirigente conta que a ABCGIL está adiantada em conversas com entidades de extensão rural e começa discutir com a Embrapa Gado de Leite a possibilidade de levar a raça e seu sêmen para fronteiras pecuárias como as de Rondônia e Acre. “Queremos aumentar nossa base, principalmente em áreas tropicais, passando para 800 ou 1.000 fazendas colaboradoras do PNMGL”, diz com entusiasmo. Hoje elas são perto de 450 entre rebanhos puros e mestiços. Para 2009, comenta que se exigirá mais envolvimento dos integrantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pinheiro destaca que a ABCGIL estimula a realização de exposições e criou em 2008 um ranking, onde uma das exigências é a organização de torneios leiteiros. Técnicos da associação também estão envolvidos num projeto para o estabelecimento de uma ‘vaca-modelo’ em termos fenotípicos da raça, como tamanho e angulosidade. “Temos atualmente exemplares maravilhosos”, avalia.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na seleção, o dirigente aponta que se busca animais de melhores úberes e tetos, que sejam equilibrados em seus aprumos, com volume de leite, bons níveis de sólidos, além de persistência na lactação. Os animais precisam ser férteis e dóceis.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O crescimento da raça, sua valorização e o forte movimento em seus leilões, segundo Pinheiro, são reflexo do avanço genético obtido e da importância do Gir e sua rusticidade para a pecuária leiteira tropical. Ele se diz satisfeito com os resultados e com as perspectivas existentes. Sobre leilões com preços muito elevados, considera que são naturais entre aqueles que desejam estar no topo da pirâmide, buscam os melhores animais e mais caros. “São bons para divulgar a raça”, indica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Base de seleção da raça - A população de Gir Leiteiro no País é estimada entre 22.000 e 25.000 mil animais, dos quais 12.000 a 15.000 são vacas. Em sua quase totalidade, estes rebanhos participam ou são acompanhados pelo PNMGL, que igualmente atua em outros projetos de melhoramento da raça (GirGoiás e Núcleo Moet). Já foram incluídos nas provas 322 touros, sendo que até 2008 passaram por avaliação 167 animais. Revelaram-se positivos 96, acumulando-se perto de 50.000 lactações analisadas, tanto em rebanhos puros como cruzados. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Atualmente, de 20 a 30 reprodutores entram em avaliação por ano, contra apenas 6 a 8 de antes. Além do acompanhamento da progênie, nos rebanhos puros é coletado sangue para a extração do DNA para estudos na área de genética molecular e de outras medidas. Em 2005, foi apresentado o primeiro sumário com marcadores moleculares para capa caseína. Outros estão em avaliação (resistência a doenças, produção, proteína e gordura), com boas possibilidades de serem incluídos no sumário de 2009.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“O PNMGL, apesar de pequeno, utiliza toda tecnologia disponível no mundo”, ressalta Rui da Silva Verneque, coordenador do programa e chefe adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Gado de Leite. Ele explica que a seleção está centrada no volume de leite, mas que igualmente apresentam avaliações para proteína, gordura, sólidos e lactose, além de células somáticas e características lineares, como tamanho, altura, cascos e úbere. Para breve, diz que será estabelecido um índice que combine várias características econômicas.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Além dos ganhos em produção nos rebanhos puros, Verneque aponta que houve um aumento na duração da lactação. Vacas que pariram entre 1970 e 1998 apresentavam uma lactação média ao redor de 270 dias, mas desde 1999 houve um crescimento tendendo para a média atual de 289 dias. Foram detectadas reduções no intervalo médio entre partos, que passou de 517 dias nas fêmeas nascidas em 1970 para 466 dias para as nascidas em 2002, mas ainda há o que reduzir. A média de idade ao primeiro parto, tomando por referência o mesmo período, reduziu-se em cerca de 4 dias ao ano. No tocante aos constituintes do leite, eles cresceram em função do aumento da produção de leite em si e não do aumento dos teores. Os percentuais médios das vacas nascidas entre 1994 até 2002 estão em: 4,04% para gordura, 3,03% para proteína, 4,58% para lactose e 12,81% para o extrato seco. A contagem de células somáticas média para estes mesmos animais é de 583.000/ml.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Verneque não vê problemas significativos de consangüinidade dentro da raça no Brasil e nem a necessidade de importações, mesmo porque afirma que “temos o melhor Gir Leiteiro do mundo, com o trabalho de seleção em franca expansão”. Como o rebanho é ainda pequeno e por isso tem preços elevados, o pesquisador indica seu uso em cruzamentos com raças especializadas, como a Holandesa, sugerindo a meio-sangue como a mais adequada para a maioria das fazendas. Para os que não trabalham com bezerro ao pé, recomenda o uso de graus mais elevados de sangue das raças taurinas. “Os zebuínos são muito amorosos com suas crias e sua ausência interfere na produção”, conta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não é estratégia de marketing - “O Gir Leiteiro vive um momento próspero realista, pois chegou a este ponto pelo trabalho dos selecionadores, entidades, Embrapa... É um crescimento sustentado e não de ações de marketing”, afirma Eduardo Falcão de Carvalho, da Estância Silvânia, em Caçapava-SP. Ele é detentor de um plantel com 46 anos de seleção e foi por dois mandatos presidente da ABCGIL. Além da qualidade dos animais, ele reputa o crescimento nos valores a uma oferta abaixo da demanda, mesmo com o uso da Fiv e TE . Carvalho considera mais crítica a situação para o mercado externo, onde aponta tanto a falta de animais como de protocolos sanitários entre países. No Estado de São Paulo, diz que a raça vai muito bem e com crescimento no número de criatórios. “São rebanhos de seleção menores que estão ganhando dinheiro, numa região de terras e custo de mão-de-obra elevados”, salienta. Na Bahia e em Sergipe, a linhagem leiteira também cresce, como atesta Joaquim Souto, da Fazenda Taquipe, em São Sebastião do Passe-BA. Ele preside o Núcleo de Criadores de Gir desses estados, fundado em 2003 com 13 afiliados e que hoje está com 35. Diz que a ênfase na região está nas fêmeas e na produção de leite, e com isso cresce a demanda pelos tourinhos Gir Leiteiro. “Nas propriedades, são comercializados entre R$ 3.000 a R$ 5.000, enquanto que as novilhas saem por cerca de R$ 8.000”, revela. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Também comenta que se eleva o número de criadores de Girolando que investem no Gir Leiteiro, como ele próprio, que na nata do seu criatório Gir insemina com touros puros provados e nas demais parte para meio-sangue com o Holandês para a venda. Souto lembra com satisfação que passou para a ordenha mecânica um lote de fêmeas jovens Gir Leiteiro de sua fazenda para agilizar o trabalho. “A adaptação foi surpreendente”, avalia, explicando que mantém os bezerros por perto presos ao cabresto. As centrais CRV Lagoa, ABS Pecplan e Alta Genetics são as que mais atuam com o Gir Leiteiro. Henrique Brinckmann, gerente de negócios de leite da primeira, informa que as vendas da raça têm apresentado um grande crescimento, especialmente entre os criatórios puros, e que a perspectiva é de continuar a crescer em 2009. Os preços das doses têm se mantido estáveis na central.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Entre o tradicional e o novo - Entre as fazendas pioneiras que deram importante contribuição para o Gir Leiteiro estão as mineiras Brasília, em Ferros, e a Calciolândia, em Arcos. A primeira, capitaneada por Rubens e Flávio Peres, tem mais de 50 anos de seleção e um total de 500 animais. A média do rebanho é de 9.300 kg de leite em 350 dias, mas 10 vacas estão acima de 15.000 kg. Em seu grupo de campeãs está “Setiba”, com 18.206 kg em 365 dias. No leilão de outubro da propriedade, a média das fêmeas ficou em R$ 50.000, das prenhezes R$ 30.000 e dos tourinhos R$ 10.400. A média geral atingiu R$ 35.000.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Flávio considera que a expansão da raça vem se dando de maneira adequada e boa do ponto de vista técnico. Existe resposta positiva na seleção e afirma: “Em qualquer região tropical do Planeta e onde as raças européias não vão bem, a tendência é de o Gir Leiteiro dominar”. Mas como outros, reforça a necessidade de se continuar a trabalhar com credibilidade e com o controle leiteiro oficial. Ele conta que hoje já se conhece e se ensina mais sobre o zebu leiteiro nas universidades, mas que ainda existe um déficit.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na Calciolândia, de Gabriel Donato de Andrade, a seleção da raça é realizada há mais de 40 anos. São 1.200 cabeças registradas, com média de 4.000 kg de leite em 300 dias, sendo que os animais são mantidos a pasto o ano todo, já que na seca dispõe de irrigação. No plantel existem animais que desafiados para torneiros leiteiros dão de 8.000 kg a 9.000 kg. Uma das vacas top é “Juliana”, com 11.000 kg na lactação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Segundo Jordane José da Silva, gerente da propriedade, na seleção, além de precocidade e volume de produção, se busca melhorar os constituintes do leite. Os teores de proteína estão entre 3,8% e 3,9%; os de gordura, de 4,2% a 4,5%, e de sólidos totais, 12,5%. Ele conta que recebe pelo leite de Gir um adicional de 6% a 8% a mais do que o das Girolandas. Em termos de comercialização, Silva diz que 2008 foi excepcional. Em seu leilão virtual a média foi de R$ 25.000 e tem comercializado cerca de 250 tourinhos ao ano pela média de R$ 5.500.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um remate de 2008 que teve muito sucesso foi o 1º Elite Gir das Américas, realizado em novembro no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, numa promoção de Jorge Sayed Picciani e filhos. Selecionadores tradicionais de Nelore, há quatro estão igualmente com o Gir Leiteiro na Fazenda Monte Verde, em Uberaba-MG. No evento, que teve média geral efetiva de R$ 120.000, estavam representações da Venezuela, Colômbia, Bolívia e México.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Felipe, filho de Picciani, explica que na opção pela raça foi determinante a confiança no grande mercado existente para ela nos trópicos. O plantel atual da fazenda é de 200 vacas, dentre as quais 40 são doadoras. Perto de 300 animais estão em cria e existem 400 receptoras prenhas. Quanto ao crescimento do plantel, diz que ainda não pensa em limites e que a meta é ofertar tanto animais de seleção como comerciais. Em seus projetos, para daqui a 3 ou 4 anos, está a instalação, em Goiás ou Tocantins, de um criatório para 2.000 vacas Girolandas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Zebu leiteiro melhorado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Considerada uma das raças mais antigas da Índia, o Gir tem seu criatório puro concentrado nas regiões de Baroda, Rayputana e nas montanhas de Gir. São animais identificados em sua origem como de aptidão leiteira e de trabalho, nesse país que tem restrições religiosas ao consumo da carne bovina. No Brasil, sua introdução aconteceu através de sucessivas importações iniciadas logo nos primeiros anos do século passado, com o maior e último desembarque, com perto de 153 animais, ocorrendo em 1962. Até os anos 60 era uma raça zebuína numerosa no País e muito apreciada por suas características morfológicas, em detrimento da produção, como era a mentalidade predominante entre os pecuaristas da época. Também existem linhagens classificadas de dupla aptidão, corte e leite. Foi utilizada para a formação de outras raças como a Indubrasil, Girolanda e a Brahman nos Estados Unidos, esta com animais oriundos do Brasil. Mas desde o início, alguns técnicos e criadores acreditaram e começaram a seleção da raça para o leite. Como marcos desta trajetória pode-se apontar o estabelecimento pelo poder público, na década de 30, do Posto de Criação João Pessoa, em Umbuzeiro-PB, e da Fazenda Experimental Getúlio Vargas, em Uberaba-MG. Dentre os criatórios particulares pioneiros de Gir Leiteiro, estavam nas décadas de 40 e 50 os de Francisco Figueira Barreto, Contentino Jacinto, Gabriel Donato de Andrade, João Batista Figueiredo Costa, Randolfo de Mello Resende e Rubens Resende Peres. Com o trabalho de melhoramento genético, o Gir Leiteiro ganhou reconhecimento nacional e internacional, com os próprios indianos vislumbrando a qualidade do plantel aqui existente. Outros países, especialmente os latino-americanos, importaram e importam animais selecionados no Brasil, que detém, atualmente, o maior rebanho apurado da raça no mundo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-7979662016290970494?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/7979662016290970494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=7979662016290970494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/7979662016290970494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/7979662016290970494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/01/gir-leiteiro-demanda-cresce-e-valoriza.html' title='Gir Leiteiro: demanda cresce e valoriza a raça'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SXPBiLOVTaI/AAAAAAAAOg4/sYVvUeQsagA/s72-c/bia-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-8043315306847227543</id><published>2009-01-09T11:41:00.001-08:00</published><updated>2009-01-09T11:41:52.679-08:00</updated><title type='text'>Programa núcleo MOET da EPAMIG</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - EPAMIG em parceria com a Universidade de Uberaba - UNIUBE, terminaram a primeira etapa do projeto “Núcleo MOET do rebanho gir leiteiro EPAMIG” com a confirmação das prenhezes e sexagem dos produtos da estação 2007/2008. O convênio EPAMIG-UNIUBE explorou o rebanho gir da EPAMIG, de animais de alto valor genético para produção leiteira, com objetivo de multiplicar rapidamente este material genético. O projeto MOET trará forte impulso à evolução do programa EPAMIG e ganhos significativos em produtividade. O interesse mútuo nesta parceria tecnológica, e as percepções administrativas, empreendedora e científica do Presidente da EPAMIG, Dr. Baldonedo Arthur Napoleão, do Reitor da UNIUBE, Dr. Marcelo Palmério e do Chefe do Centro Tecnológico do Triângulo e Alto Paranaíba, Dr. Roberto Kazuhito Zito, viabilizaram esta parceria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Estiveram envolvidos na equipe os pesquisadores e professores da EPAMIG e UNIUBE, além de colaboradores da FAZU, CEFET Uberaba, UFMG e EMBRAPA Gado de Leite e parceiros da iniciativa criadores de zebu leiteiro, além de técnicos e empresas de reprodução animal. Vale resaltar como grandes colaboradores a Professora Vânia Maldini Penna (Melhoramento - CBMG/UFMG), responsável pelo MOET guzerá e o médico veterinário Marcos Melo, proprietário da Fazenda Taboquinha sede da avaliação do MOET Guzerá. A contribuição destes profissionais com a experiência bem sucedida do MOET Guzerá ajudaram muito na formatação do projeto da EPAMIG-UNIUBE.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O Núcleo MOET (núcleo de múltipla ovulação e transferência de embriões, do inglês multiple ovulation and embryo transfer) é uma metodologia de melhoramento animal que, utilizando as modernas biotecnologias da reprodução de aspiração folicular, sêmen sexado, fertilização in vitro e transferência de embriões, permite testar e validar o trabalho de produzir grandes famílias de meio irmãos e irmãs completas. Desta forma, com o acasalamento de tou¬ros e vacas de elevado mérito genético, são produzidas progênies que, recriadas e avaliadas em ambiente comum, tornam possível a avaliação de touros jovens pelo desempenho de suas irmãs. O MOET permite a redução do intervalo de gerações, disponibilizando a opção de touros provados em menor espaço de tempo e a menor custo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A seleção de touros jovens pelo núcleo MOET na EPAMIG, irá possibilitar a indicação com maior confiabilidade dos fut¬u¬ros participantes para o teste de progênie do Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro. A utilização de um programa MOET no rebanho gir da EPAMIG, de comprovada seleção de mais de 60 anos para produção de leite a pasto, com ênfase na rusticidade, fertilidade e temperamento, permitirá, além da identificação de touros jovens comprovadamente melhoradores para produção de leite, a possibilidade de, nos quatro anos do projeto, fazer a substituição da maioria do rebanho por fêmeas jovens de elevado valor genético.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O programa também permitirá, avaliar e preservar as linhagens existentes dentro do plantel da EPAMIG de mais de 600 animais gir leiteiro, além de buscar a identificação e validação de touros de outras linhagens tidas como leiteiras. Além disso, o projeto vai gerar informações em melhoramento genético de zebuínos leiteiros e validar estratégicas para a ciência e competitividade da bovinocultura nacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Como objetivos secundários do projeto, pretende-se incrementar o ganho genético para as características de interesse econômico pelo aumento da intensidade de seleção de fêmeas e diminuição do intervalo entre gerações, avaliar a viabilidade de formação de núcleos MOET de rebanho como esquema potencial para maximizar o melhoramen¬to genético para leite e identificar famílias da linhagem EPAMIG que possam, futuramente, ser utilizadas como soluções alternativas à redução da endogamia na raça gir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A importância do zebu leiteiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Aproximadamente 75% do leite produzido no Brasil é proveniente de vacas mestiças leiteiras com algum grau de sangue zebu, sendo fundamental a importância do material genético da raça gir criada nas condições de produção de leite a pasto nesta conjuntura. A demanda por este tipo de animal nas maiores bacias leiteiras, tanto as tradicionais como as emergentes, continua crescente face à busca de profissiona¬lismo e sustentabilidade econômica do setor, o que fortalece a necessidade de aprimoramento da aptidão leiteira em con¬dições de alto desempenho econômico da raça gir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A raça gir exerce destacado papel neste contexto, por ser uma raça que incorpora rusticidade, produtividade e longe¬vidade. A raça gir leiteira é eficiente na produção de leite a baixo custo, sendo grande contribuinte destas características para as vacas mestiças. A seleção de animais de mérito gené¬tico superior para características de importante valor econômico, em sistemas de produção de leite, principalmente as relacionadas à eficiência reprodutiva, baixa utilização de insumos e longevidade devem ser alvo em programas de melhoramento. Portanto, as modernas ferramentas da biotecnologia devem ser foco da pesquisa para incrementar o papel desta raça como rebanho “núcleo” e fornecedor de genética superior para fortalecer a proposta de organização da produção em extratos de criadores elite, multiplicadores e comerciais no segmento rural da cadeia produtiva do leite. A contribuição através da utilização das biotecnologias da reprodução animal disponíveis no momento é fundamental pelo fato de permitir a utilização destas ferramentas como forma de multiplicar e identificar os melhores animais, que irão compor o melhoramento dos rebanhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A metodologia do projeto MOET&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O projeto está sendo desenvolvido tendo por base genética o rebanho gir leiteiro da EPAMIG na Fazenda Experimental Getúlio Vargas/FGVT, localizada no município de Uberaba, e a utilização de receptoras selecionadas da Fazenda Escola da UNIUBE. As aspirações são realizadas em multíparas selecionadas do rebanho gir leiteiro da EPAMIG mantidas em manejo rústico de produção de leite a pasto, com arraçoamento mínimo por produção. As receptoras são mestiças selecionadas do rebanho da UNIUBE localizadas na fazenda Escola onde receberam os embriões e permanecerão até a desmama dos produtos provenientes da inovulação realizada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os critérios de seleção foram elaborados pelos pesqui¬sadores das entidades envolvidas e serão os mesmos empregados durante todo o projeto em cada uma das etapas anuais. Na seleção dos animais participantes do programa nesta primeira etapa, foram utilizados os seguintes critérios para as 24 fêmeas escolhidas no rebanho EPAMIG:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Apresentar potencial reprodutivo compatível com as técnicas de aspiração folicular, fertilização in vitro e transferência de embriões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Possuir alto valor genético e desempenho fenotípico para as características de interesse econômico como: produção de leite, intervalo entre partos, idade ao primeiro parto, características de composição do leite, contagem de células somáticas, entre outras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Metade das fêmeas utilizadas deverão ter avaliação do DNA mitocondrial comprovadamente de origem Bos indicus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Na seleção dos 6 touros utilizados nesta primeira etapa foram utilizados os seguintes critérios:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dois são touros já provados e classificados entre os primeiros pelo Teste de Progênie EMBRAPA/ABCGIL e ABCZ.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dois são os melhores classificados em valor genético para as características de interesse econômico dentro do rebanho da EPAMIG, participantes do Teste de Progênie EMBRAPA/ABCGIL, e preferencialmente possuidores de ascendência paterna e/ou avô materno da linhagem EPAMIG.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dois são touros de reconhecido mérito como reprodutores da raça gir e com histórico de progênie de alta produção de leite nos rebanhos utilizados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Com o objetivo de minimizar a taxa de endogamia dentro do rebanho e resgatar e promover a identificação e multiplicação das famílias EPAMIG comprovadamente superiores, está sendo desenvolvido um rígido controle dos acasalamentos. O planejamento dos acasalamentos de um touro com quatro doadoras aumentará a chance de se obter um acasalamento de sucesso. O uso de um touro com mais de uma doadora também aumentará a base genética e conseqüentemente a variabilidade genética poderá ser mantida ou até ampliada, o que é de extrema importância para o programa de seleção EPAMIG.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Está sendo utilizado o sistema de acasalamento dirigido em que cada um dos seis touros escolhido é acasalado com quatro vacas e cada vaca com um touro. Neste tipo de acasalamento, teoricamente, estima-se a produção de um total de 192 progênies anuais das 24 doadoras, se gerar aproximadamente oito produtos para cada parceiro por casal e tendo como esperado de 5 a 6 fêmeas, formando: 24 famílias de irmãs completas com aproximadamente 5 a 6 representantes cada e 6 famílias de meio irmãs paternas com aproximadamente 20 a 24 representantes cada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Desta forma, qualquer indivíduo será avaliado pela produção de aproximadamente 5 a 6 irmãs completas e de 15 a 18 meio irmãs, o que conferirá ao valor genético predito uma acurácia de aproximadamente 59%. A utilização de sêmen sexado por citometria de fluxo, com previsão de nascimentos de 85% de produtos do sexo feminino, favorecerá ao maior número de irmãs completas e meio irmãs dos acasalamentos, resultando em maior numero de lactações avaliadas e aumento da acurácia da técnica, com imensa contribuição ao resultado almejado. Com objetivo de se ter incremento na acurácia, todos os registros do programa serão unidos aos de produção dos parentes ascendentes e colaterais do animal avaliado já existentes nos arquivos zootécnicos da FEGT. A primeira etapa do projeto realizada entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008 teve grande êxito, com o resultado de prenhezes e número de progênie por acasalamento além do planejado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana;font-size:100%;" &gt;Marcos Brandão Dias Ferreira&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt; (Médico Veterinário - Pesquisador da EPAMIG – Prof. da UNIUBE), João Cláudio do Carmo Paneto (Zoote¬c¬nista – Prof. da UNIUBE), Beatriz Cordenonsi Lopes (Médica Veterinária - Professora da FAZU)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Fonte: Revista ABCZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-8043315306847227543?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/8043315306847227543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=8043315306847227543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/8043315306847227543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/8043315306847227543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2009/01/programa-ncleo-moet-da-epamig.html' title='Programa núcleo MOET da EPAMIG'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-5298834960769186106</id><published>2008-12-12T10:14:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T10:18:04.777-08:00</updated><title type='text'>Teste de Progênie Embrapa/Girgoiás</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;font-size:85%;" &gt;&lt;strong&gt;Cláudio Cândido, de Goiânia (GO)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;   &lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nosso teste difere do da ABCGIL basicamente nas linhagens testadas. Priorizamos animais de linhagens selecionadas não só para produtividade, mas também mantendo a preocupação com a beleza racial e ainda não foram testadas quanto à produção de leite.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estamos agora distribuindo o sêmen da 4ª bateria de touros. Até o final da distribuição do sêmen da 3ª bateria, contávamos com 182 fazendas colaboradoras do teste e a grande maioria dos colaboradores já demonstrava interesse em participar da 4ª bateria de touros. Foram distribuídas no início do ano de 2008, na 3ª bateria, 2800 doses de sêmen do teste Embrapa/GirGoiás, em 120 fazendas colaboradoras das quais 80 são novos colaboradores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Até o momento já foram registrados os nascimentos de mais de 350 bezerras do teste de progênie da 1ª e 2 ª baterias. Nossa expectativa é de que no 1º semestre de 2009 já possamos começar a realizar os primeiros controles leiteiros de novilhas provenientes da 1ª bateria, que se iniciou no final de 2005. Além da quantificação do leite, devem ser coletadas amostras para análise de proteína e gordura, avaliação de temperamento, úbere e tetas e aprumos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nossa metodologia obedece, salvo algum fator que atrase, à seguinte cronologia anualmente:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De março a maio: convite para participação na próxima bateria de touros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De maio a início de junho: confirmação dos tourinhos aptos a participarem da bateria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Junho: envio dos tourinhos para a(s) centrais de inseminação artificial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De julho a setembro: coleta de sêmen para o teste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Outubro: início da distribuição do sêmen nas fazendas colaboradoras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um novo projeto que deve iniciar-se a partir do início de 2009 é o Núcleo MOET, interligado ao nosso teste de progênie.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Matrizes top em produção de leite e caracterização serão avaliadas e selecionadas para participar do núcleo, onde serão submetidas a T.E. ou F.I.V., acasaladas com os touros componentes da bateria atual do teste de progênie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Será utilizada uma tecnologia de sexagem de sêmen já coletado que pode levar a 70% de fêmeas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A produção de leite das fêmeas resultantes destes acasalamentos serão posteriormente avaliadas dentro do Núcleo MOET e também no teste de progênie, ou seja, os touros serão avaliados nas fazendas colaboradoras em plantéis Gir e Girolando e também em cima de matrizes Gir de alto potencial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os machos resultantes destes acasalamentos serão potenciais candidatos às próximas baterias do teste, com a vantagem de já estarem avaliados com base nas informações de produção de suas irmãs completas ou meio-irmãs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É um projeto fascinante e contamos com a participação de vocês. Qualquer dúvida ou sugestões favor entrar em contato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atenciosamente,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p  style="text-align: right;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BWWIFF0_XIw/SUECdpT4WSI/AAAAAAAAAgU/Y6YzZZFNDyM/s1600-h/cc.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278502946583632162" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 98px; height: 115px;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_BWWIFF0_XIw/SUECdpT4WSI/AAAAAAAAAgU/Y6YzZZFNDyM/s320/cc.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="text-align: right;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Cláudio Cândido&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Técnico GirGoiás&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(62)32034753&lt;br /&gt;(62)99771009&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-5298834960769186106?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/5298834960769186106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=5298834960769186106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/5298834960769186106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/5298834960769186106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/12/teste-de-prognie-embrapagirgois.html' title='Teste de Progênie Embrapa/Girgoiás'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_BWWIFF0_XIw/SUECdpT4WSI/AAAAAAAAAgU/Y6YzZZFNDyM/s72-c/cc.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-5207656517051731614</id><published>2008-11-21T15:24:00.000-08:00</published><updated>2008-11-21T16:16:21.612-08:00</updated><title type='text'>¿PARA QUIEN ES El GYR LECHERO? ¿QUE CAMINOS SON ESOS? UN ALERTA.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;Artigo - &lt;a href="http://girbrasil.blogspot.com/2008/11/ivan-ledic-para-quem-o-gir-leiteiro-que.html"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;ler em português &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; font-family: arial;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CRosimar%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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 &lt;u2:worddocument&gt;   &lt;u2:view&gt;Normal&lt;u2:zoom&gt;0&lt;u2:hyphenationzone&gt;21&lt;u2:punctuationkerning/&gt;      &lt;u2:validateagainstschemas/&gt;      &lt;u2:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;u2:ignoremixedcontent&gt;false&lt;u2:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;u2:compatibility&gt;          &lt;u2:breakwrappedtables/&gt;          &lt;u2:snaptogridincell/&gt;          &lt;u2:wraptextwithpunct/&gt;          &lt;u2:useasianbreakrules/&gt;          &lt;u2:dontgrowautofit/&gt;          &lt;u2:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/u2:browserlevel&gt;         &lt;/u2:compatibility&gt;        &lt;/u2:alwaysshowplaceholdertext&gt;       &lt;/u2:ignoremixedcontent&gt;      &lt;/u2:saveifxmlinvalid&gt;     &lt;/u2:hyphenationzone&gt;    &lt;/u2:zoom&gt;   &lt;/u2:view&gt;  &lt;/u2:worddocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;u3:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/u3:latentstyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm; font-weight: bold;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Verdana;" &gt;Ivan Luz Ledic&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Médico Veterinário, MSc. &lt;st1:personname productid="em Melhoramento Animal" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em Melhoramento Animal" st="on"&gt;em  Melhoramento Animal&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt;, DSc. &lt;st1:personname productid="em Produção Animal" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em Produção Animal" st="on"&gt;em  Produção Animal&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;ex-Diretor Técnico da ABCGIL e Pesquisador aposentado da Embrapa Gado de Leite&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;" align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left; text-indent: 0cm;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt; &lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Por conversación de amigos criadores y seleccionadores, me fue solicitado escribir algo sobre el actual estado de comercialización del Gyr Lechero en Brasil. En resumen, nuestra conversación era sobre lo que está abajo:&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Hemos acompañado algunas subastas élite y leído entrevistas en revistas sobre el “&lt;i&gt;Boon&lt;/i&gt;” del Gyr Lechero en Brasil. Medias de US$22 mil en remates, animales siendo adquirido por valores por encima de US$500 millónes..... Y eso todo siendo conmemorado.....&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;Tenemos visado vacas de la raza Gyr en Control Lechero Oficial ultrapasar los &lt;st1:metricconverter productid="17.000 kg" st="on"&gt;&lt;st1:metricconverter productid="17.000 kg" st="on"&gt;17.000  kg&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt; de leche en la lactación y producciones diarias de hasta &lt;st1:metricconverter productid="49 kg" st="on"&gt;&lt;st1:metricconverter productid="49 kg" st="on"&gt;49  kg&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;. Esos récords son obtenidos a través de la utilización de hormonas y estimulantes nutricionales, con manejo sofisticado para permitir que el animal exprese su máximo potencial de producción. Todo bien, pero esa clase de animales representa solamente cerca de un 7% de la población de hembras de la raza Gyr bajo control lechero oficial.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;Sin embargo, la realidad es que 93% de las lactaciones de la raza Gyr están entre 2.100kg y 5.000kg. Ese es el Gyr Lechero que el mundo emergente de América Latina, Asia y África necesitan para la ganadería sustentable. Tanto que ya tenemos nuestro Gyr Lechero en Bolivia, Colombia, Venezuela, Ecuador, México, Guatemala y Sudáfrica. República Dominicana y China también andan con interés en el Gyr Lechero, pero dentro de las realidades de sus países.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span  lang="ES-CO" style="font-family:Verdana;"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span  lang="ES" style="font-family:Verdana;"&gt;Que Gyr Lechero es ese?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt; Desde que comencé a trabajar con el Gyr Lechero, hay unos 25 años atrás, vislumbrábamos que sería el &lt;b&gt;&lt;i&gt;Grande Triunfo de Nuestra Ganadería Lechera y como Raza Ideal para Producir Leche en los Trópicos y, principalmente, para Servir a los Pequeños Criadores&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, como raza pura o utilizada en cruces, principalmente por el bajo coste de producción, por la rusticidad y adaptación a las diversas condiciones climáticas de temperatura elevada, resistencia a endo y ectoparasitas y longevidad productiva.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;Los trópicos necesitan de una vaca de estatura media (cerca de &lt;st1:metricconverter productid="450 kg" st="on"&gt;&lt;st1:metricconverter productid="450 kg" st="on"&gt;450  kg&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt; de peso vivo), con producción próxima de &lt;st1:metricconverter productid="3.000 kg" st="on"&gt;&lt;st1:metricconverter productid="3.000 kg" st="on"&gt;3.000  kg&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;, obtenidos dentro de las realidades socio-económicas-culturales y adaptados a los sistemas de producción de leche a pasto. Y el Gyr Lechero y sus cruces atienden esas premisas.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;Ocupamos nuestro espacio en la ganadería lechera nacional e internacional, principalmente a través de trabajo y desprendimiento de Criadores y Técnicos, Instituciones de Investigación y Universidad, que dieron respaldo y credibilidad para demostrar la capacidad productiva de los animales.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;Una demostración es el PNMGL, a través de &lt;st1:personname productid="la Prueba" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="la Prueba" st="on"&gt;la  Prueba&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt; de Progenie, que permitió, desde su implantación en 1985, aumentar las dosis comercializadas de semen de 72.056 (un 5,3% del total de las razas lecheras nacionales) para 662.981 dosis (50,9% del total de dosis vendidas en 2007 por las razas lecheras nacionales). En los rebaños de Gyr Lechero han ocurrido ganancias genéticos expresivos, de la orden del 1% al año, debido a la utilización de los toros probados y apareamientos dirigidos.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;Delante de esos hechos cuestiono:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES-CO"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Quién es que está causando toda esa busca y valorización por animales Gyr con producciones próximas del ganado taurus o de F1? &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES-CO"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Son criadores comerciales que viven de la actividad lechera? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span  lang="ES-CO" style="font-family:Verdana;"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;A quien sirve esa raza hoy?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;Reponiendo yo:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; - Eso todo inició realmente porque los criadores tradicionales de Gyr Lechero necesitaban incorporar en sus rebaños animales de otros orígenes, con valores genéticos superiores, lo que calentó el mercado y elevó los precios de los animales, además del hecho de haber ocurrido el inicio de las exportaciones, inicialmente para Colombia, en los años 90. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Hasta ahí todo lógico y dentro del esperado&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; - Y así, con todos esos hechos aconteciendo, comenzaron aparecer ‘inversores’ que realmente estaban viendo una forma de multiplicar sus ‘logros’ como una aplicación financiera de retorno rápido por la actual demanda por ese tipo de animal. &lt;b&gt;&lt;i&gt;Muchos necesitan dar cuerpo al dinero y riqueza obtenidos de otras ‘fuentes’ y transformar eso en mercancía&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Por otro lado, algunos nuevos criadores están intercambiando ‘papeles’ para mantener el precio elevado.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; - Peor que eso es ver capas de revista y reportajes hablando que si no fuera ahora, ninguna persona más conseguirá adquirir Gyr Lechero. Alardes y noticias en propagandas de subastas con media de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span  lang="ES" style="font-family:Verdana;"&gt;US$70 mil&lt;span style="color:black;"&gt; por animal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; (eso mismo, &lt;b&gt;&lt;i&gt;equivalente a cerca de 280 mil litros de leche&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;). Todo eso para calentar aún más una falsa realidad mantenida por promotores (muy competentes en aquello que hacen) y que formaron ‘club’ de poderosos. Y cada mes tiene más batida de martillo con purpureo, regados a whisky, puros cubanos y buffet con iguarias de la época medieval – una fiesta con todo glamour del &lt;b&gt;&lt;i&gt;“Jet Set” de la sociedad con ‘código genético imperialista del mercado financiero’&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, que impresiona a cualquier ‘pobre’ de los productores de leche.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Realmente, continuarse de esa forma, los reales usuarios de esa genética, los productores comerciales y otros pequeños y nuevos criadores-productores de Gyr Lechero, estarán fuera del mercado para adquirir animales de pedigree superior, y, se quedarán inhibidos para realizar tales inversiones en genética. En nivel internacional, habrá, creo, una retracción, debido al hecho de que existe aún, además del valor pagado por esa genética, más gastos elevados para exportar semen, embriones y animales para sus países, inviabilizando colocación de esos productos de forma accesible a los productores por esos importadores.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;Pregunto aún:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; - &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES-CO"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Esos animales comprados por valores ‘faraónicos’ dan retorno como animal de criar? &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES-CO"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Mismo con las biotécnicas reproductivas en uso hoy para multiplicación rápida de esos animales, por cuánto tiempo más habrá inversores que se deshacen rápidamente ‘de sus investiduras fáciles’ y quiénes serán los compradores futuros? Realmente cerca de 100 embriones hoy son suficientes para ‘pagar’ una vaca de &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;US$300&lt;span style="color:black;"&gt; mil, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES-CO"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;pero quien va a mantener ese juego y por cuánto tiempo?&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Todos nosotros ya asistimos “&lt;i&gt;Boon&lt;/i&gt;” de caballos, jumentos, avestruz y en otras razas de ganado. Eso todo acabó y muchos perdieron (&lt;b&gt;&lt;i&gt;la ampolla ‘inflacionaria’ de la vez parece ser el Gyr Lechero, infelizmente&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;). Están queriendo transformar el Gyr Lechero del Siglo XXI en un negocio millonario, en una fantasía que pocos podrán tener. Es un mercado virtual sin sustentación, destinado al auto agotamiento por falta de liquidez, hecho normal en épocas de crisis monetaria. Llega de circo y de: le doy una, le doy dos, le duela en el bolsillo...... (es sólo una metáfora – antes de la batida de martillo pelo vendedor).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;Espero realmente que volvamos a la normalidad - dejar de enaltecer sólo altas lactaciones que acaban por ‘enyesar` otras iniciativas. Existen nuevos empresarios y ganaderos que realmente serán criadores de Gyr Lechero y están formando sus rebaños también con linajes alternativos de algunas fincas tradicionales que ya no estaban cotejando el potencial productivo lechero de sus animales, además de otras creaciones de Gyr Lechero que hacen control lechero oficial, pero cuyas vacas son criadas con un manejo visando ‘leche de pastizal’ y no con &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;tratamientos especiales &lt;span style="color:black;"&gt;para alcanzar altas lactaciones dependientes de insumos. Brevemente esos seleccionadores irán a garantizar el futuro para sostener el mejoramiento de la raza, que ya está sufriendo de un proceso de colapso y seguimiento constante para reducir la tasa de endogamia que está estrechándose en pocos ancestrales.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;El Gyr Lechero está en evidencia porque los trabajos científicos y técnicos hicieron con que se transformara en el Milagro Zootécnico del Siglo XX. Eso aconteció no debido a los megos remates. Llegamos a ese nivel con trabajo serio, con experimentación y transformando datos en información, paso a paso, perseverando y demostrando calidades del producto, con los pies en el suelo y con propósito de colaborar con la ganadería lechera.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Espero sinceramente que el &lt;b&gt;&lt;i&gt;Gyr Lechero del Siglo XXI&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; venga y vuelva a ocupar su función en la ganadería tropical como &lt;b&gt;&lt;i&gt;Patrimonio Zootécnico de Todos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; – produciendo animales con potencial lechero y accesibles para aprovisionar el mercado y dejar ‘de ser la pelea de la vez’ solamente porque está sirviendo para dar logro financiero en el comercio de la genética a un pequeño grupo del tope de la pirámide. Volver a ser ‘la pelea de la vez’ como animal ideal para mantener la actividad lechera de los productores de leche, cuyo sostengo si pauta en el pequeño logro de la venta de su productividad de leche y en la comercialización de animales balizados por el valor real de la actividad del campo, que vive un cuadro desolador aún de una actividad extrativista....&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Aquí me gustaría resaltar el valor de aquellos pioneros visionarios que iniciaron y continúan seleccionando Gyr Lechero, de los investigadores que formatearon y permitieron la evolución de la raza, dando lastre para alcanzar y mejorar la selección. Felicidades a esos amigos, verdaderos pilares de la raza. &lt;b&gt;&lt;i&gt;La aplicación del conocimiento aconteció y el mejoramiento ocurrió. Hace 25 años estamos haciendo gols&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Es cómodo ahora usar ‘del nombre y del trabajo de los otros’ para sí auto-promover y causar inflación en la actividad primaria que, en un contra censo, necesita bajar coste para obtener receta y poder sobrevivir de su trabajo. Es mucho para mi cabeza y buen sentido asistir eso todo y continuar alienado, sin poder hablar y expresarme, oprimido porque puede herir el orgullo de algunos y afectar lo que &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;medios de comunicación&lt;span style="color:black;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;color:black;"   lang="ES"&gt;Finalizando:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt; - Buscamos promover y formar opinión a través de investigación y de artículos vinculados en artículos, con ideas e ideales, al largo de ese tiempo fue para eso, creyendo que el Gyr Lechero es una raza virtuosa y victoriosa por sus predicados intrínsecos y no como objeto de antojo de propósitos vanos para conseguir receta por aquellos que no viven de la actividad agropecuaria como objeto fin.&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;Uno de los mayores e importantes seleccionador de Gyr Lechero me habló: - Vendo en las subastas porque es fruto de mi trabajo y dinero es bien venido, pero pregunto &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES-CO"&gt;¿&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;color:black;"    lang="ES"&gt;si alguno de esos empresarios que están comprando saben lo que es un establo, o si ya cogieron en pezón de una vaca, o cuánto cuesta producir un litro de leche?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;Leia este &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://girbrasil.blogspot.com/2008/11/ivan-ledic-para-quem-o-gir-leiteiro-que.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; em português. &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://girbrasil.blogspot.com/2008/11/ivan-ledic-para-quem-o-gir-leiteiro-que.html"&gt;Click aqui&lt;/a&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;" align="left"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"   lang="ES"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-5207656517051731614?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/5207656517051731614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=5207656517051731614' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/5207656517051731614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/5207656517051731614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/11/para-quien-es-el-gyr-lechero-que.html' title='¿PARA QUIEN ES El GYR LECHERO? ¿QUE CAMINOS SON ESOS? UN ALERTA.'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SSdDkNEUzYI/AAAAAAAANGg/j1sFY9QvLDE/s72-c/IVAN+LEDIC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-476811404845635618</id><published>2008-10-19T11:54:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T11:57:09.549-07:00</updated><title type='text'>A vaca Holandesa e a melhor máquina de produzir leite do mundo. </title><content type='html'>&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CRosimar%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C05%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="Edit-Time-Data" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CRosimar%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C05%5Cclip_editdata.mso"&gt;&lt;!--[if !mso]&gt; 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font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Parte de uma entrevista do Dr. Ted Burnside.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nota do editor: este texto foi enviado por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; font-style: italic;"&gt;Sten Johnsson, do Rio de Janeiro e as partes assinaladas em azul são de sua autoria. O original desta entrevista, segundo Sten Johnsson, está no site da genética sueca.&lt;/span&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Mas sua característica inata de produzir leite, junto com um cuidado individual deficiente nos rebanhos grandes de hoje e o impacto negativo da consangüinidade, resultado de una seleção extrema, a esta levando a um descarte muito cedo em sua vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." style="'width:.75pt;height:.75pt'/"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Rosimar/CONFIG%7E1/Temp/msohtml1/05/clip_image001.gif" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." shapes="_x0000_i1025" width="1" height="1" /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;A consangüinidade combinada com altas produções produziu uma vaca que não emprenha facilmente.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: rgb(0, 112, 192);"&gt;(E fato na seleção do Gir a utilização de alguns touros massivamente, com genealogias similares. Basta uma análise dos animais premiados, dos catálogos de leilões e animais dos principais rebanhos para nos preocuparmos com o futuro.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;A influência negativa das exposições a fez mais alta, mais pesada, mais de "tipo leiteiro" (=sharper). Isto a expõe ainda a mais estresse físico e leva a problemas de patas y de claudicação, o qual por sua vez contribui para uma deficiente detecção de cios e a um descarte prematuro por infertilidade.&lt;br /&gt;Existem rebanhos grandes que tem mais de 35 % de descartes anuais e que não podem recriar sua própria reposição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;O tremendo estresse físico por produções muito altas combinado com seu extremo "tipo leiteiro” (=sharpness), também a leva a uma diminuição na resistência a enfermidades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: olive;"&gt;Pergunta:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; Hoje existe uma tendência mundial de incluir as características de longevidade e de funcionalidade nos índices de seleção dos touros, mas os que estão trabalhando nisto encontram enormes limitações para poder avaliar a estas características nos touros novos e ate se sugeriu que talvez se devesse esperar a segunda geração de filhas de um touro para poder avaliar corretamente a estes caracteres. &lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1026" type="#_x0000_t75" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." style="'width:.75pt;height:.75pt'/"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Rosimar/CONFIG%7E1/Temp/msohtml1/05/clip_image001.gif" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." shapes="_x0000_i1026" width="1" height="1" /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: olive;"&gt;Como se poderiam identificar estes problemas? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Burnside:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; As provas de touros devem ser refeitas para incluir pelo menos &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;200 filhas de cada touro&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; já em seu primeiro estagio, para poder obter resultados com confiabilidade -fiáveis- de sua transmissão de fertilidade, resistência a enfermidades e outros fatores que contribuem a que suas filhas tenham uma longa vida produtiva no rebanho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: rgb(0, 112, 192);"&gt;(Que resultado teríamos caso fossem avaliadas 200 filhas dos atuais touros Gir tidos como provados?)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: olive;"&gt;Pergunta:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; &lt;b&gt;&lt;u&gt;Muitos Centros de Inseminação chegam a provar apenas 100 filhas de cada touro, e você sugere o dobro! Ha. alguma evidencia de que isto resolveria nossos problemas e justificaria a perda de genética ao poder testar menos quantidade de touros jovens?  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: rgb(0, 112, 192);"&gt;(Quantos touros “provados” Gir têm 100 filhas avaliadas com rigor? Quantos touros são “provados” a cada ano? Não estaria na hora de estabelecer critérios mais rígidos, detalhados e completos para qualificar os touros provados?)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Burnside:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; Devemos reconhecer a liderança técnica do finado Dr. Harald Skjervold da Noruega, que junto com seus estudantes desenvolveu o poderoso Programa de Seleção dos Paises Escandinavos (= Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Começando nos anos 60 com pequenas vacas vermelhas do tipo Ayrshire y Shorthorn Leiteiro e concentrando seu esforço nas provas massivas de touros jovens e com o uso de inseminação e controle leiteiro compulsivos, &lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Skjervold efetivamente fez obsoletos aos Herdbooks (= os livros de pedigrees) das raças leiteiras, voltando-se ao uso de programas de seleção por genética, computada y levada a cabo por técnicos.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; Eles tiveram êxito, igual ao que ainda hoje tem as empresas que os usam para selecionar suínos. &lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1027" type="#_x0000_t75" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." style="'width:.75pt;height:.75pt'/"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Rosimar/CONFIG%7E1/Temp/msohtml1/05/clip_image001.gif" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." shapes="_x0000_i1027" width="1" height="1" /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Estes programas conseguiram vacas de tamanho médio com excelentes produções de leite e de proteína, com uma alta resistência a enfermidades e muito férteis. Eles o conseguiram porque avaliaram a mais de 200 filhas de cada touro, já em sua primeira lactação, e tomaram nota de cada enfermidade, cada inseminação, cada parto. Com muita persistência selecionaram por estes itens: fertilidade e facilidade de parto, junto à produção de proteína y ultimamente também por patas, cascos e ubres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: red;"&gt;Com muito bom critério deixaram o resto da conformação da vaca para a Natureza. Eles deduziram que as vacas com a vontade de produzir muito leite, com boa resistência a enfermidades e aptidão para conceber cedo na lactação, podem não terem todas o mesmo aspecto físico. Eu levei o Dr. Skjervold ao Canadá nos anos 60 e quando lhe perguntei se ele não apreciava a importância de uma boa conformação na vaca Holandesa de então, ele me disse: todos os cavalos que ganham o Grand National (uma corrida de obstáculos muito importante que todos os anos se corre em Liverpool, Inglaterra) não têm o mesmo físico.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana; color: red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Porque temos de assumir que as vacas que produzem &lt;st1:metricconverter productid="100.000 litros" st="on"&gt;100.000  litros&lt;/st1:metricconverter&gt; tem que ter todas o mesmo aspecto?  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Enquanto tanto na América e na Europa ignoramos os programas Escandinavos e avançamos enormemente em quanto à produção de leite das vacas holandesas fizemos uma troca radical em sua conformação, utilizando a técnica BLUP com muita eficácia. Lamentavelmente a BLUP tende a aumentar o coeficiente de consangüinidade, porque os parentes dos animais que estão na ponta do ranking também são os de muito altas produções.   &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Agora deveríamos parar um pouco, modificar nossos programas de seleção e de controle leiteiro como para poder captar todos os dados sobre enfermidades, e com 200 filhas avaliadas de cada touro, poder produzir dados relevantes para estas características. Então, se colocarmos, digamos, 20 % ou mais de peso em na seleção por fertilidade na fêmea e na resistência a enfermidades e se utilizamos o índice que representa a contagem de células somáticas nos nossos programas de seleção durante os próximos 20 anos, então pode ser que consigamos salvar a vaca Holandesa!!     &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="0.1_graphic0A"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_i1028" type="#_x0000_t75" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." style="'width:.75pt;height:.75pt'/"&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;img src="file:///C:/DOCUME%7E1/Rosimar/CONFIG%7E1/Temp/msohtml1/05/clip_image001.gif" alt="É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem." shapes="_x0000_i1028" width="1" height="1" /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Deveremos concentrar nas características de conformação principais, como ubres, patas y cascos y ainda selecionar mais por proteína e gordura e deveremos deixar que a estatura, o tamanho e outros caracteres físicos modifiquem à medida que avance o processo de seleção por rentabilidade.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Sobre o autor:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Ted Burnside, cientista e geneticista, internacionalmente reconhecido por suas habilidades de orador provocativo, o que leva a seus ouvintes a questionar as idéias tradicionais. Nasceu e cresceu &lt;st1:personname productid="em uma Granja" st="on"&gt;em uma  Granja&lt;/st1:personname&gt; de gado Holandês em Madoc, em Ontário, Canadá y foi durante 33 anos professor da renomada Universidade de Guelph no Canadá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Trabalhou 4 anos como geneticista na SEMEX y trabalha atualmente como consultor em genética de forma privada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;A Revista "Holstein Internacional" (donde apareceu esta entrevista em sua totalidade, esta e só uma parte) buscou sua opinião sobre o futuro da seleção dentro da raça Holandesa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-476811404845635618?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/476811404845635618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=476811404845635618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/476811404845635618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/476811404845635618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/10/vaca-holandesa-e-melhor-mquina-de.html' title='A vaca Holandesa e a melhor máquina de produzir leite do mundo. '/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-8245388228503708268</id><published>2008-09-14T11:20:00.001-07:00</published><updated>2008-09-14T11:20:49.736-07:00</updated><title type='text'>Daniel Dantas ergue império da pecuária</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CRosimar%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C02%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Arial Unicode MS"; 	panose-1:2 11 6 4 2 2 2 2 2 4; 	mso-font-charset:128; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1 -369098753 63 0 4129279 0;} @font-face 	{font-family:"\@Arial Unicode MS"; 	panose-1:2 11 6 4 2 2 2 2 2 4; 	mso-font-charset:128; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1 -369098753 63 0 4129279 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} h1 	{mso-style-next:Normal; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:12.0pt; 	margin-left:0cm; 	text-align:justify; 	line-height:13.7pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	page-break-after:avoid; 	mso-outline-level:1; 	font-size:12.0pt; 	mso-bidi-font-size:9.5pt; 	font-family:Arial; 	mso-font-kerning:0pt;} @page Section1 	{size:21.0cm 842.0pt; 	margin:42.55pt 2.0cm 42.55pt 2.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 8.55pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por Guilherme Manechini&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 8.55pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;Daniel Dantas está investindo pesadamente na pecuária. Tornaram-se freqüentes nos últimos meses as notícias sobre a incursão do empresário, dono do banco Opportunity, na atividade, e o real tamanho da aposta, concentrada em uma região conhecida por problemas ambientais, impressiona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Com a maior parte de suas operações no Pará, a Agropecuária Santa Bárbara, na qual o Opportunity tem participação relevante, detém, após apenas três anos de investimentos, o maior rebanho bovino do Brasil e um dos maiores do mundo, segundo analistas. Acostumado a transitar em outros campos, onde colheu altos retornos dos investimentos, polêmicas e processos na Justiça, Dantas é um investidor aplicado. Faz perguntas de veterinário e cobra resultados com argumentos técnicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;"Ele não participa da parte executiva do dia-a-dia da empresa, mas está constantemente envolvido na estratégia. Já entende muito de gado", diz Carlos Rodenburg, presidente da Agropecuária Santa Bárbara e cunhado do banqueiro. Desde &lt;st1:metricconverter productid="2005, a" st="on"&gt;2005, a&lt;/st1:metricconverter&gt; atuação discreta - mas acelerada - da empresa nas compras de terras e gado provoca rumores e especulações. Ao Valor, Rodenburg, acompanhado pelos principais diretores da Santa Bárbara, detalhou planos e perspectivas deste que já é apontado como o principal player do ramo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Segundo os executivos, a especulação de que a empresa tem 1 milhão de cabeças de gado é exagerada. Por enquanto, pois se depender das taxas de nascimento com base no rebanho atual, em mais três anos a marca será superada. No fim de 2007, dois anos depois de tomada a decisão de ingressar na pecuária, a Santa Bárbara abrigava em suas terras 423 mil cabeças de gado, 365% mais que na mesma época de 2006.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;As taxas de nascimento para 2008 e 2009 previstas por Rodenburg são de 143 mil e 185 mil, respectivamente. "Isso se não comprarmos nada", diz. E a possibilidade de a empresa não ser compradora neste ano é considerada remota, tendo em vista a agressividade demonstrada nos últimos dois anos. Em &lt;st1:metricconverter productid="2007, a" st="on"&gt;2007, a&lt;/st1:metricconverter&gt; empresa adquiriu em leilões 4.978 touros da raça nelore. Para fontes da área, com esse apetite a Santa Bárbara ajudou a sustentar o mercado. As compras foram feitas paralelamente àquela que pode ter sido a maior inseminação já realizada no mundo - 42 mil vacas e novilhas durante o ano no total. O segmento, ainda marcado por gestões familiares, encara com ressalvas o avanço da empresa. Fazendeiros chegam inclusive a questionar a viabilidade de um rebanho tão grande.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;"Eles têm muito gado para pouca terra", diz um pecuarista do sul do Pará. José Vicente Ferraz, da consultoria AgraFNP, afirma que, hoje, uma empresa com um rebanho bovino de 1 milhão de cabeças é algo sem paralelo no mundo. Ele faz, contudo, uma ressalva comum entre especialistas. "Quando o pasto é novo, há uma capacidade de suporte muito maior. Se [a Santa Bárbara] pretende chegar a 1 milhão de cabeças, não conseguirão atingir isso com as terras atuais".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Para Rodenburg, essa é uma das provas da eficiência da gestão executiva da empresa. "Os fazendeiros tradicionais ficam impressionados. Dizem que temos muito boi e precisamos comprar muita terra. Aí está o diferencial do nosso trabalho. Somos mais produtivos". Conforme os dados fornecidos pelo executivo, a companhia tem, em média, de duas a três cabeças de gado por hectare, mas em algumas fazendas em que o manejo e a infra-estrutura estão aperfeiçoados, o número chega a cinco cabeças por hectare. No total, as terras da Santa Bárbara abrangem cerca de 510 mil hectares - 210 mil de pastagens e 300 mil de reservas -, pouco mais de três vezes o tamanho do município de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esquadrinhado durante um ano, o sul do Pará é onde se localiza quase toda a produção da Santa Bárbara. Trata-se também da região brasileira em que a pecuária de corte mais avançou nos últimos anos. Em idade de abate, o boi criado ali chega a valer R$ 1 mil. Se a previsão da Santa Bárbara de vender 110 mil cabeças para abate neste ano se confirmar, a receita pode atingir R$ 110 milhões. As condições para a pecuária extensiva são consideradas ideais no sul paraense, com elevados índices de chuvas, luminosidade e fertilidade do solo. Outra característica é a localização estratégica para o escoamento da produção para fora do Brasil por meio dos portos de Itaqui, Barcarena e Belém, além da ferrovia dos Carajás e de duas rodovias que ligam a região à capital do Estado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Prefeitos, donos de frigoríficos e fornecedores de insumos também comemoram a expansão da pecuária no sul do Pará. Por causa dela, frigoríficos como o Bertin e Minerva, por exemplo, investiram no Estado. José Davi Passos (PT), prefeito de Xinguara, um dos municípios com forte presença da pecuária, incorporou os leilões de gado à sua agenda e demonstra acreditar na atividade. "Xinguara é o único município [da região] com dois frigoríficos. A bacia leiteira também é a maior do país. Podemos ser classificados como a 'capital da carne'".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Outros municípios como Eldorado dos Carajás, Redenção, Parauapebas, Marabá, São Félix do Xingu e Santana do Araguaia fazem parte do raio de ação da Santa Bárbara. Todos eles em um terreno minado dos pontos de vista fundiário, trabalhista e ambiental. Para Raimundo Oliveira, superintendente regional do Incra em Marabá (PA), o saldo desta pecuária "extremamente extensiva" são "áreas degradadas, solos empobrecidos e a pecuária demandando cada vez mais terras". Ele afirma que é raro encontrar uma propriedade que obedeça o percentual de 80% de reserva legal estabelecido por lei para a região. "As grandes propriedades continuam em desacordo com a legislação. As mais próximas têm, no máximo, 50% de reservas", diz.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conforme Rodenburg, "invasões e conflitos [no sul do Pará] estão ligados à grilagem. Não sentamos nem para conversar se tiver alguma ilegalidade com a propriedade pretendida. Já a questão do trabalho escravo é uma realidade, mas temos rigor absoluto com a NR31 [normas que regulamentam as leis trabalhistas do setor]". Além do Pará, a empresa tem operações &lt;st1:personname productid="em São Paulo" st="on"&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt;, Minas Gerais e Mato Grosso. As fazendas localizadas em Campinas (SP) e Uberaba (MG) concentram atividades com tecnologias de inseminação in vitro, clonagem e manejo profilático.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A fazenda Santa Bárbara, embrião da Agropecuária, fica no interior de São Paulo e era encarada como hobby pelo cunhado de Dantas. Em 2001, porém, Rodenburg reiniciou a seleção de nelores na fazenda. Estava dado o primeiro passo da Agropecuária Santa Bárbara. "Nos finais de semana inspecionava o negócio, procurando entender mais o que ocorria e quem eram as pessoas do setor". Segundo ele, nos quatro anos seguintes, não tão bons para a pecuária brasileira, foram feitos estudos com o objetivo de entender os fundamentos econômicos do segmento e embarcar de vez no agronegócio. "Percebemos também, por dados mundiais, como estava a questão do consumo de proteína animal [em ascensão], a situação da Austrália [grande exportador de carne bovina] e os impactos dos casos da doença da 'vaca louca' nos Estados Unidos, Canadá e Europa. E entendemos que poderia haver uma oportunidade de negócio", afirma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; line-height: 13.7pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Atentos aos avanços da zootecnia e de olho nos efeitos da genética sobre a produtividade, Rodenburg e Dantas, ao mesmo tempo em que estudavam o mercado, trataram de montar um time de especialistas na Santa Bárbara. Lúcio Cornachini, ex-vice-presidente da Lagoa da Serra (companhia com foco em genética), Antonio Augusto Mendes, responsável pelo dia-a-dia das fazendas, e o recém-chegado Ricardo Sacramento, ex-presidente da Telemig Celular, são alguns dos executivos que estão na equipe. A Agropecuária Santa Bárbara é uma sociedade anônima e conta, além da participação do Opportunity, com capital de fundos de investimentos nacionais. Questionado sobre uma eventual abertura de capital ou venda de participação a estrangeiros, o executivo é direto: "Depende de nós querermos".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;Fonte: Valor Online – Agronegócios - 15.01.08&lt;/h1&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-8245388228503708268?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/8245388228503708268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=8245388228503708268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/8245388228503708268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/8245388228503708268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/09/daniel-dantas-ergue-imprio-da-pecuria.html' title='Daniel Dantas ergue império da pecuária'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-4830448487174916841</id><published>2008-07-29T10:39:00.000-07:00</published><updated>2008-07-29T11:49:51.009-07:00</updated><title type='text'>REGULAMENTO PARA HOMOLOGAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE GIR LEITEIRO PELA ABCGIL</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Objetivo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Este regulamento tem por objetivo estabelecer critérios e rotinas para a homologação de Exposições especializadas de Gir Leiteiro, onde, através da adoção destas ações, serão estabelecidos parâmetros para o ranking nacional da raça. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;I Da Finalidade das Exposições de Gir Leiteiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.1º - As exposições de Gir leiteiro têm por finalidades:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;a.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Verificar, pela apresentação dos animais, os índices de desenvolvimento do gado Gir leiteiro nacional, comparando-os entre si a fim de aquilatar o seu progresso e submetê-lo à apreciação do público;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;b.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Proporcionar maior aproximação entre criadores, selecionadores e produtores rurais, usuários ou não da raça, para troca de informações e proporcionando oportunidades comerciais;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;c.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Pelo espírito de emulação, motivar os selecionadores e usuários da raça a aprimorarem a qualidade de seus produtos; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;d.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Orientar criadores, técnicos e estudantes da área, nas práticas de julgamento de animais e outras atividades próprias do evento; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;e.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Evidenciar através dos animais expostos e do concurso leiteiro, o grau de desenvolvimento do Gir Leiteiro;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;f.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Fomentar a criação do Gir Leiteiro;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;g.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Despertar vocação para a atividade rural e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;h.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Facultar ao comércio e a indústria, a exposição e demonstração de produtos e equipamentos destinados à agropecuária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Parágrafo Único – A padronização dos critérios de avaliação do Gir Leiteiro, submetidos a julgamento, torna uniforme a regulamentação para todos os eventos homologados pela ABCGIL. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;II Da Classificação das Exposições&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;            &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.2º - Em função do grau de alcance do evento, as Exposições são classificadas em:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;a.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Exposição Local;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;b.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Exposição Regional;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;c.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Exposição Estadual;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;d.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Exposição Nacional;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;e.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Exposição Internacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.3º - Tabela de participação mínima para realização do evento de acordo com sua Classificação: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Classificação&lt;span style=""&gt;             &lt;/span&gt;- N° de Animais&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;- N° Expositores&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Local&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;-----------------60----------------5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Regional               --------------100---------------8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Estadual&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;--------------120&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;-------------10&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Nacional&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;--------------150&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;-------------10&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Internacional&lt;span style=""&gt;                 &lt;/span&gt;-&lt;span style=""&gt;                    &lt;/span&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 1º É de caráter indispensável a realização do Concurso Leiteiro em todos as exposições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 2º Para exposições internacionais, não haverá a exigência de participação mínima, pois o intuito é realizar mostra de animais ao público estrangeiro, podendo ou não ocorrer julgamento em pista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 3º Nas Exposições Nacional e Internacional, a participação será exclusivamente de sócios da ABCGIL.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;III Da Realização do Evento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.4º - Compete a entidade promotora do evento a organização da Exposição, responsabilizando-se pelo fornecimento da infra-estrutura (acomodação de animais e tratadores, área especifica para concurso leiteiro, etc.) e serviços necessários (inscrições, elaboração de catálogo, fornecimento de coletes e numeração, fornecimento de volumoso, apoio à supervisão e fiscalização da ABCGIL, etc.), bem como pela arrecadação das taxas de inscrição.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 1º Compete a entidade organizadora o pagamento dos custos de troféus e premiações em conformidade com os padrões estabelecidos pela ABCGIL, decorrente da classificação da Exposição. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 2º Compete exclusivamente à ABCGIL a organização e realização das Exposições Nacional e Internacional do Gir Leiteiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;IV Da Supervisão&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.5º - A ABCGIL tem a atribuição de agente Supervisor e Fiscalizador, encarregando-se de realizar as seguintes funções:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;1.&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;Supervisionar e fiscalizar o julgamento em pista;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;2.&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;Supervisionar e fiscalizar o Concurso Leiteiro;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;3.&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;Fornecer lista tríplice de juizes para escolha da entidade promotora da Exposição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;V Da Taxa de Contribuição&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.6º - Toda entidade que requisitar a Homologação de determinada Exposição pela ABCGIL, deverá contribuir com:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;a.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Pagamento das despesas de estadia, deslocamento e alimentação do(s) técnico(s) da ABCGIL;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;b.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Repasse financeiro sobre o valor da inscrição, em decorrência do número total de animais e Classificação da Exposição.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;c.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Pagamento das custas do juiz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;d.&lt;span style=""&gt;       &lt;/span&gt;Repasse de 0,5% do rendimento bruto dos leilões de Gir Leiteiro promovidos em conseqüência do evento (Exposição). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 1º O valor das inscrições a ser repassado à ABCGIL será determinado mediante consulta à Tabela de Preços.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 2º Tabela de Preços para Exposições Homologadas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Preço por Animal (R$)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Exposições&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Taxa Serviço&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Local&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;6,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Regional&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;12,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Estadual&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;15,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;VI Das Inscrições&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.7º - As inscrições ficarão sob a responsabilidade da entidade organizadora do evento, feitas através de formulários próprios e devidamente preenchidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;§ 1º As inscrições a que se refere este Artigo serão individuais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;§ 2º No ato da inscrição, os expositores deverão declarar conhecer o Código de Procedimentos da ABCGIL.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;§ 3º Somente será permitida a inscrição de animais de propriedade de Sócios da ABCGIL que estiverem adimplentes com seus deveres perante a Associação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;§ 4º Não Associados à ABCGIL que desejam participar da Exposição, exceto Nacional e Internacional, deverão pagar taxa de inscrição com acréscimo de 50% (cinqüenta por cento) sobre o valor estabelecido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;§ 5º Os valores das inscrições serão estipulados pela entidade promotora, observando-se a tabela de contribuições da ABCGIL.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.8º - O período para as inscrições terá inicio 3 (três) meses antes da data estabelecida para inicio do evento e o encerramento 15 (quinze) dias antes, ou antes, de acordo com a capacidade de lotação do evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Parágrafo Único – Faltando 30 dias da data estabelecida para inicio do evento, será encerrado o primeiro período de inscrições, sendo cobrada nos próximos 15 (quinze) dias uma taxa complementar sobre o valor da inscrição. Ao término deste período, serão encerradas definitivamente as inscrições, não sendo aceitas inscrições sob qualquer pretexto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.9º - Somente poderão ser inscritos os animais que estiverem em nome do expositor, nos arquivos da ABCZ.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.10º - As inscrições serão limitadas de acordo com a capacidade de alojamento fornecida pelo organizador no ato da solicitação junto a ABCGIL. Podendo, entretanto, ser relacionados na ficha de inscrição, até 50% (cinqüenta por cento) a mais do total de animais, a titulo de reserva para possíveis substituições. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.11º - Serão possíveis as substituições de inscrições bem como inscrições complementares, até 15 dias antes com pagamento de taxa sobre o valor de inscrição.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A partir de então não serão aceitas inscrições sob qualquer pretexto para efeito de julgamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.12º - As inscrições somente serão validas mediante a entrega da ficha de inscrição devidamente preenchida, assinada pelo expositor ou seu preposto e o pagamento das respectivas taxas, juntamente com os documentos do animal (RGN, RGD, Ficha oficial do controle leiteiro assinado pelo Técnico Executor). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Parágrafo Único – A desistência após pagamento não implica em devolução dos valores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;VII Do recebimento dos Animais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.13° - Nenhum animal será admitido para julgamento sem que esteja devidamente inscrito no prazo prescrito no Art. 10°. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.14º - Somente serão admitidos os animais que forem apresentados portando cabrestos que assegurem sua perfeita contenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.15º - Os animais que participarem no julgamento, somente ingressarão no recinto da Exposição se tiverem Registro Genealógico na ABCZ compatível com sua idade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.16° - Os animais somente poderão participar do julgamento com o cumprimento das disposições contidas no Regulamento de Julgamento em Pista da ABCGIL.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;VIII Do Julgamento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.17° - O julgamento deverá ocorrer sob o Regulamento da ABCGIL.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.18° - O juiz não poderá julgar 2 (duas) exposições seguidas promovidas pela mesma entidade organizadora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;IX Das Premiações&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.19º - Com o intuito de padronizar as premiações dos eventos em que a ABCGIL participe, a Associação fica responsável pela determinação do modelo de Troféus, Flâmulas, Rosetas e demais reconhecimentos, de acordo com a Classificação do Evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;X Da Defesa Sanitária Animal&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Art.20º - Nenhum animal poderá ingressar no recinto da Exposição se não estiver acompanhado do atestado ou certificados mencionados nas letras A e B deste artigo, emitido por médico veterinário credenciado e em conformidade com as exigências em vigor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA e do órgão de defesa sanitária do local.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;A -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ATESTADOS OU CERTIFICADOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;Os atestados e certificados dos animais participantes do evento deverão ser apresentados de acordo com as exigências estabelecidas pelo órgão de defesa sanitária do local.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;B -&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;GERAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;1) Não será permitida a entrada no recinto de animais que apresentarem sinais clínicos de doenças infecto-contagiosa e/ou parasitas externos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;2) Os animais destinados à exposição, feira e leilões, passarão, obrigatoriamente, na entrada do recinto, por medidas ou ações profiláticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;3) Os casos omissos serão resolvidos pelas autoridades sanitárias competentes, em perfeito entrosamento com a comissão organizadora do evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-4830448487174916841?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/4830448487174916841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=4830448487174916841' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/4830448487174916841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/4830448487174916841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/07/regulamento-para-homologao-de-exposies.html' title='REGULAMENTO PARA HOMOLOGAÇÃO DE EXPOSIÇÕES DE GIR LEITEIRO PELA ABCGIL'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-6416855592309871441</id><published>2008-07-29T10:38:00.001-07:00</published><updated>2008-07-29T10:38:57.904-07:00</updated><title type='text'>REGULAMENTO DO CONCURSO LEITEIRO - ABCGIL</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;CAPITULO I - DO OBJETIVO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 1° - Este regulamento tem por objetivo estabelecer as normas relativas à realização de torneiros leiteiros organizados pela ABCGIL que apresenta as seguintes finalidades:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;1 – Dar fomento à pecuária leiteira nacional, promovendo e incentivando o consumo de produtos lácteos em geral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;2 – Promover o Gir Leiteiro como uma opção genética para produção leiteira nos trópicos como raça pura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;3 – Gerar ambiente favorável ao aprimoramento e crescimento do conhecimento técnico sobre manejo e nutrição de vacas do Gir Leiteiro, estreitando os vínculos entre os criadores e técnicos da área através de orientações, visando um aumento da produtividade e maior custo benefício na produção leiteira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;4 – Utilizar os desempenhos obtidos no evento, como meio de divulgar o nível zootécnico dos animais da região de realização do evento, bem como da região de procedência dos animais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;CAPÍTULO II-DA REALIZAÇÃO E DIREÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 2° - Os torneios leiteiros serão realizados pela ABCGIL, juntamente com as instituições competentes a cada município de realização do evento, nos quais se incluem sindicatos rurais, Associações de criadores de diversas raças inclusive outras da raça Gir Leiteiro, Cooperativas etc.CAPÍTULO III-DA ÉPOCA E LOCAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 3° - O torneio leiteiro será realizado, em data e local que coincida com eventos de cunho agropecuário, como exposições Nacionais, Estaduais, Regionais e Mostras do Gir Leiteiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;PARÁGRAFO ÚNICO - A entrada dos animais dar-se-á impreterivelmente 48 horas antes da ordenha de esgota.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;CAPÍTULO IV - DAS COMISSÕES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 4°- Haverá uma comissão Central para gerir o Torneio Leiteiro, a qual será composta por no mínimo um membro do departamento técnico da ABCGIL, um representante da diretoria da ABCGIL e um representante da entidade organizadora do evento citada no artigo dois do capítulo 2.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARAGRAFO ÚNICO - Caberá aos Organizadores do Torneio citados no artigo 2 do capítulo 2: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;I - Preparar o recinto do Torneio para a chegada dos animais, inclusive com a limpeza e desinfecção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;II - Fazer a recepção dos animais inscritos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;III - Ajudar na manutenção, tratamento e preparo da cama dos animais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;IV - Escolher e orientar Médicos Veterinários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 5° - Haverá uma Comissão Técnica para orientação e fiscalização das ordenhas, organização e realização das pesagens, constituída de pelo menos um representante do departamento técnico da ABCGIL e um representante da entidade promotora do evento. Os membros desta comissão técnica, deverão estar presentes no local de ordenha no mínimo com uma hora de antecedência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 6° - Um dos membros da Comissão Técnica, apontada pelas demais, será o encarregado oficial das pesagens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;CAPÍTULO V - DOS CONCORRENTES&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 7° - Todo criador de Gir Leiteiro, regularmente associado à ABCGIL e que inscreva uma vaca que já tenha atingido sob regime de duas ordenhas em controle leiteiro oficial &lt;st1:metricconverter productid="2500 kg" st="on"&gt;2500 kg&lt;/st1:metricconverter&gt; de leite em 305 dias. Ou no caso, de uma fêmea que ainda não tenha uma lactação encerrada, com idade inferior à 48 meses de idade, que sua mãe tenha atingido o mesmo nível de produção acima citado, em controle leiteiro oficial sob regime de duas ordenhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 9° - Os participantes, deverão requerer a ficha de inscrição a ABCGIL e enviá-la devidamente preenchida via fax ou correio para a sede da ABCGIL, anexando fotocópia do Certificado de Registro Genealógico emitido pela ABCZ. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARÁGRAFO ÚNICO - No ato da inscrição dos animais, os concorrentes assinarão um termo de compromisso dando ciência e concordando com todas as cláusulas deste regulamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;OBS: Os latões para acondicionamento do leite antes das pesagens serão de responsabilidade do expositor participante, com capacidade mínima de &lt;st1:metricconverter productid="20 litros" st="on"&gt;20  litros&lt;/st1:metricconverter&gt;, sendo um para cada animal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 10° - Cada concorrente poderá inscrever o número de animais designados pela organização do evento, sendo que, em hipótese alguma, poderão ser substituídos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARAGRAFO ÚNICO - A disposição dos animais no pavilhão (argolas) será informada pela comissão organizadora na recepção dos animais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 11° - O valor da taxa de inscrição será definido de acordo com o tipo de evento, a critério da ABCGIL em acordo com os promotores do evento, cujo pagamento deverá ser efetuado no ato da inscrição, não sendo permitido o cancelamento de inscrições e conseqüente devolução dos valores pagos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARAGRAFO ÚNICO - Os animais não participantes serão retirados do pavilhão do Torneio antes da ordenha de esgota impreterivelmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 12° - Para cada animal inscrito, a comissão técnica, exigirá documentos de sanidade emitidos por Médico Veterinário oficial ou credenciado de acordo com as exigências em vigor do CGCA-SNAD-MAPA, que são os seguintes:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;I - Atestado negativo ao teste de tuberculose com validade de até 60 (sessenta) dias para machos e fêmeas a partir de 06 (seis) semanas de vida, conforme instrução normativa SDA- MAPA, N0 06 de 08/01/2004.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;II - Apresentação de atestado de exame negativo a prova de brucelose, realizado, no máximo, até 60 (sessenta) dias antes da entrada dos animais no recinto para machos acima de 08 (oito) meses e para as fêmeas, conforme instrução normativa SDA - MAPA N0 6 de 08/01/2004.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;a) Para Fêmeas vacinadas entre 03 (três) e 08 (oito) meses de vida e cuja idade esteja entre 09 (nove) e 24 (vinte e quatro) meses, o atestado de exame negativo poderá ser substituído pelo certificado de vacinação contra a brucelose.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;b) Todas as fêmeas com idade de 03 (três) a 08 (oito) meses deverão estar acompanhadas, obrigatoriamente do certificado de vacinação contra brucelose (portaria IMA N0 243/97)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;III - Apresentação do GTA - certificado de vacinação dos bovinos contra a febre aftosa, com vacina trivalente (OAC), na origem, entre 07 (sete) e 180 (cento e oitenta) dias da entrada dos animais no recinto (portaria IMA n° 607/03)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;§ 1° - Não será permitida a entrada no recinto de animais com sinais clínicos de doenças infecto-contagiosas e/ou parasitas externos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 13° - Em toda receita dos Médicos Veterinários indicados pela Comissão Técnica, será colocado o "DE ACORDO" do proprietário ou responsável pelo animal para qualquer aplicação de medicamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 14° - A aplicação de qualquer substância injetável ou via nasal, durante toda permanência do animal no concurso leiteiro, sem a prévia autorização por escrito de um Médico Veterinário indicado pela comissão organizadora, indicará na desclassificação do animal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 15° - Toda a receita proveniente da produção de leite dos animais inscritos e participantes, será destinada a Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 16° - Não será permitida a retirada dos animais do pavilhão antes do término da ordenha de todos os animais concorrentes, bem como a saída dos mesmos da área demarcada fora do pavilhão. Caso seja necessária a saída dos animais da área demarcada, o animal deverá estar acompanhado de um fiscal até o seu retorno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARAGRAFO ÚNICO - Na ocorrência de infração deste artigo, o animal será desclassificado do Torneio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 17° - Para os animais que serão ordenhados com ordenha mecânica, o teste dos equipamentos será obrigatório no mínimo 01 (uma) hora antes de cada ordenha, notificando a Comissão Organizadora caso ocorra algum imprevisto. A Comissão Organizadora não se responsabiliza por nenhum imprevisto decorrente da falha e/ou falta de manutenção dos equipamentos pertencentes aos concorrentes, dando prosseguimento ao evento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;CAPITULO VI-DAS CATEGORIAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 18° - Os animais inscritos serão classificados de acordo com as categorias descritas abaixo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;I – Novilha – Animais com até 36 meses completos de idade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;II – Vaca Jovem – Animais com idade acima de 36 meses até 48 meses completos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;III – Vaca Adulta – Animais com idade acima de 48 meses completos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARAGRAFO ÚNICO - Será adotada a data de nascimento constante no Certificado de Registro Genealógico emitido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, utilizando-se como data base para cálculo da idade, a data da primeira ordenha para efeito de enquadramento nas categorias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 19° - A Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro não se responsabiliza pelos imprevistos decorrentes do impedimento da participação dos animais, acatando a decisão da Comissão de Admissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;CAPITULO VII - ORDENHAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 20° - As Ordenhas serão manuais ou com ordenhadeiras mecânicas, tendo inicio as 14:00 horas da data determinada, com intervalo de 8 (oito) horas entre cada ordenha, até alcançar o número total de ordenhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;§ 1° - Toda e qualquer metodologia realizada na primeira ordenha será mantida nas ordenhas seguintes, conforme indicado no Termo de Compromisso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;§ 2° - O número total de ordenhas será em função ao numero de dias de duração do Torneio, estabelecido pela Comissão Organizadora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 21° - Cada concorrente poderá usar 01 (um) ou 02 (dois) ordenhadores para o mesmo animal, ao mesmo tempo, que somente poderão ser substituídos depois de completada as ordenhas do animal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARÁGRAFO ÚNICO - Será permitido, no mínimo, um ordenhador para cada 03 (três) animais participantes por expositor concorrente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 22°- As ordenhas terão a duração máxima de 15 (quinze) minutos obedecendo, a partir da primeira ordenha, a ordem dos animais a serem ordenhados de cada participante e horários aqui estabelecidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 23° - Durante o processamento das ordenhas só poderão ter ingresso ao recinto, os ordenhadores e componentes das Comissões Organizadora e Fiscalizadora devendo ser observado total silêncio e menor movimentação possível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 24° - O procedimento de ordenha do animal com cria ao pé ou não, na primeira ordenha, obrigatoriamente será repetido nas demais ordenhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;CAPITULO VIII- DA PESAGEM DO LEITE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 25° - As pesagens serão efetuadas após cada ordenha na presença dos concorrentes, dos membros das Comissões Organizadora e Fiscalizadora e em ambiente que facilite a assistência pelo público. As pesagens serão iniciadas após o término da ordenha de todos os animais participantes.&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 26° - O transporte do leite até a balança, bem como a transferência do leite para o balde oficial, colocação do mesmo na balança será feito obrigatoriamente pelo concorrente ou pessoa credenciada por este.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 27° - Somente será pesado o leite que se enquadrar nas condições normais de higiene.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 28° - Não será permitido o uso de balanças ou qualquer meio para se mensurar o leite, a não ser a balança oficial do Torneio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 29° - As pesagens serão anotadas, o mais exato possível, em fichas apropriadas, com cópias que serão fornecidas aos proprietários ou responsáveis pelos animais concorrentes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PARÁGRAFO ÚNICO - Será considerada, simplesmente, a produção medida, sem qualquer ajuste.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 30° - Os pormenores, como os sinais de inicio e término das ordenhas, os locais de coleta de leite, local e posição dos baldes e latões antes do inicio das ordenhas e as pesagens, serão a cargo de um dos membros da comissão técnica, e informada a todos os participantes, antes do inicio do Torneio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Art. 31° - Para obtenção do resultado final do Torneio Leiteiro será eliminada a ordenha de maior produção durante o concurso, e os resultados serão apresentados da seguinte forma:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;I – Produção Total de Leite.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;II – Produção média de Leite, obtida em 24 horas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-6416855592309871441?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/6416855592309871441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=6416855592309871441' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6416855592309871441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6416855592309871441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/07/regulamento-do-concurso-leiteiro-abcgil.html' title='REGULAMENTO DO CONCURSO LEITEIRO - ABCGIL'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-1048241334044196123</id><published>2008-07-29T10:19:00.001-07:00</published><updated>2008-07-29T10:34:12.324-07:00</updated><title type='text'>REGULAMENTO DO RANKING NACIONAL DO GIR LEITEIRO</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;OBJETIVOS:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Fomentar a divulgação do Gir Leiteiro, estimulando a realização de Exposições oficiais da Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro - ABCGIL;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Avaliar a evolução da raça e o trabalho dos criadores e expositores;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Estabelecer, através da classificação no RANKING, referencial dos diversos estágios do desenvolvimento de criadores e expositores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;ABRANGÊNCIA:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Consideradas as peculiaridades da raça, o ranking será nacional e implementado, inicialmente, em 2 categorias:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;                                                                                            &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;2.1.1. A primeira, destinada aos associados:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;1ª. dos criadores;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;2ª. dos expositores; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;3ª. dos criadores-expositores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;2.1.2. A segunda, destinada aos animais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;1ª. das fêmeas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;2ª. dos machos; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;3ª. das fêmeas de maior produção do concurso leiteiro.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Será estabelecido um Ranking abrangendo as duas categorias acima e suas subdivisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Categorias para os associados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ranking do Criador&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Contado a partir do somatório dos pontos obtidos na tabela oficial, pelos criadores participantes em &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Exposições oficiais Homologadas &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;pela ABCGIL, multiplicado pelo peso delas. Este resultado será obtido com rigorosa observância dos afixos dos animais expostos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ranking do Expositor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Contado a partir do somatório dos pontos obtidos na tabela oficial, por grau de sangue, pelos expositores participantes em &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Exposições oficiais Homologadas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; pela ABCGIL, multiplicado pelo peso delas. Nesta contagem, é indispensável que o expositor seja o proprietário do animal apresentado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Ranking do Criador-Expositor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Contado a partir do somatório dos pontos obtidos na tabela oficial, pelos criadores-expositores participantes em &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Exposições oficiais Homologadas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; pela ABCGIL, multiplicado pelo peso delas. Na obtenção deste resultado, deverá ser observado rigoroso controle, cumulativo, quanto ao afixo e propriedade dos animais apresentados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Categorias para os animais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Ranking da Fêmea&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Contado a partir do somatório dos pontos obtidos pela fêmea, na tabela oficial, nas &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Exposições oficiais Homologadas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;pela ABCGIL, multiplicado pelo peso da respectiva exposição.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Ranking do Macho&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Contado a partir do somatório dos pontos obtidos pelo macho, na tabela oficial, nas &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Exposições oficiais Homologadas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;pela ABCGIL, multiplicado pelo peso da respectiva exposição.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Ranking da Fêmea de Maior produção do Concurso Leiteiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Comparando a produção total em quilos de leite produzido pelas fêmeas, nos concursos leiteiros nas &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Exposições oficiais Homologadas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;pela ABCGIL, sendo estas classificadas por ordem crescente de produção, adicionando as pesagens do controle leiteiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PERÍODO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;O ranking será anual, com início da contagem dos pontos a partir da 1ª Exposição Nacional de Gir Leiteiro, encerrando na Exposição Nacional do ano seguinte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;INSCRIÇÕES PARA O RANKING:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;4.1 Categorias para os associados:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Todo associado que estiver adimplente com seus deveres perante a ABCGIL, está habilitado a participar do ranking, bastando, para isto inscrever seus animais e participar de &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Exposições oficiais Homologadas pela Associação&lt;/i&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;4.2 Categorias para os animais:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Todo animal Gir Leiteiro, devidamente controlado e ou com Registro Definitivo fornecido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, e enquadrado no Regulamento Oficial da ABCGIL, para as exposições homologadas, está habilitado para participar do respectivo ranking.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 21.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;METODOLOGIA PARA OBTENÇÃO DOS PONTOS:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Serão considerados para cada ranking, especificados em 2.3. e 2.4, os melhores resultados obtidos em até 3 exposições oficiais com participação no concurso leiteiro em pelo menos uma (1) exposição, por associado/ano (&lt;b style=""&gt;vide item 3&lt;/b&gt;), desprezando-se, se houver, os outros resultados obtidos nas exposições excedentes àquele número (três). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoBodyText" style="margin-left: 35.45pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;5.1. PESO DAS EXPOSIÇÕES:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Os pesos das exposições, referidos nos itens 2.3. e 2.4, serão diretamente proporcionais ao número de animais julgados, e não pelo número de inscritos, dividindo este número por: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;25 – Exposição Nacional;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;50 – Exposição Estadual;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;75 – Exposição Regional;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;100 – Exposição Local.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Exemplos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;85 animais julgados &lt;st1:personname productid="em Exposi￧￣o Nacional" st="on"&gt;em Exposição Nacional&lt;/st1:PersonName&gt;, peso 3,4;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;85 animais julgados &lt;st1:personname productid="em Exposi￧￣o Regional" st="on"&gt;em Exposição Regional&lt;/st1:PersonName&gt;, peso 1,13;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;APURAÇÃO DOS RESULTADOS &lt;st1:personname productid="EM UMA EXPOSIￇￃO" st="on"&gt;EM UMA  EXPOSIÇÃO&lt;/st1:PersonName&gt;:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Os resultados a serem considerados no ranking, serão obtidos conforme já explicitado anteriormente, pelo produto do número de pontos obtidos, pelo associado ou pelo animal, em cada exposição considerada, multiplicado pelo respectivo peso (item 5.1.). O resultado apurado, observadas as regras de cada ranking (item 2), será levado em conta, no somatório, para o ano que estiver sendo disputado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Exemplo para Categoria Associado: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;O associado &lt;b style=""&gt;A&lt;/b&gt;, com 5 animais, em uma determinada Exposição Local, com 120&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;animais julgados (portanto, peso da exposição 1,20) fez 118 pontos, dos quais 85, foram com animais de sua criação e 33 pontos com animais adquiridos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Nesta mesma exposição, o associado &lt;b style=""&gt;B&lt;/b&gt; apresentou 6 animais adquiridos do associado &lt;b style=""&gt;A&lt;/b&gt;, conseguindo &lt;b style=""&gt;10 pontos&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Apuração dos pontos totais, nesta exposição, para o &lt;b style=""&gt;associado A&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                      &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;RANKING:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Criador:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;85 pontos x 1,20 (peso da exposição) = 102,00&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;10 pontos (associado &lt;b style=""&gt;B&lt;/b&gt;) x 1,20&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;= 12,00&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Total, desta exposição, na categoria &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;= &lt;b style=""&gt;114,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Expositor:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;118 pontos x 1,20&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;= 141,60&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Total, desta exposição, na categoria &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;= &lt;b style=""&gt;141,60&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Criador-Expositor:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;85 pontos x 1,20&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;= &lt;a name="OLE_LINK2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="OLE_LINK1"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;102,00&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Total, desta exposição, na categoria &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;=&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;102,00&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Categoria para os animais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;No caso da categoria animal, a sistemática é a mesma aplicada para a categoria Associado, já explicado no exemplo 5.2.1.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O animal participante do ranking, macho ou fêmea, contabilizará todos os pontos obtidos, &lt;b&gt;&lt;i&gt;individualmente&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, em todos os campeonatos que participar, inclusive progênies.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Apuração dos resultados para o ranking:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Os resultados obtidos em uma exposição, por ranking separado, serão somados aos de mesma natureza de outras exposições, respeitando-se sempre o limite de 3 (três) exposições, válidas por associado, por período anual. Caso um mesmo associado participe de mais exposições ele deverá optar quais as 3 (três), com todos os resultados, que serão computadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;No exemplo &lt;b style=""&gt;5.2&lt;/b&gt;. o &lt;b style=""&gt;associado A&lt;/b&gt;, levaria daquela exposição os seguintes resultados para serem somados aos de outras exposições:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;            &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Ranking:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Criador..............................&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;114,00 pontos&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Expositor...........................&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;141,60 pontos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Criador-Expositor.............&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;102,00 pontos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;DIVULGAÇÃO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A ABCGIL divulgará os resultados do ranking para todos os associados, através dos meios de comunicação disponíveis: site da ABCGIL, jornais, revistas, circulares, folders, internet etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;COORDENAÇÃO DO RANKING:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Será realizada por Comitê Técnico especialmente designado pela Diretoria Executiva, sob a coordenação do Diretor Técnico e formado por 5 (cinco) membros escolhidos entre os Técnicos da ABCGIL e pelo menos um sócio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;7.1.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; A coordenação desta comissão será do Presidente que poderá, a seu juízo, delegá-la a algum membro indicado por ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;PREMIAÇÃO:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Serão premiados os primeiros colocados em cada ranking, após o fechamento de cada período de um ano (item 3).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;8.1.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; O ranking de criador-expositor terá supremacia sobre os demais, sendo considerado o de maior brilho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;8.2.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt; As premiações serão entregues no encerramento da exposição nacional, que ocorrer o fechamento do período anual do ranking.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Corpodetexto21" style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class="Corpodetexto21"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;9.1. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Este regulamento entra em vigor a partir de sua publicação.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;9.2. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Outras modalidades de ranking, regionalização, dentre outras, poderão ser estudadas e propostas para os próximos anos;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;9.3. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;Casos omissos ou necessidades de alterações neste regulamento, serão analisados pelo Comitê estabelecido no item 7 e submetida à Diretoria-Executiva.&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="Corpodetexto21" style="margin-left: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-1048241334044196123?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/1048241334044196123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=1048241334044196123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1048241334044196123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1048241334044196123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/07/regulamento-do-ranking-nacional-do-gir.html' title='REGULAMENTO DO RANKING NACIONAL DO GIR LEITEIRO'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-6712237356279812776</id><published>2008-04-29T19:31:00.000-07:00</published><updated>2008-04-29T19:35:08.709-07:00</updated><title type='text'>O tempo é variável que não controlamos</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carlão da Publique&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;font-size:100%;"  &gt;As linhas desta edição marcam minha décima contribuição à Folha da Cidade.No domingo da semana que escrevo esta coluna acordei em Porangaba, almocei &lt;st1:personname productid="em São Paulo" st="on"&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt; e dormi em Goiânia.Aliás, é da capital de Goiás que escrevo e remeto para publicação mais esta “Andanças”.Hoje é terça feira, 06 de março.Amanhã, quarta, vou almoçar em Brasília e jantar &lt;st1:personname productid="em São Paulo.Na" st="on"&gt;em São  Paulo.Na&lt;/st1:personname&gt; quinta, estarei em Araçatuba e quando você estiver lendo estas palavras, provavelmente já terei acrescentado mais algumas milhas às minhas andanças.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;O mundo mudou muito nos últimos anos.Temos hoje “a nosso favor” uma infinidade de ferramentas que acelaram e facilitam nossa capacidade de trabalho, provavelmente fazendo a gente trabalhar muito mais do que antes.O avião, o computador, a internet, o celular, enfim, tudo isso anda fazendo com que a gente nem encontre mais tempo para um simples e bom bate papo ao vivo e a cores.É impressionante o tanto que vivemos correndo, especialmente no aspecto profissional da vida.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;A busca do equilíbrio provavelmente deva ser o objetivo mais procurado hoje em dia por gente que trabalha muito, viaja muito, corre muito.Conversava esta semana com um amigo que se dizia descontente com a correria que tinha tomado conta da vida dele,por conta, diga-se de passagem , do “sucesso profissional”,fator que tem cobrado um preço cada vez mais alto das pessoas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;O dia só tem 24 horas, a semana só tem 7 dias , o ano só 365 dias.Uma hora tem apenas 60 minutos, assim como em um minuto não cabem mais do que 60 segundos. Contra essas variáveis não cabe nenhum tipo de apelo e é bom levar em conta que a vida não tem pit stop, não tem ensaio e segue adiante todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;font-size:100%;"  &gt;Assim, é “urgente” que saibamos encaixar um tempo em nossas vidas para nós mesmos e para as pessoas à nossa volta, para a família, para os amigos, para o lazer, para o equilíbrio que cada vez mais a tecnologia(a mesma que tanto facilita a vida) sem querer pode estar nos tirando.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Pense nisso e mãos à obra. O tempo não para.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;" &gt;Carlos Alberto da Silva é técnico agrícola e jornalista, graduado na PUC-SP, em 1988. Fez Especialização em Marketing pela ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;" &gt;Trabalhou como bóia fria nas férias escolares, entre 1980 e 1982 e também de janeiro a setembro de 1983.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;" &gt;Empresário, é Presidente e Fundador do Grupo Publique, a maior empresa de soluções de marketing para agronegócios do Brasil, que atua na área desde 1988.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);font-family:Tahoma;" &gt;Desde 2004, é criador de Gado Gir Leiteiro PO, na Rio Vale Agronegócios, em Porangaba-SP.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-6712237356279812776?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/6712237356279812776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=6712237356279812776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6712237356279812776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6712237356279812776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/04/o-tempo-varivel-que-no-controlamos.html' title='O tempo é variável que não controlamos'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-3622917154450176441</id><published>2008-04-28T03:47:00.000-07:00</published><updated>2008-04-28T03:51:55.568-07:00</updated><title type='text'>Agradecer, sempre</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SBWsFLdUcuI/AAAAAAAAH6o/Lxi2rXrJ_3A/s1600-h/Carl%C3%A3o+da+Publique.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 77px; height: 107px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SBWsFLdUcuI/AAAAAAAAH6o/Lxi2rXrJ_3A/s200/Carl%C3%A3o+da+Publique.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5194246950216823522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Carlos Alberto (foto), o Carlão da Publique, criador de Gir e publicitário, escreve semanalmente uma pequena reflexão para a qual deu nome de "Andanças". Veja aqui um pouco de suas reflexões&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Andanças 37&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Vivemos tempos de correria. De pouco espaço para a reflexão.Outro dia escrevi aqui que a chegada do outono era um tempo especial para sonhar, prometer, perdoar, voltar atrás, repensar, amar, viver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Vejam que esqueci de um verbo fundamental: agradecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer por ter acordado agora cedo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer que posso andar, ora estou ladeira acima, ora ladeira abaixo. A vida, ainda bem, não é sempre uma reta só. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer a benção divina de poder ouvir. Assim, ouço lamentos, elogios e críticas, que me conectam com o mundo lá fora. Gesto simples que me faz melhor&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e melhora&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;o dia-a-dia de outras pessoas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer que meus olhos enxergam a luz do Sol e que a luz da Lua e o brilho das estrelas ainda me emocionam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer que quase tudo que sempre sonhei já pude realizar e que tantas outras que ainda não aconteceram foi por pura falta de sonho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer pelas conquistas e vitórias que me sustentam a alma e que me empurram para o futuro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer pelas perdas e derrotas que me avisam e me falam da importância da humildade e da perseverança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer as poucas e valiosas horas de reflexão, que me levam ao encontro da excelência em tudo o que faço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer os poucos momentos em que senti como humano, muito mais do que fiz, como máquina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer que sempre tem alguém para me ouvir,pois é da alma humana precisar do carinho que a atenção alheia proporciona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer a felicidade de ter sempre tantos e tão bons amigos por perto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer mais e pedir menos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Agradecer. Ponto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Carlos Alberto da Silva, o Carlão da Publique, agradece sua paciência em ler esta coluna toda quinzena. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-3622917154450176441?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/3622917154450176441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=3622917154450176441' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3622917154450176441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3622917154450176441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/04/agradecer-sempre.html' title='Agradecer, sempre'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/SBWsFLdUcuI/AAAAAAAAH6o/Lxi2rXrJ_3A/s72-c/Carl%C3%A3o+da+Publique.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-1330164844996534149</id><published>2008-03-16T15:31:00.000-07:00</published><updated>2008-03-16T18:10:40.548-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='seleção de gir'/><title type='text'>Classificação animal e seleção do Gir</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Sten Johnsson&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;Há um bom tempo acompanho o debate entre criadores de Gir. Enquanto os criadores da tendência Gir Leiteiro fundamentam a seleção basicamente no controle leiteiro, os criadores da tendência Gir Padrão explicitam sua preferência pelo tipo racial (notadamente morfologias da cabeça, chifres, e conjunto, baseados no padrão da raça importada da Índia).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Atualmente, após o crescimento da tendência Gir Leiteiro e o sucesso comercial baseado principalmente no controle leiteiro e testagem de touros, os criadores da tendência Gir Padrão começam a dar importância ao controle leiteiro e as provas de touros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muito se discute, muitas são as críticas a metodologia e ao sistema adotado no controle leiteiro e nas provas de touros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Com freqüência, são citados e criticados os seguintes aspectos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- ausência de critérios claros, solidamente fundamentados em parâmetros técnicos na escolha de touros para teste (marcadores moleculares etc.);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- pequeno número de touros, linhagens e criatórios participantes;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- número reduzido de rebanhos colaboradores nos testes de progênie;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- falta de homogeniedade dos rebanhos colaboradores no que se refere ao arroçamento, manejo e padronagem de matrizes;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- falta de distinção entre resultados obtidos nos rebanhos colaboradores Gir puros e os obtidos nos rebanhos cruzados (Girolando etc.);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- não existe um critério e um programa de classificação dos animais efetivo a partir de índices como: Sistema mamário, Tipo Leiteiro, Aprumos e Garupa - eu acrescentaria na raça Gir os índices de Desenvolvimento Ponderal (machos e fêmeas), precocidade (1º parto), e docilidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- inexistência de um banco de dados informatizado indexado abrangente, a partir do qual possamos identificar "famílias" maternas e paternas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A impressão geral é que a seleção do Gir, embora tenha adotado algumas ferramentas importantes nas últimas décadas, ainda se dá em grande parte de forma empírica e intuitiva. Ou seja, acontece de acordo com a intenção individual de alguns criadores ou grupos de criadores e de acordo com os interesses comerciais ou ideológicos desses criadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Seleção genética é algo científico, e nas últimas décadas algumas ferramentas adotadas na pecuária viabilizaram um "novo tempo" (ou velocidade) nos ganhos seletivos. Além da inseminação artificial, a sexagem de sêmen, a transferência de embriões (TE ou FIV) nos permite potencializar incrivelmente a genética das fêmeas e conseqüentemente dos touros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dessa forma, é fundamental que venha a ser construída e adotada uma metodologia básica moderna que nos permita avaliar com precisão os resultados e traçar estratégias eficientes de cruzamentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para alcançar esse objetivo penso que criadores e associações necessitam de uma entidade centralizadora, capacitada para gerenciar e desenvolver esse processo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No Brasil, em minha opinião, essa entidade já existe - a Embrapa, e com alguma iniciativa ela poderia muito bem vir a ser o órgão aglutinador desse processo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As demais entidades existentes, ABCZ, ABCGIL, ASSOGIR e outras (Girolando, por exemplo) bem como universidades (Viçosa, Jaboticabal, Rural RJ, e outras), igualmente importantes formariam um colegiado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Regionalmente inclusive cooperativas, indústria de laticínos, frigoríficos, indústria de rações e de farmacêutica pecuária também poderiam colaborar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Obviamente a questão de recursos financeiros para "bancar" um programa dessa estatura estaria no primeiro item da pauta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Receitas governamentais de fomento certamente seriam importantes, mas outras fontes poderiam contribuir como percentuais de leilões e contribuição sobre venda de sêmen por exemplo, desde que adotadas com bom senso e em percentuais que não prejudiquem a viabilidade comercial dessas atividades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Havendo retorno para os colaboradores, certamente não seriam poucos que voluntariamente iriam aderir a essa prática (industria privada inclusive). Os criadores de Nelore já praticam iniciativa nesse sentido e já perceberam que todos ganham.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A raça Gir, por excelência, é uma raça estratégica para a produção de leite e por que não carne nas regiões tropicais e no sistema "a pasto", pura ou em cruzamentos, contribuindo para uma relação custo x leite produzido x qualidade em patamares inferiores aos atualmente praticados na cadeia produtiva americana, canadense e européia que sem o uso intensivo de insumos derivados de grãos e silagens, ou no caso europeu sem subsídios, é inviável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Novas fronteiras para o consumo de produtos lácteos, in natura e derivados no mundo, como também o incremento desses itens em países que já são grandes consumidores já é uma realidade. China, países asiáticos, América do sul e em um futuro próximo a África claramente indicam que leite e carne em breve se tornarão commodities tão importantes como os produtos graníferos e minerais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Se os criadores e produtores brasileiros pretendem participar expressivamente desse mercado no futuro, com genética, com tecnologia e com produtos é imprescindível que hoje sejam tomadas medidas sérias no que se refere à seleção e tecnologia de produção, ou, corremos o risco de outros países como Austrália, África do Sul, Índia e outros países buscarem a genética que hoje possuímos, aprimorá-la e nos deixarem a "ver navios" com índices médios inferiores a &lt;st1:metricconverter productid="5 litros" st="on"&gt;5 litros&lt;/st1:metricconverter&gt; por animal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt;  &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="lg"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sten Johnsson&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro - RJ&lt;br /&gt;ejpecuaria@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-1330164844996534149?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/1330164844996534149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=1330164844996534149' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1330164844996534149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1330164844996534149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/03/classificao-animais-e-seleo-do-gir.html' title='Classificação animal e seleção do Gir'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-1404335449505661423</id><published>2008-02-24T04:35:00.000-08:00</published><updated>2008-02-24T04:42:40.523-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leite'/><title type='text'>Leite: sobe a produção e cai o número de produtores</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Por Rosângela Zoccal&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;Recentemente o IBGE publicou alguns dados preliminares do Censo realizado em 2006. Dentre os dados disponibilizados, um deles se refere ao número de estabelecimentos agropecuários por tipo de produção animal. Esses dados permitem avaliar o comportamento da atividade leiteira, nos últimos dez anos, com relação à produção de leite e ao número de produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os dados de 2006, os estabelecimentos agropecuários no Brasil contabilizam mais de cinco milhões de propriedades, um aumento de 7,4% em relação ao Censo de 1996. O Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima foram os estados que mais dividiram a terra. Em todo o País, o número de propriedades aumentou cerca de 40% entre 1996 e 2006. O aumento do número de propriedades se deve principalmente às divisões da terra por herança e pelos assentamentos que têm ocorrido em todo o país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;A atividade leiteira, em 1996, estava presente em 37,2% do total de estabelecimentos agropecuários brasileiros, em 2006 reduziu para 25,8%. Minas Gerais e Rio Grande do Sul possuem o maior número de propriedades com atividade leiteira: cerca de 210 mil unidades produtivas. Em seguida vem o Paraná e a Bahia, com aproximadamente 120 mil propriedades. Santa Catarina e Ceará contam com aproximadamente 85 mil unidades (Figura 1). O estado de Goiás tem o maior percentual de propriedades leiteiras em relação ao total de estabelecimentos agropecuários, com 68 mil propriedades, que representam 50% do total.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;Os dados mostram, também, que na última década, em todo o Brasil, houve redução do número de propriedades que se dedicam ao leite, exceto no Distrito Federal, que aumentou 13%. Os estados que reduziram aproximadamente 65% o número de unidades leiteiras foram Amapá, Roraima e Maranhão (Figura 2). Paraná, Santa Catarina e São Paulo, que são estados importantes na atividade, reduziram cerca de 35% os estabelecimentos com essa finalidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;No Rio Grande do Sul, considerando os valores absolutos, ocorreu a maior saída de produtores de leite (80.486 propriedades), passou de 285.061 unidades em 1996, para 204.575 unidades em 2006. Esse valor representa o desaparecimento de 8 mil propriedades por ano ou ainda, diariamente 22 produtores de leite saíram da atividade. O segundo estado com maior redução no número de propriedades leiteiras foi Minas Gerais, passou de 264.823 unidades 220.656 unidades, resultando em 44.167 estabelecimentos a menos durante o período. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;A produção de leite no País foi de aproximadamente 25 bilhões de litros em 2006. Esse volume representa um incremento de 6,9 bilhões de litros produzidos no período de dez anos, com crescimento médio anual de 3,7%. Os estados do Acre, Pará, Maranhão, Rondônia e Santa Catarina foram os que mais cresceram: em torno de 150%. O Paraná, o Sergipe e o Amapá aumentaram, em média, 85% o volume de leite no período de dez anos (Figura 3). Durante esse dez anos a produção de leite reduziu &lt;st1:personname productid="em São Paulo" st="on"&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt;, Ceará e Roraima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;O Brasil é o sexto maior produtor de leite do mundo. Entretanto, os sistemas de produção praticados em todo o território nacional apresentam grande variabilidade. No Brasil, o volume médio por propriedade passou de 28 litros/dia para 52 litros/dia, que resulta em um crescimento de 85,2%. Apesar do alto crescimento, a produção por propriedade ainda é muito baixa em relação a alguns países. Nos Estados Unidos, por exemplo, a média supera 2 mil litros/dia. Na Nova Zelândia e Austrália, a média diária é próxima de 3 mil litros por fazenda. No Brasil, o mais comum são sistemas de produção extensivos ou semi-extensivos, com animais de baixa produção e pouca suplementação volumosa no período da seca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;br /&gt;O Estado de Goiás apresentou a maior média de produção de leite por propriedade - 105 litros/dia. Com valores próximo de 85 litros/dia estão São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Distrito Federal. O Rio Grande do Sul, que é o terceiro estado maior produtor de leite no Brasil apresentou, em média, 35 litros/dia por unidade produtiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;O salto de &lt;st1:metricconverter productid="28 litros" st="on"&gt;28 litros&lt;/st1:metricconverter&gt; para &lt;st1:metricconverter productid="52 litros" st="on"&gt;52 litros&lt;/st1:metricconverter&gt; por propriedade por dia reflete uma especialização da atividade leiteira no País. Porém ainda há um longo caminho a percorrer para que a atividade leiteira no Brasil se torne eficiente e sustentável. É bom salientar que média não representa nenhum sistema, mas dá indicativo que mudanças ocorreram. Vale lembrar ainda que existem no Brasil produtores comparáveis aos mais modernos do mundo, com uso intensivo de tecnologia e elevada produção diária.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;1&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;Pesquisadora da Embrapa Gado de Leite&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.milkpoint.com.br/"&gt;Fonte: Milk Point&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://girbrasilartigos.blogspot.com/"&gt;Veja esse e outros artigos em Girbrasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-1404335449505661423?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/1404335449505661423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=1404335449505661423' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1404335449505661423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/1404335449505661423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/02/leite-sobe-produo-e-cai-o-nmero-de.html' title='Leite: sobe a produção e cai o número de produtores'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-3842715844016010516</id><published>2008-02-16T09:15:00.000-08:00</published><updated>2008-02-17T07:32:57.972-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='JOSE OLAVO'/><title type='text'>Otimismo sempre</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;José Olavo Borges Mendes • presidente da ABCZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As previsões para a pecuária brasileira em 2008 sin­a­lizam para um ano de recuperação. Essa visão otimista é baseada em uma série de acontecimentos mundiais. Alguns indicadores de crescimento garantem a valo­rização das commodities em geral, incluídos aí a carne e o leite. Outro fator que terá um impacto importante no cenário agrícola nacional e mundial é o projeto americano de acrescentar etanol à gasolina. Devido ao fato do combustível ser feito à base de milho, isso levará à competição em matéria-prima com os confinamentos, o que certamente encarecerá os custos americanos de produção já bastante altos por lá. Isso irá favorecer o Brasil, pois a maior parte da nossa carne é produzida a pasto, ou seja, com custos menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com a notícia de que a União Européia suspendeu a compra de carne brasileira devido às divergências em relação a lista de fazendas autorizadas a exportar, nós, produtores rurais, temos muitos motivos para continuar acreditando nessas previsões otimistas. Afinal, o mundo precisa de alimentos e o Brasil é o país mais capacitado para atender essa demanda.Mas para concretizar essas previsões precisamos fazer a nossa parte. Nós, produtores, temos de investir em sanidade e em certificação para garantir a qualidade da carne e do leite que produzimos. Já o governo brasileiro precisa promover o diálogo com a União Européia, pois só assim chegaremos a um acordo que favoreça os dois lados. A Europa depende da carne brasileira para abastecer seu mercado, que compra quase 25% de nossa carne exportada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra demanda importante para este ano e que precisamos estar preparados para atender é a do mercado interno. O melhor poder de compra dos últimos 25 anos pode garantir mercado aquecido para a carne, sem os repiques de preços de antigamente.&lt;br /&gt;Otimismo também no cenário internacional de genética. O ano de 2008 marca o início das exportações de embriões e a consolidação do mercado para animais de reprodução. O mercado de animais para abate deve bater novos recordes, superando a casa dos 350 mil bovinos. As exportações de sêmen, sementes e produtos veterinários devem crescer a taxas de 20% em 2008.E não poderia deixar de ser otimista também em relação às exposições. A primeira feira do ano, que será em fevereiro na cidade de Avaré (SP), já bateu recorde de inscrições de animais. Certamente um indicador de um bom ano para nós pecuaristas. Por isso, acreditamos em mais uma edição de sucesso da ExpoZebu, que este ano terá novidades na pista com o julgamento dos animais sendo comandado por um jurado apenas em cada raça. Essa decisão foi bem aceita pelas associações de raça e criadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra novidade para este ano em relação aos serviços prestados pela ABCZ é a realização de uma auditoria externa nas propriedades de associados da entidade. Uma empresa será contratada para verificar a possibilidade de melhoria dos nossos processos para dar mais legitimidade e verificar a consistência das informações prestadas pelos criadores. A medida tem como objetivo preservar a qualidade do Registro Genealógico e o valor desses animais no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano nossa meta é aproximar ainda mais a ABCZ do sócio. Vamos continuar visitando os estados para ouvir as reivindicações dos criadores e também apresentar a todos os projetos da entidade para 2008. Já agendamos visitas aos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo. Nessas viagens pretendemos ainda firmar convênios com os governos estaduais. Assim como já acontece em Minas Gerais, pretendemos fazer parceria para implantar o Pró-Genética, programa para democratização da genética zebuína em todo o país, em outras regiões. Só assim os pequenos criadores terão acesso a reprodutores de qualidade para melhorar a produção de carne e leite de suas propriedades, pois o Pró-Genética permite o financiamento de tourinhos e com baixa taxa de juros e boas condições de pagamento. Queremos com todos esses projetos fazer de 2008 um ótimo ano para todos os associados da ABCZ.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-3842715844016010516?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/3842715844016010516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=3842715844016010516' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3842715844016010516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3842715844016010516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/02/otimismo-sempre.html' title='Otimismo sempre'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-2012214599921329460</id><published>2008-02-15T12:18:00.000-08:00</published><updated>2008-02-15T12:21:34.641-08:00</updated><title type='text'>Considerações sobre o embargo europeu</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;BOAS E MÁS NOTÍCIAS DESTE INÍCIO DE ANO&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;Pedro Eduardo de Felício*&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No país todo, o ano só começa quando o carnaval termina, entretanto, no setor da carne, 2008 começou em meados de 2007 quando estavam em gestação os fatos que fariam as manchetes dos jornais antes mesmo das primeiras batucadas do samba nas avenidas.Para ir logo à pior notícia, no dia 16.11.2007, o jornal O Estado de S. Paulo dava: "UE (União Européia) questiona controle do gado brasileiro - Técnicos europeus avaliam que o governo não tem controle sobre o trânsito de animais entre fazendas". Diante de um possível impasse, o MAPA (Ministério da Agricultura) prometeu à missão européia submeter uma lista de 300 fazendas aptas a fornecer gado aos frigoríficos exportadores. Exigir lista de fazendas acreditadas pelo governo? Seria este mais um desdobramento da ardilosa estratégia montada na Irlanda para tirar a carne brasileira do mercado europeu?Cabe a pergunta, porque os baixos preços do nosso produto têm provocado a ira da associação de pecuaristas irlandeses, que por duas vezes enviou ao Brasil seus representantes em visitas de caráter privado. Aqui eles estiveram fotografando gado em diversas fazendas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Registraram tudo que pudesse ter impacto negativo nos seus parlamentares junto à UE. Depois, conseguiram o apoio dos criadores britânicos, e aprovaram uma moção contra o Brasil na Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu, que passou a pressionar o comissário de saúde e, consequentemente, a missão oficial que aqui esteve em novembro último.Em seguida veio a suspensão das importações de carne bovina, no dia 31.01.2008, por "problemas técnicos e de fiscalização dos rebanhos do país". Soube-se, então, que o MAPA tinha enviado um relatório que recebeu voto de desconfiança em Bruxelas por conter 2681 fazendas acreditadas e não 300 como havia sido combinado.Repentinamente, a carne brasileira tornou-se um risco sanitário para as nações européias que sempre se deram bem com o saudável e barato produto da pecuária extensiva tropical. E o mais incrível é que nem mesmo houve, na América do Sul, um só caso da dramática EEB, o mal da vaca louca, que tanto abalou os países do Hemisfério Norte, principalmente o Reino Unido e a Irlanda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ironicamente, enquanto pressionava para banir a carne importada do Brasil, a Inglaterra foi atingida por aftosa em fazendas vizinhas do importante IAH (Instituto de Saúde Animal), em Pirbright, Surrey. O próprio IAH rapidamente revelou tratar-se de uma cepa de vírus utilizada na elaboração de uma vacina em seus laboratórios. O IAH que é referência mundial em aftosa falhou, deixando escapar vírus por um dreno de resíduos para incineração. A UE levantou em alguns dias o embargo às importações da Inglaterra, porque os surtos haviam sido circunscritos e logo debelados. O que é estranho porque, desde outubro de 2005, quando ocorreram os focos de aftosa no Mato Grosso do Sul, este estado, o Paraná e São Paulo estão fora das exportações para a UE, mesmo tendo sacrificado os rebanhos afetados como preconiza a OIE - Organização Internacional de Epizootias.O Brasil tem sim problemas na implementação do sistema exigido de rastreabilidade do gado (Sisbov), mas, ao contrário do que estão assacando contra o país, a carne exportada para a UE é tão ou mais segura que qualquer outra existente no mercado mundial, tanto em termos de sanidade dos rebanhos, como de inspeção higiênico-sanitária nos abates. Isto poderia ser facilmente comprovado por uma missão científica independente.Referindo-se às falhas no Sisbov, o editorial da Folha de São Paulo, "Embargo Europeu", do dia 04.02.2008, foi preciso: "De um lado, a UE cede às pressões protecionistas (...). Do outro, o Brasil também tem responsabilidade no episódio, pois deixa de tomar medidas básicas para tornar-se menos vulnerável a esse tipo de embargo".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra notícia ruim que correu o mundo, dando argumentos aos nossos críticos para que vilipendiem ainda mais a imagem da pecuária nacional, refere-se ao recente crescimento da devastação de florestas na Amazônia. Segundo a ministra Marina Silva (Meio Ambiente), o que está ocorrendo se deve ao aumento dos preços da soja e da carne. Sob todos os aspectos, o prejuízo causado pelo desmatamento adquire enormes proporções e a rastreabilidade do gado será utilizada para que os países importadores rejeitem a carne produzida na região Amazônica. A boa notícia é que um dos mais importantes grupos empresariais do país no segmento industrial de matadouros-frigoríficos, com sete unidades em operação em cinco estados (MS, MT, GO, MG e RO), está desde o início do ano implantando com sucesso uma nova tipificação de carcaças. O sistema, todo ele fundamentado em conhecimentos técnicos nacionais, leva em conta as características de peso e acabamento de gordura, que combinadas formam classes de maior ou menor interesse, ou de nenhum interesse para a indústria, dentro de cada gênero: machos castrados, não-castrados, e fêmeas. Apenas nas classes de maior interesse a maturidade dentária é utilizada para hierarquizar tipos e diferenciar preços, de modo a valorizar gado mais jovem com peso e acabamento desejáveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A originalidade dessa tipificação está: a) na combinação inédita no país de classes de peso com as de acabamento; b) na clara demonstração dos tipos que realmente interessam aos mercados interno e externo, e c) no modelo de relatório de abate fornecido que lista as carcaças pelo código da rastreabilidade, seguido dos critérios que levaram ao ágio ou deságio. Prevê-se que os relatórios serão utilizados pelos criadores como elemento auxiliar em seus programas de seleção de touros.Enquanto se concluía este texto, saiu na imprensa que o Ministério da Agricultura admitiu a existência de falhas na lista com 2681 fazendas acreditadas que foi enviada às autoridades da UE motivando o embargo. Consta que na nova versão restaram 600, ainda o dobro do que foi combinado no final do ano.Falta-nos algo mais do que ciência e tecnologia... Que pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*professor da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp e articulista da revista ABCZ&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: Site da &lt;a href="http://www.abcz.org.br/noticias/2392"&gt;ABCZ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-2012214599921329460?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/2012214599921329460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=2012214599921329460' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/2012214599921329460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/2012214599921329460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/02/consideraes-sobre-o-embargo-europeu.html' title='Considerações sobre o embargo europeu'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-3891011236236529855</id><published>2008-01-27T11:14:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T11:18:00.222-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrutura da população da raça Gir registrada no Brasil'/><title type='text'>Estrutura da população da raça Gir registrada no Brasil</title><content type='html'>&lt;p class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;       Introdução &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;    A raça Gir tem alcançado nos últimos anos, através da sua linhagem leiteira, crescente destaque dentro da pecuária leiteira nacional e internacional. A crescente demanda por material genético adaptado para produzir leite a pasto com qualidade, rusticidade, longevidade (dentre outras), aliado a um programa sério de teste de progênie, levaram o Gir Leiteiro a comercializar no ano de 2004 quase 600.000 doses de sêmen, segundo ASBIA. A raça Girolando (Holandês x Gir), que tem na sua formação esta importante raça zebuína também tem alcançado grande êxito comercial tanto no Brasil como no exterior o que vem comprovar a importância do Gir no cenário mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Leio o restante do artigo&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.aptaregional.sp.gov.br/artigo.php?id_artigo=164"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-3891011236236529855?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/3891011236236529855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=3891011236236529855' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3891011236236529855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3891011236236529855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/estrutura-da-populao-da-raa-gir.html' title='Estrutura da população da raça Gir registrada no Brasil'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-4189671862079385631</id><published>2008-01-21T16:33:00.001-08:00</published><updated>2008-01-21T16:42:17.301-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vermes causam doloridas otites'/><title type='text'>Vermes causam doloridas otites</title><content type='html'>&lt;a style="font-family: verdana;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R5U6B8IZJzI/AAAAAAAAFxU/cB_12uCt5wg/s1600-h/otite+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R5U6B8IZJzI/AAAAAAAAFxU/cB_12uCt5wg/s320/otite+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158092753218381618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;SANIDADE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);font-family:verdana;font-size:180%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:12;"  &gt;Luiz H. Pitombo, Revista ABCZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: center;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Raças bovinas com orelhas grandes são as mais afetadas pela&lt;br /&gt;doença, que no Brasil tem três agentes identificados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-family: verdana;"&gt;Entre os pecuaristas é bastante difundido que os helmintos, ou simplesmente vermes, podem parasitar o intestino, rúmen, abomaso e os pulmões dos animais acarretando muitos prejuízos. Contudo, nesta lista não podem ser esquecidos aqueles que se localizam nos ouvidos dos animais e que trazem grande incômodo e igualmente perdas. Além dos gastos exigidos em seu controle e tratamento, os animais se alimentam mal, perdem peso e produção de leite, entre outros transtornos. O problema não é generalizado, atacando praticamente apenas raças com orelhas grandes, onde o acúmulo de cerume cria ambiente favorável ao seu desenvolvimento. Nessa situação se encontram a indubrasil e a gir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-family: verdana;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R5U6JsIZJ0I/AAAAAAAAFxc/SU-uD5Rj_Sc/s1600-h/otite.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 218px; height: 299px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R5U6JsIZJ0I/AAAAAAAAFxc/SU-uD5Rj_Sc/s320/otite.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158092886362367810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No País, três destes vermes tiveram sua presença identificada: Tricephalobus oticola, Micronema spp e o Rhadditis spp. Este último começou a trazer complicação a produtores e aguçou a curiosidade de pesquisadores no Rio de Janeiro. Anteriormente, sua ocorrência já havia sido registrada em trabalhos científicos nos Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal. Entretanto, pode estar muito mais disseminado pela própria comercialização e trânsito de animais parasitados, isso vale também para os outros dois vermes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-family: verdana;"&gt;Após se deparar com o problema e sem saber como evitá-lo, Marcos Araújo Nogueira, gerente da Fazenda São. Fernando, em Vassouras, RJ, passou a contar com a ajuda dos veterinários Pedro Moreira Alves, da Pesagro; e Fábio Scott, do departamento de parasitologia da Universidade Federal Rural, também do Rio de Janeiro. É preciso lembrar que as otites podem ter diferentes causas como ácaros, afetando várias raças.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-family: verdana;"&gt;Scott comenta que o parasita encontrado na propriedade é ainda pouco conhecido e estudado no Brasil, com o primeiro relato da sua existência registrado no início da década de 1970. Ele considera que essa ausência de informação, aliada ao reduzido tamanho do parasita, possa ser a resposta para o pequeno número de notificações, já que “muitas vezes passam despercebido dos produtores, que notam somente um quadro de otite recorrente”. Acredita-se, como relata, que o formato acartuchado do pavilhão auricular das raças gir e indubrasil crie microclima favorável ao parasita. Nos casos mais graves, o pesquisador da UFRRJ diz que podem ocorrer lesões neurológicas, deformação do pavilhão auricular, dificuldade de mastigação e paralisia facial parcial.&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-family: verdana;"&gt;O veterinário Alves, da Pesagro, revela que houve formação de pus nos animais da propriedade, o que tornou o cerume no ouvido de coloração amarelada e com odor extremamente desagradável. Essas características o tem auxiliado na identificação do problema. Ele explica que usa uma haste de madeira envolta num chumaço de algodão, como um “cotonete”, que introduz na orelha do animal fazendo movimentos giratórios. Quando o cerume retirado é escuro e sem cheiro, avalia que a infestação é baixa ou inexistente. Se amarelado e às vezes malcheiroso existe a infestação, que igualmente pode ser comprovada olhando-se cuidadosamente a haste contra a luz. Similares a fibras muito finas, diz que é possível observar o parasita &lt;st1:personname productid="em movimento. Também" st="on"&gt;em movimento. Também&lt;/st1:personname&gt; criador de gir e estudioso da raça, Alves diz que em sua propriedade, em Rio das Flores (RJ), não enfrenta o problema e nem conhece outras que passam por esse tipo de transtorno. Mas naquela que estão acompanhando, além do parasita estar bastante presente, os tratamentos não têm funcionado a contento.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-4189671862079385631?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/4189671862079385631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=4189671862079385631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/4189671862079385631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/4189671862079385631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/vermes-causam-doloridas-otites.html' title='Vermes causam doloridas otites'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R5U6B8IZJzI/AAAAAAAAFxU/cB_12uCt5wg/s72-c/otite+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-3774984781346638032</id><published>2008-01-16T13:02:00.001-08:00</published><updated>2008-01-16T13:13:45.572-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Carlos Alberto da Silva'/><title type='text'>CRIADOR DE GIR LEITEIRO OU PRODUTOR DE LEITE?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R45xKMIZJaI/AAAAAAAAFsU/Malg53_tvvg/s1600-h/CARLAO+DA+PUBLIQUE.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Carlos Alberto da Silva &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="display: none;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;A pergunta que não quer calar é a seguinte: afinal, somos apenas meros criadores de gir leiteiro ou pensamos e pautamos nossas ações como agentes importantes da cadeia produtiva do leite e sob este aspecto então somos produtores de leite, alimento básico para a perpetuação da raça humana?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Crio Gir Leiteiro há apenas  2 anos, mas convivo com o curral desde menino quando meu pai despejava sob minha caneca de café o líquido branco que faz crescer meninos e meninas saudáveis.Dessa época para cá muita coisa mudou para melhor, mas a remuneração dos produtores continua em baixa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Mas,ao invés de reclamar do governo, o que nós pecuaristas temos feito no sentido de incrementar o aumento do consumo de leite? Esta é, afinal, a condição primeira para uma melhor remuneração do nosso produto e conseqüentemente um incremento em toda a cadeia, envolvendo grandes produtores de leite, grandes fornecedores de genética, pequenos e médios produtores e até mesmo o tirador de leite, que tem nesta atividade, muitas vezes, o sustento dele e de sua família.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Temos procurado com assertividade unir a cadeia, juntando produtores, fornecedores de insumos, fornecedores de genética, distribuidores e o pequeno, médio e grande varejo na luta pelo aumento do consumo, sem o qual certamente não teremos nenhum futuro?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;É certo que o Brasil passa de uma condição de importador para a de exportador de produtos lácteos e grande parte dessa virada se deve à intensificação do uso de alta tecnologia, especialmente dentro da porteira, onde palavras como inseminação artificial, transferência de embriões, fecundação in vitro há muito deixaram de ser  novidade e passaram a integrar um rol corriqueiro de atividades da fazenda.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Neste aspecto, o GIR LEITEIRO é exemplo para o Brasil e para todo o mundo tropical. Há 20 anos, iniciamos em parceria com a EMBRAPA , o teste de progênie inédito até hoje entre as raças zebuínas. Eu vi nascer este programa, quando ainda era funcionário do Departamento de Marketing da Fundação Bradesco, na época controladora da PECPLAN BRADESCO, que desde os primeiros tempos acreditou no projeto. Depois, quando iniciávamos a construção do GRUPO PUBLIQUE,hoje a  maior e melhor empresa de comunicação 100% focada em soluções de marketing para o agronegócio brasileiro, estreitamos ainda mais os laços com a raça ao criarmos para a ABCGIL, Associação Brasileira de Criadores de Gir Leiteiro,sua logomarca, ainda em uso até hoje.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;A ABCGIL possui um histórico de grandes realizações em prol dos seus associados e em prol do GIR LEITEIRO no Brasil, mas a hora é de avançarmos mais rapidamente e com muito mais sede ao pote da cadeia produtiva.Somos hoje, pouco mais de 100 associados.O GIR LEITEIRO é sem dúvida, questão de segurança nacional.Ele é base da fórmula para se produzir o leite a pasto, que tanto precisamos.Só o GIR LEITEIRO é capaz de dar resposta ao aumento de consumo, com seu leite produzido a capim, barato e de forma saudável. É ,sem dúvida, a salvação da lavoura, ou melhor, da ordenha brasileira.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Para que os atributos raciais do GIR LEITEIRO, herdados da Índia e tão bem trabalhados  pelos criadores brasileiros, não se perca no meio do caminho, precisamos incentivar a imediata adoção de uma campanha intensa de valorização do produto leite, sem a qual de nada adiantará termos uma elite de criadores de genética, mas que em algum ponto não muito distante da vida nacional, não mais encontrará eco junto a um consumidor que não valoriza e não compra nosso produto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;E esta conta deverá ser paga, não pelo governo, mas por todos os integrantes dessa cadeia, quer sejam produtores, entidades de raça, fabricantes de insumo, distribuidores e varejo.Cada um desses elos tira da cadeia o seu sustento e é natural que contribuam para o fortalecimento dela.Na última vez que estive &lt;st1:personname productid="em Nova York" st="on"&gt;em Nova York&lt;/st1:personname&gt;, em junho do ano passado, pude ver um anúncio de página inteira em defesa do consumo de leite, no Jornal USA TODAY, de circulação nacional naquele país.Já está mais do que na hora de nós, criadores de gir leiteiro e produtores de leite que somos , pensarmos além das fronteiras de nossas fazendas.Nosso cliente não é e nem nunca foi o vizinho que compra nossos tourinhos ou aquele criador que compra nossos embriões. Nosso cliente é Sua Majestade, o consumidor. Nosso cliente é a Rainha Dona de Casa. E esta é uma briga de cachorro, digo de gente grande. Ou melhor, de gente que pensa grande.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R45xKMIZJaI/AAAAAAAAFsU/Malg53_tvvg/s1600-h/CARLAO+DA+PUBLIQUE.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 172px; height: 90px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R45xKMIZJaI/AAAAAAAAFsU/Malg53_tvvg/s200/CARLAO+DA+PUBLIQUE.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156183043254855074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Carlos Alberto da Silva (foto) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: normal;"&gt;É técnico agrícola e jornalista, graduado na PUC-SP, em 1988. Fez Especialização em Marketing pela ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: normal;"&gt;Trabalhou como bóia fria nas férias escolares, entre 1980 e 1982 e também de janeiro a setembro de 1983. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: normal;"&gt;Empresário, é Presidente e Fundador do Grupo Publique a maior empresa de soluções de marketing para agronegócios do Brasil, que atua na área desde 1988.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: normal;"&gt;Desde 2004, é criador de Gado Gir Leiteiro PO, na Rio Vale Agronegócios, em Porangaba - SP.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-3774984781346638032?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/3774984781346638032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=3774984781346638032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3774984781346638032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/3774984781346638032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/criador-de-gir-leiteiro-ou-produtor-de.html' title='CRIADOR DE GIR LEITEIRO OU PRODUTOR DE LEITE?'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R45xKMIZJaI/AAAAAAAAFsU/Malg53_tvvg/s72-c/CARLAO+DA+PUBLIQUE.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-8633562041663388153</id><published>2008-01-10T17:00:00.000-08:00</published><updated>2008-01-10T17:38:43.830-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='os puros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dupla aptidão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gir leiteiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gilmar Cordeiro'/><title type='text'>"Puro de Origem" – Uma questão difícil.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana;font-family:Verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-size:130%;" &gt;Retornaram recentemente as velhas discussões sobre essa questão.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:verdana;" &gt;No Aurélio encontramos:&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;"&lt;u&gt;Raça:&lt;/u&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Conjunto de indivíduos cujos caracteres somáticos, tais como a cor da pele, a conformação do crânio e do rosto, o tipo de cabelo, etc., são semelhantes e se transmitem por hereditariedade, embora variem de indivíduo para indivíduo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;"&lt;u&gt;Puro:&lt;/u&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Sem mistura nem alteração; genuíno&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;"&lt;u&gt;Puro-sangue&lt;/u&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Diz-se de animal de raça pura, sem cruzamento de outra raça".&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Acontece que ultimamente, depois das novas tecnologias que foram alcançadas, ficou difícil falar de "Puro de Origem" sem levar alguns arranhões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Não podemos esquecer que outrora e ainda hoje provar esta "Origem Pura" é que são elas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Isto porque a questão tem que ser analisada sob diferentes óticas e diferentes contextos, pois esta expressão tem diversas conotações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sempre, a nível de seleção e entendimento dos criadores de modo geral, ela quis dizer "Pureza racial”,  origem limpa ou gado sem mistura. Ainda gado originado de locais segregados e em isolamento por longos períodos de tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Vejamos as diversas designações e situações encontradas hoje em dia e fazendo um breve esclarecimento sobre cada uma delas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;1 -&lt;strong&gt; PO&lt;/strong&gt; - Animais inscritos na Categoria "Puro de Origem" do SRGRZ da ABCZ.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O Artigo 50 parágrafo 1º reza: “Serão registrados com PO”:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A - Os produtos de acasalamentos entre animais da categoria PO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;B - Os produtos que atendam ao que determina o Parágrafo único do artigo 74 deste regulamento, ou seja, “Com exceção para a raça Cangaiam, também poderá ser inscrito no RGN da categoria PO o animal que tiver duas gerações ascendentes conhecidas dentro da categoria LA...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;C - Os produtos importados como PO, de acordo com as informações oficiais do serviço de registro genealógico do país de origem e normas complementares do MAPA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bem, vamos comentar as três possibilidades:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A - Como sabemos os animais registrados na categoria PO são descendentes dos antigos animais registrados no LF "Livro Fechado" que passou ser denominado assim após o fechamento do livro de registro por volta de 1971, conforme recomendou um fórum nacional de criadores, se não me falha a memória, ocorrido em Uberaba em 1967. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Antes do fechamento do livro, o critério para registro de animais era o enquadramento dos mesmos, por comissão de juízes ou juiz único, no padrão da raça, tal qual é feito hoje o registro de animais na categoria LA.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim se o animal era oriundo de cruzamento absorvente, mas já se enquadrava no padrão da raça, ele era registrado e chamado de "Puro de Origem".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Saliento, contudo que nem todos os animais registrados desta forma eram provenientes de cruzamentos absorventes, apenas uma minoria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tudo isso ocorreu dentro da legalidade e atendendo plenamente o regulamento aprovado pela ABCZ e MAPA, mas &lt;strong&gt;nenhuma garantia de pureza de origem.&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;B - Para registrar hoje um animal na categoria LA o critério é o mesmo acima, ou seja, o enquadramento no padrão da raça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então vejamos o que pode acontecer: Um criador toma, por exemplo, uma vaca GIR PO de ótima caracterização racial, dentro de padrão ABCZ e cruza com um touro Holandês Vermelho e Branco e produz uma excelente 1/2 sangue de cor castanha ou vermelha. Esta 1/2 é acasalada com um touro GIR PO também de excelente caracterização racial e produz uma linda fêmea 3/4 GIR - 1/4 HOLANDÊS. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pela experiência que tenho, 10% destas fêmeas com este grau de sangue já se enquadram nos padrões de registro do Gir Leiteiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=""&gt;(Padrão de registro Gir Leiteiro???? Isto porque, antes, quando um animal no curral de um criador não estava atendendo plenamente o padrão de registro, você falava pro técnico "ela é leiteira" ou “Você registrou uma pior do que essa no curral do fulano porque ela era leiteira, então porque não registrar a minha; e ele registrava. Isto se transformou entre os criadores em padrão Gir Leiteiro)”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As outras 90% das 3/4 Gir são acasaladas novamente com touro GIR PO de excelente caracterização racial e produzem fêmeas com 7/8 GIR - 1/8 HOLANDÊS, das quais 90% dão registro como Gir Leiteiro, porque atendem o que o escritor Rinaldo do Santos chamou de características fundamentais da raça: Orelhas compridas gavionadas, pelagem, presença de cupim e crânio ultraconvexo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Assim com três gerações já teríamos uma linda LA de fundação e mais duas gerações uma linda bezerra "PURA DE ORIGEM".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta receita,  inclusive, foi publicada por um técnico assessor de uma das famosas fazendas fundadoras do Gir Leiteiro com um título mais ou menos assim: "COMO FAZER GIR LEITEIRO". Isto é de conhecimento publico e acho que no meu baú de quinquilharias eu tenho um exemplar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Tudo isso foi feito e pode ainda ser feito sem ferir as leis vigentes e totalmente amparado pelo regulamento da ABCZ e MAPA, mas &lt;strong&gt;garantia de pureza,  nenhuma.&lt;/strong&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Saliento mais uma vez que apenas uma minoria de animais pode ter ocorrido desta forma e que esta não é (para o que muitos podem estar pensando) a origem do Gir Leiteiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Gir Leiteiro originou-se da capacidade de visão de valorosos criadores, que tiveram, na época, a capacidade de ver além do horizonte o potencial de produção de leite que o Gir poderia atingir e não satisfeitos com a seleção empírica que era praticada, resolveram iniciar uma seleção com bases científicas valorizando esta aptidão leiteira do gado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Buscou-se então identificar touros e vacas de alta produção. Da Índia vieram então Subud, Hindostan, Labhagauri, Naidu, Virbay, Vijaya e muitos outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No Brasil tivemos também o início da Estação de Umbuzeiro (PB) e a &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;estação Getúlio Vargas, em Uberaba (MG), ambas com seleção para leite. Também tivemos o início da Estação de Sertãozinho (SP), com seleção para corte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;C - Produtos importados como PO no país de origem, em zebuínos, só ocorreu, pelo que conheço, no Brahman, porque isto não contemplou os animais da ultima importação da Índia em 1962, que foram registrados de acordo com o regulamento antigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas, o Brahman todos nós sabemos tratar-se de uma raça feita nos Estados Unidos à base de cruzamentos de diversas raças indianas como nelore, guzerá e gir, onde se juntou também uma boa pitada de sangue europeu (Bos Taurus). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aqui os animais importados e seus descendentes podem ser registrados como PO, mas não se esqueçam, ela é: &lt;b&gt;não pura desde a origem.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;2 - &lt;strong&gt;POI&lt;/strong&gt; - PURO DE ORIGEM IMPORTADO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Designação utilizada para os animais importados em 1960/62 e seus descendentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Também usada nos filhos dos touros trazidos da Índia após 1962, os chamados "Nova Opção" desde que também filhos de vacas POI.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os animais que são tidos como POI ou que possuem esta sigla no seu nome, na realidade não fazem parte de uma categoria de registro da ABCZ e não tem amparo no regulamento do SRGRZ. É uma expressão de uso comum entre os criadores das diversas raças.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta designação foi uma jogada de marketing feita pelos criadores que participaram da importação de 1962 para valorizar seus animais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Porquê os importados antes de 1962 não são considerados POI?  Por que os animais vindos antes de 62 eram adquiridos na rua e de pequenos camponeses, não eram de fonte segura. Nesta época, os grandes e bons selecionadores eram os Marajás e só a partir de 1960 é que criadores brasileiros tiveram acesso ao gado dos Marajás. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas, todos sabem que onde tem dinheiro sempre tem espertalhão querendo ganhá-lo facilmente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com a grande valorização dos POI´s ocorreu o óbvio. Uma vaca PO paria um excelente bezerro e junto uma vaca POI paria um bezerro ruim, então se fazia a troca. Todos sabem também que muitas vacas POI pariam todos os anos, nunca falhavam e também não morriam, pois quando isso acontecia ressuscitavam lá na frente.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Isto ficou comprovado pelos resultados de DNA mitocondrial que acusaram sangue de "BOS TAURUS" em boa parte de animais Gir e Nelore POI´s examinados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mais uma vez a &lt;b&gt;pureza de origem ficou comprometida&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;3 - &lt;strong&gt;PO INDIANO&lt;/strong&gt; - PURO DE ORIGEM INDIANO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Designação de uso relativamente recente, ainda não está bem definida. É usada para diferenciar os "Novas Opções" mais recentes dos POI´s antigos. Usada também para referenciar aos animais que ainda estão na Índia sob coleta de semem ou coleta de embriões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Isto aconteceu porque houve duas levas de "Novas Opções", uma na década de &lt;st1:metricconverter productid="60 a" st="on"&gt;60 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 80 realizada por diversos criadores, dos quais destacamos os herdeiros do Celso Garcia, Torres Homem, Rubico de Carvalho, Betinho Mendes, o pessoal de Ponta Porã, etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta primeira leva trouxe grande contribuição ao Nelore com a vinda de touros como: Ashoka, Chekurupadu, Meru, Chandalluro, Bazuah, Hakan, Raja, Guru, Akbar, Ramã, Amanobrullo, etc..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Para o Gir não houve grande contribuição, mas destacamos os touros Padumano e Dilip Dadamio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A segunda leva ocorreu a partir da década de 90 até os dias de hoje e pelo que temos notícias o Gir e o Guzerá foram os maiores usuários desta leva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesta leva veio sêmen de &lt;strong&gt;Premnath, Gorak, Roopano Novo, Chandam, Nano Sudhano, Madhul, Tokaryo, Tilak,&lt;/strong&gt; todos do Gir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Estes animais foram arrebanhados na Índia pelos religiosos que agora são os grandes selecionadores e preservadores de material genético por lá. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No início de 1997 estive visitando um criador amigo que tinha uns quarenta bezerros nascidos desses touros da segunda leva. Fiquei estarrecido com o que vi. GIR PAMPA eu ainda não tinha visto e vi lá. Rabo branco, estrela e sem falar na conformação que não era boa nem na aptidão leite e nem na aptidão carne. Isto me mostrou o alto grau de miscigenação a que o Gir foi submetido na Índia após a sua independência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Recordei-me quando ainda pequeno, cortava a ponta branca do rabo de bezerros vermelhos que tinham ponta branca e quando morei no Pará, trabalhando com gado Nelore de corte observava o desempenho diferenciado dos filhos de touros Gir nas vacas Nelores  e via também um alto índice de bezerros vermelhos ou amarelos ostentando uma linda estrela na testa e um rabo mesclado de branco. Eram os sinais da miscigenação no passado e a volta dela quando fazemos cruzamento entre as raças zebuínas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em outro criador, os animais eram de orelhas muito compridas, caracterização racial só atingia o aceitável após a segunda cria, os olhos eram arrendodados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo Alexandre Barbosa da Silva, em “O Zebu na Índia e no Brasil, &lt;st1:metricconverter productid="1947”" st="on"&gt;1947”&lt;/st1:metricconverter&gt; citando Mollison, 1901 em seu trabalho para o Departamento de Agricultura de Bombaim, dizia: “A cores do Gir são características que o distinguem  e, no entanto, estas cores variam muito. ...Uma mistura mais definida de duas cores, em pequenos pontos, é a coloração mais comum da pelagem do Gir puro e dou a esta disposição de cores o nome de” speckled “que traduzimos por chumbada, chuviscada, chita ou chitada”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um renomado técnico em visita à Índia da década de 90, junto com o Dr. Rômulo, Vicentinho, Arnaldinho e outros grandes criadores, ouviu de um indiano que o Gir de lá havia perdido esta pelagem "chita ou chitada", e que esta pelagem estava sendo restabelecida através do uso de sêmen de animais brasileiros levados de volta da mesma forma como vinham os indianos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele e nós observamos que,  diferente do que foi encontrado e trazido da Índia nas grandes importações de 1920 e 1930 e também nas importações de 1960/62, a maioria do gado Gir indiano hoje é vermelho. Por isso quando em leilões entram animais vermelhos, o leiloeiro ou algum marketeiro logo grita: "È típico indiano". Isso foi por causa do avermelhamento do gado Indiano. Segundo o Hélio Lemos: "É sangue de sindi".  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As fotos e os filmes que vi da Índia de 1990 para cá, não me entusiasmaram. Os touros com algumas características indesejáveis mais ou menos como as citadas acima. As fêmeas de lá, pelo que pude observar são bem alimentadas, diferente de antes, e mesmo assim a maioria não demonstra boa produção de leite. (vide álbum no blog Gir Brasil), sem falar na caracterização racial que não agrada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Resumindo estes &lt;b&gt;puros de origem indianos&lt;/b&gt; parecem &lt;b&gt;carecer de origem&lt;/b&gt; e também de &lt;b&gt;pureza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;4 - &lt;strong&gt;PO INDICUS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt; PURO DE ORIGEM PELO DNA  MITOCONDRIAL.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esta é uma nova ferramenta da tecnologia moderna que apareceu para comprovar pureza de origem dos zebuínos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este teste mostra o DNA Mitocondrial (presente na mitocôndria da célula) do animal que é transmitido sempre pela mãe, ou seja,  aí você rastreia toda linha materna do seu animal mais de 30 trinta gerações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E é aí que muita gente está dando com os burros n'agua.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vejamos,  segundo levantamento de escritores, entrou no Brasil durante todo o período das importações mais ou menos 6.200 animais zebuínos das diversas raças. O rebanho brasileiro hoje é composto de mais ou menos 180 milhões de cabeças, dos quais aproximadamente 80% são de sangue predominante de zebuínos, ou seja, mais ou menos 144 milhões de zebuínos. O nosso desfrute, dizem que é baixo, vamos considerá-lo 20%. Assim abatemos anualmente média de 28,8 milhões de zebuínos, que nestes anos últimos 50 anos somariam mais ou menos 1,4 bilhões de zebuínos. De onde surgiu tanto gado? Lógico, dos cruzamentos absorventes do gado europeu existente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E isto como disse em outro tópico, este teste está provando com a presença de DNA Bos Taurus no gado de todo mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tivemos informações que os testes realizados em Nelore apresentaram mais de 80% com gens Bos Taurus, sendo nos nelores POI´s este percentual foi um pouco mais baixo. No Gir, também não foi diferente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Um girista que possui um gado muito caracterizado e considerado um dos melhores do país, fez o teste em todo seu rebanho ou quase todo e obteve um percentual de mais ou menos 36% de Bos Indicus e 64% com Bos Taurus. Foram examinados animais dos mais renomados criatórios, dos puristas mais extremados, tais como Zeid Sab, Renato Junqueira, Mamedi Mussi, Evaristo de Paula, Geraldo Simões,  Jorge Cordeiro e outros. Todos eles obtiverem resultado semelhante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Este teste tem alguns inconvenientes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O primeiro é que se uma fêmea 1/2 sangue for filha de touro holandês x vaca Gir Bos indicus o resultado desta mestiça será Bos Indicus, porque o seu DNA mitocondrial foi herdado da mãe, que é Indicus. Daí cada um tire suas conclusões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O outro inconveniente é que, pelo que eu pesquisei e ainda não consegui obter todas as informações, ele não separa dentro do Bos Indicus o DNA do Gir, do Nelore e do Guzerá que são as principais raças dos troncos indianos existentes no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sabemos que o Indubrasil é formado pelo Gir, Guzerá e Nelore, considerado pelos puristas mestiço. Assim seu animal Gir ou Nelore ou Guzerá com DNA Bos indicus pode ter mistura de raças Bos Indicus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo informações, esta separação das raças Bos Indicus por DNA parece ser possível, mas ainda não foram concluídos todos os estudos necessários.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Resumindo, este teste de DNA mitocondrial ainda não conseguiu provar a &lt;b&gt;"pureza racial".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=""&gt;Então o que fazer?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A meu ver, não temos muita coisa a fazer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Já que será difícil comprovarmos a pureza racial dos nossos rebanhos, prefiro trabalhar dentro dos princípios que vínhamos trabalhando, ou seja, dentro dos padrões raciais estabelecidos, pois pelo visto, foram elaborados de acordo com as observações de criadores, pesquisadores e pessoas interessadas e amantes do zebu no Brasil e na Índia por mais de séculos, pois os escritos remontam á antiguidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Rinaldo dos Santos para escrever o livro "Fundamentos Raciais do Gado Gir, 1990" entrevistou criadores de todo o país. Mediu animais de todos os criadores, pesquisou escritos antigos no Brasil e os indianos considerados sagrados, consultou os sertanejos e as crendices populares. Analisou isso tudo e classificou as características raciais do Gir em Fundamentais e Majestáticas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Recomendo este livro a quem deseja aprofundar seus conhecimentos nas características raciais do Gir e aqueles que precisam saber diferenciar as características fundamentais das majestáticas, principalmente aos Srs. Jurados de hoje em dia que vivem falando em suas justificativas de julgamentos "&lt;b&gt;Este animal tem excelente caracterização racial&lt;/b&gt;" quando na realidade ele é regular e às vezes, não preenche totalmente as fundamentais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Prefiro focar meu trabalho agora na produtividade, nunca esquecendo as características majestáticas da raça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por isso, como um dos idealizadores, defensor e participante do "Teste de Progênie GIRGOIÁS / EMBRAPA” defendo a avaliação de tipo, pois como já dizia o poeta "que me desculpem as feias, mas &lt;b&gt;beleza é fundamental&lt;/b&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;É fundamental e vale dinheiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, pois meus clientes quando entram no curral para comprar animais, eles valorizam a produção, mas dão preferência aos de bom tipo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quanto ao grupo recém formado, que se denominou “GIR LEITEIRO PURO DE ORIGEM", resta saber quais  são suas intenções e lembrar-lhes que o mercado às vezes é impiedoso quando determinadas regras são quebradas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quero finalizar dizendo &lt;b&gt;que não sou apologista do purismo anti-econômico&lt;/b&gt;, acredito que &lt;b&gt;a raça Gir é de dupla aptidão&lt;/b&gt;, mas &lt;b&gt;os animais não devem ser de dupla aptidão, &lt;/b&gt;ou seja, cada animal deve ser selecionado e direcionado para uma aptidão: leite ou corte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Conclamo os criadores que ainda não tomaram a decisão de qual aptidão selecionar, que o façam o mais rápido possível, pois o mercado não espera.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="background: white none repeat scroll 0% 50%; text-align: justify; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Assim &lt;b&gt;aboliríamos&lt;/b&gt; a expressão &lt;b&gt;GIR DUPLA APTIDÃO&lt;/b&gt; e teríamos a paz com: criadores&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;selecionando &lt;b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;GIR “CORTEIRO”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt; e &lt;span style=""&gt;GIR LEITEIRO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Um abraço a todos.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R4bBK8IZHKI/AAAAAAAAFFs/BlNTC0fcpzE/s1600-h/GILMAR+cordeiro.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 109px; height: 124px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R4bBK8IZHKI/AAAAAAAAFFs/BlNTC0fcpzE/s200/GILMAR+cordeiro.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154019217256291490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Gilmar Cordeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt; é médico veterinário,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Criador de Gir na Fazenda Iporê, em Goiânia (GO) e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Estância São Jorge, em Dores do Indaiá (MG)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:100%;" class="lg"  &gt;&lt;span style=""&gt;gilmarcordeirodesousa@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-8633562041663388153?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/8633562041663388153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=8633562041663388153' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/8633562041663388153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/8633562041663388153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/puro-de-origem-uma-questo-difcil.html' title='&quot;Puro de Origem&quot; – Uma questão difícil.'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R4bBK8IZHKI/AAAAAAAAFFs/BlNTC0fcpzE/s72-c/GILMAR+cordeiro.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-6545003033408568497</id><published>2008-01-07T06:21:00.001-08:00</published><updated>2008-01-07T06:56:11.454-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roberto Bolsanello artigo'/><title type='text'>QUAL É O TRANSMISSOR DO LEITE? III</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;b  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;O Gir é uma raça leiteira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R02qTtDaaPI/AAAAAAAADYI/HQSvqQUAtQQ/s1600-h/roberto+bolsanello+boneco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 103px; height: 147px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R02qTtDaaPI/AAAAAAAADYI/HQSvqQUAtQQ/s200/roberto+bolsanello+boneco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137950005387749618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:100%;" &gt;&lt;b style="font-family: verdana;"&gt;Guarapari (ES)&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; – Quem escreve um longo artigo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; desta vês é o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; cr&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;ador Roberto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt; Balsanello (foto), de Guarapari, no Estado do Espírito Santo. Roberto tece um longo comentário, bem fundamentado sobre o &lt;a href="http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; de José Alfredo Barreto publicado aqui em &lt;a href="http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;Girbrasil&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Prezado Zé Alfredo e outros companheiros criadores,&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Muito respeito &lt;a href="http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;suas opiniões&lt;/a&gt;, porém venho aqui tentar discordar um pouquinho de algumas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Vou colocar algumas passagens com alguns adendos para o texto muito bem escrito pelo José Alfredo Barreto. Em alguns momentos, até o que escrevi aqui estão no texto dele posteriormente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1-&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;“&lt;span style="color:black;"&gt;No cruzamento do Gir com o holandês (girolando), qual das duas raças é a transmissora de leite? O holandês concorre com o quê?... O zebu concorre com o quê?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Para se atingir resultados econômicos desejados, o bom senso indica que o caminho há muito encontrado é o cruzamento entre o gir e o holandês: espécies distintas e, se oriundas de linhagens bem trabalhadas, com certeza se obterá resultados funcionais espetaculares, não só leite, mas carne também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Demais disso, - complementando - se a heterose nada cria senão fazer ressaltar atributos funcionais, é de se concluir que quanto mais tipificadas e ou caracterizadas as duas espécies (gir/holandês), mais satisfatório há de ser o resultado.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;COMENTÁRIOS: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Tecnicamente sabemos que o holandês vai nos dar leite, persistência de lactação, melhoria reprodutiva e facilidade de ordenha principalmente. O gir vai contribuir com rusticidade (neste quesito entram vários fatores de adaptabilidade aos trópicos), e sim, aumento de sólidos no leite.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Quando o senhor diz que são espécies diferentes, é um engano, pois se fossem diferentes, os produtos seriam estéreis, na verdade são da mesma espécie, porém de sub-espécies diferentes, sendo o taurino: &lt;i style=""&gt;Bos taurus taurus &lt;/i&gt;e o Zebuíno: &lt;i style=""&gt;Bos taurus indicus&lt;/i&gt;. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Quanto a questão da heterose, acima afirmado, sou da linha de se acasalar uma genética de alta produtividade, com animais muito tipificados quanto a produção de leite do holandês, com animais de genética conhecidamente de boa produção do gir. Lembrando que, os animais muito caracterizados do holandês (vejamos a genética canadense), não tem uma boa tipificação de leite igual ao holandês americano. Uma vez que sabemos que os canadenses priorizam na maioria das vezes a beleza e padrão racial e os americanos a alta produtividade aliada a tipificação leiteira.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;2-&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;“DEPARA-SE COM O SEGUINTE QUADRO. A consangüinidade não compraz com interesses imediatos. Apura, geneticamente, tanto as qualidades quanto os defeitos, permitindo, com o seu emprego, a obtenção de linhagens; raçadores e a criação uma diversidade genética.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;COMENTÁRIOS:&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Vinha escrevendo tudo coerente, quando se chega ao ponto e escreve que a ‘consangüinidade permite a criação de uma diversidade genética’. Oras bolas, se tem consangüinidade, diminui a diversidade genética. Isso é óbvio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 18pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;3-&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;“Para se fazer uma pecuária produtiva, destinada ao pleno abastecimento, seja de leite ou de carne, não se pode abdicar da Raça Gyr e ainda, equivocadamente supor que essa raça poderá substituir outras ou ser substituída. Mas através de um gir conformado à realidade e não um gir que existe apenas em nossa imaginação, o que conseqüentemente se faz uma exarcebada exigência de seu desempenho, exigindo dele muitíssimo além de sua potencialidade. É que, por ser o Gyr dentre os zebuínos, aquele que mais dá leite, equivocadamente somos levados a situá-lo como raça leiteira, sendo que, na verdade, o Gyr é uma raça boa de leite.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;COMENTARIOS:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;No 1º parágrafo, discordo do senhor no quesito leite e carne. Gir é pra leite e ponto final, mesmo o padrão, o padrão ta começando os testes de progênie, e vai vir pra leite e com raça! O gir poderá sim substituir outras raças no futuro, talvez nos meus netos, bisnetos ou mais pra frente, é óbvio. O holandês, o jersey, tem mais de 400 anos de seleção, o Gir tem nem 1 século ainda (observando quesitos produtivos). Temos muitos anos atrás, mas que com as tecnologias, vamos correr por fora, mas vamos chegar a um patamar muito alto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;No 2º parágrafo, diz que estamos exigindo muito além da potencialidade, estive tentando achar aqui o trabalho apresentado no &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;8th International Workshop on the Biology of Lactation im Farm Animals, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;feito pelo competente Prof. João Negrão, mostrando toda bomba hormonal na hora da ordenha, e parâmetros, mostrando que o GIR tem sim potencial, porém falta a seleção, esse trabalho é muito bom!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;O Gir sim é uma raça leiteira, raça leiteira carro-chefe do Zebu. Vamos selecionar!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;O 2º texto o senhor trouxe outras afirmativas, que me permita discordar de algumas (como o mundo ia ser chato se todo mundo pensasse igual, né?)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-family:Arial;" &gt;Quando o Senhor fala que seleção só se faz com endogamia, endogamia é perigoso demais, uma vez que segundo Faria (2002)* – “ &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Para viabilizar os programas de melhoramento genético, torna-se necessário conhecer os diferentes fatores que potencialmente interferem no processo seletivo. O tamanho efetivo da população é um dos que chamam a atenção, pois seu decréscimo pode estar associado ao aumento do nível de endogamia. Isso ocorre principalmente em razão do uso intensivo de alguns poucos touros melhoradores nos rebanhos e do aumento observado da variância do número de progênies por reprodutor em gerações sucessivas. Endogamia alta implica redução da variabilidade genética, o que afeta as características relacionadas à reprodução e ao valor adaptativo dos animais, e a expectativa de se obter resposta futura à seleção.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;FARIA, F.J.C. &lt;i&gt;Estrutura genética das populações zebuínas brasileiras registradas&lt;/i&gt;. 2002. &lt;st1:metricconverter productid="177f" st="on"&gt;177f&lt;/st1:metricconverter&gt;. Tese (Doutorado &lt;st1:personname productid="em Medicina Veterin￡ria" st="on"&gt;em  Medicina Veterinária&lt;/st1:personname&gt;) – Escola de Veterinária, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Seleção de uma raça deve-se utilizar a maior variabilidade possíveis de touros para conseguir uma variabilidade genética e melhores resultados, ou seja, sim, heterose dentro de uma própria raça,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;uma vez que as linhagens (aí a importância da endogamia feita por alguns criadores, um exemplo o gado EVA iniciado por seu estimado sogro e que hoje o senhor dá continuidade). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;A endogamia é pode ser usada até 10%, acima disso, começa a aparecer efeitos deletérios pra raça (num trabalho de Cunha e colaboradores, 2006), chegaram à conclusão, que é preocupante esse índice para características de herdabilidade baixa e média, na raça nelore.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Ou seja, fazendo endogamia, vamos ter (como o senhor mesmo disse), aparecimento de características boas e ruins, ou seja, em algum ponto importante para pecuária (por exemplo, reprodução), pode ser deletério. Entendem? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Vejam este trabalho, e vão entender melhor:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0102-09352006000300015&amp;amp;lng=&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng"&gt;http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0102-09352006000300015&amp;amp;lng=&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng&lt;/a&gt;=&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Quando o senhor diz que a herdabilidade para produção de leite é baixíssima, é outro engano, sabemos que para produção de leite varia entre &lt;st1:metricconverter productid="0,15 a" st="on"&gt;0,15 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 0,24 e que para ser alta tem que ser 0,30, ou seja a herdabilidade é média, e sim, influi muito num acasalamento. Lógico que em ambientes de igual manejo, os animais sofrendo mesmas influências do ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Apesar destes poucos pontos em que discordo do senhor, o texto está muito bom e é um importante documento para a história da raça Gir. Um grande abraço ao senhor e aos demais companheiros criadores. E ao Rosimar Silva que propicia este maravilhoso espaço para divulgar nossas idéias e aprofundar o debate sobre seleção e melhoramento da raça Gir no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Roberto Ximenes Bolsanello&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Médico Veterinário – CRMV-ES 700&lt;br /&gt;Especialista em Zootecnia com ênfase &lt;st1:personname productid="em Bovinocultura Leiteira" st="on"&gt;em Bovinocultura Leiteira&lt;/st1:personname&gt; – UFLA / MG&lt;br /&gt;Mestre &lt;st1:personname productid="em Medicina Veterin￡ria" st="on"&gt;em  Medicina Veterinária&lt;/st1:personname&gt; com ênfase &lt;st1:personname productid="em Sa￺de Animal" st="on"&gt;em Saúde Animal&lt;/st1:personname&gt; – UNESP, campus de Botucatu-SP.&lt;br /&gt;Inspetor da Associação Brasileira dos Criadores de Gado Jersey – Núcleo ES&lt;br /&gt;Criador e Selecionador de Gado GIR em Guarapari (ES)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Nota do Editor:______________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R02qhtDaaQI/AAAAAAAADYQ/r_rUCfLph04/s1600-h/roberto+trabalhando.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R02qhtDaaQI/AAAAAAAADYQ/r_rUCfLph04/s320/roberto+trabalhando.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137950245905918210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;Roberto Bolsanello trabalhando duro, fazendo&lt;br /&gt;diagnóstico de gestação em fazenda de Jersey.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-6545003033408568497?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/6545003033408568497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=6545003033408568497' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6545003033408568497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/6545003033408568497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/qual-o-transmissor-do-leite-iii.html' title='QUAL É O TRANSMISSOR DO LEITE? III'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R02qTtDaaPI/AAAAAAAADYI/HQSvqQUAtQQ/s72-c/roberto+bolsanello+boneco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-216969039281826171</id><published>2008-01-07T06:11:00.000-08:00</published><updated>2008-01-07T06:47:14.362-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jose Alfredo Barreto'/><title type='text'>Artigo: QUAL É O TRANSMISSOR DO LEITE?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nIxdDaZzI/AAAAAAAADQk/IJUXqov9e_c/s1600-h/zip+eva.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nIxdDaZzI/AAAAAAAADQk/IJUXqov9e_c/s320/zip+eva.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136857601930848050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Zip Eva, típico touro da linhagem EVA, do rebanho de José Alfredo (foto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O GIR OU O HOLANDÊS?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nJadDaZ1I/AAAAAAAADQ0/f3AUsCOotrM/s1600-h/Jos%C3%A9+Alfredo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 60px; height: 111px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nJadDaZ1I/AAAAAAAADQ0/f3AUsCOotrM/s200/Jos%C3%A9+Alfredo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136858306305484626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A endogamia ou consangüinidade, dizem os zootecnistas, “é a pedra de toque de uma raça”, sendo que, através deste método seletivo, é permitido ao criador avaliar o potencial genético de seu criatório: se superiores ou inferiores.&lt;br /&gt;Se inferiores somam-se defeitos; se superiores agregam qualidades. Conclusão: “Condenar a consangüinidade é o mesmo que condenar o detetive que descobre o crime”.&lt;br /&gt;É consensual no meio do criatório de elite que a consangüinidade é um fator deletério, ou melhor, que traz consigo – digamos – problemas genéticos.&lt;br /&gt;Ora, se a endogamia indica a direção certa a se tomar, outro deveria ser o entendimento destinado à consangüinidade.&lt;br /&gt;Trata-se, portanto, de um preconceito que conduz os criadores ao equivocado entendimento de que a endogamia é um desastre. Se o selecionador descartar os animais inferiores e conservar os superiores, estará fazendo seleção.&lt;br /&gt;E assim, não utilizando animais inferiores (esta é a condicionante), a consangüinidade não só pode, mas deve ser utilizada.&lt;br /&gt;CABE QUESTIONAR: o que impõe desprezar? O método seletivo ou o animal inferior?...&lt;br /&gt;Com absoluta certeza trata-se de um preconceito que tem a sua origem instalada numa motivação de fundamento econômico, justificado em razão de o acasalamento heterozigoto proporcionar de imediato resultados funcionais bem favoráveis sem os naturais riscos de uma seleção consangüínea.&lt;br /&gt;No cruzamento do gir com o holandês (girolando), qual das duas raças é a transmissora de leite? O holandês concorre com o quê?... O zebu concorre com o quê?...&lt;br /&gt;Para se atingir resultados econômicos desejados, o bom senso indica que o caminho há muito encontrado é o cruzamento entre o gir e o holandês: espécies distintas e, se oriundas de linhagens bem trabalhadas, com certeza se obterá resultados funcionais espetaculares, não só leite, mas carne também.&lt;br /&gt;Demais disso, - complementando - se a heterose nada cria senão fazer ressaltar atributos funcionais, é de se concluir que quanto mais tipificadas e ou caracterizadas as duas espécies (gir/holandês), mais satisfatório há de ser o resultado.&lt;br /&gt;OU ESTOU – PERGUNTO – QUERENDO INVENTAR NOVAMENTE A RODA?...&lt;br /&gt;Tudo o que até agora foi exposto é no sentido de demonstrar os resultados econômicos de uma atividade que, se tivesse o concurso dos órgãos governamentais a nossa pecuária, poderia estar em patamar diverso.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nJ19DaZ2I/AAAAAAAADQ8/aqe47QtL4IU/s1600-h/EVA+2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 111px; height: 119px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nJ19DaZ2I/AAAAAAAADQ8/aqe47QtL4IU/s200/EVA+2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136858778751887202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Além da heterose, há de se agregar aos criatórios produtores de leite com características tais que, além da adaptação ao nosso clima tropical, outras deverão estar sobrevir: intervalo entre partos; lactação prolongada; a gestação não se interrompe e muito menos inibe a produção de leite, etc. e, claro, mansidão, o que só se consegue com uma seleção bem articulada e divorciada de interesses imediatos.&lt;br /&gt;Faço tais considerações, evidentemente destituídas de autoridade técnica, porquanto, sendo apenas um criador, conduzo e fundamento minhas opiniões assentadas na permanente observação de um trabalho que me fascina (o de selecionar), diante do qual às vezes tropeço; mas sempre procurando, com persistência, recolher destes tropeços experiências que me permitam errar menos.&lt;br /&gt;Diante das imensas dificuldades que a tarefa de selecionar nos reserva, mas, lado outro, obstinado a produzir um gir de verdade, é que venho “de quebra” aprendendo coisas.&lt;br /&gt;Como por exemplo, que “grau de sangue” é a mesmíssima coisa que composição genética e que apenas quantifica a proporção de genes das raças ou linhagens levadas a cruzamento, mas, de forma nenhuma, reflete a qualidade desses genes.&lt;br /&gt;Conseqüentemente por inexistir essa vinculação, o bom senso indica que a seleção há de ser por eficiência e nunca por grau de sangue.&lt;br /&gt;Daí é que, a prática mais difundida em nosso país é a do cruzamento entre a raça Holandesa, reconhecidamente a melhor raça leiteira do mundo, e, dentre os zebuínos, em especial, o Gyr.&lt;br /&gt;E PORQUE ESTA TENDÊNCIA? Em primeiro lugar porque a produção de leite e a reprodução do zebuíno, comparativamente com a holandesa, são baixíssimas; em segundo lugar porque, em compensação, o zebuíno é aquele que se adapta, e muito bem, em clima tropical, o que já não ocorre com a raça holandesa.&lt;br /&gt;A PAR DE TAIS REALIDADES, foi-me permitido assimilar e compreender que o trabalho seletivo voltado para produção leiteira, E AGORA ME REFIRO AO GYR, além das limitações impostas pela baixíssima herdabilidade que este trabalho proporciona, traz em seu rastro uma situação de correlações que fazem submergir uma potencialidade a fixar outras características, as quais desatendem ao objetivo proposto, ou seja, uma rês que seja boa de leite, ajustada ao padrão racial e, especialmente, com uma boa “carga genética”.&lt;br /&gt;Claro que algumas existem, contudo não é a regra. O que vale dizer: a transmissibilidade das características zoológicas, que são de alta herdabilidade, mas que, diante da heterozigose, essas características que são morfológicas, se estiolam, ou melhor, fogem do padrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;DAR LEITE É FÁCIL, TRANSMITIR É O PROBLEMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;AO BUSCARMOS O ACASALAMENTO entre raças puras voltadas à obtenção de uma satisfatória produção de leite, com certeza teremos de submeter a seleção do zebuíno, no caso o Gyr, direcionada a aumentar a homozigose, ou seja, viabilizar a reprodução de suas características de forma mais uniforme em conseqüência do emprego da endogamia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEPARA-SE COM O SEGUINTE QUADRO. A consangüinidade não compraz com interesses imediatos. Apura, geneticamente, tanto as qualidades quanto os defeitos, permitindo, com o seu emprego, a obtenção de linhagens; raçadores e a criação uma diversidade genética.&lt;br /&gt;Além de todos estes obstáculos - não há como se negar - é uma empreitada que está submissa a um trabalho lento – lento mesmo - que impõe a quem o assume muita determinação, perseverança, humildade e, sobretudo a incerteza de resultados financeiros favoráveis.&lt;br /&gt;Por isto mesmo é que muitos são os “selecionadores” que se deixam abater no curso da empreitada e, se amofinando, passam a adotar “atalhos” que terminam por mascarar, ou melhor, contaminar o projeto de origem no que vale um alerta: atalho não tem volta.&lt;br /&gt;Cumpre, sobretudo e principalmente, registrar. O criador que se propuser a executar um trabalho desta envergadura, há de ter em mente não só observância, mas submissão às leis da natureza e que as mudanças biológicas devem se submeter a um ritmo natural, como natural são as águas dos rios que correm para o mar.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nKC9DaZ3I/AAAAAAAADRE/r7L8Agfv--0/s1600-h/EVA+3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nKC9DaZ3I/AAAAAAAADRE/r7L8Agfv--0/s200/EVA+3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136859002090186610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Se assim o for, podemos ter a absoluta convicção e certeza de que a Raça GYR não ficará vulnerável às incertezas e inconseqüências - as mais danosas - vitimada por procedimentos calcados e baseados em dados e informações incapazes de dar uma real contribuição ao processo seletivo da raça, mas, se contrariamente o for, estar-se-á a promover uma fictícia aceleração no “melhoramento” da raça.&lt;br /&gt;Para se fazer uma pecuária produtiva, destinada ao pleno abastecimento, seja de leite ou de carne, não se pode abdicar da Raça Gyr e ainda, equivocadamente supor que essa raça poderá substituir outras ou ser substituída.&lt;br /&gt;Mas através de um gir conformado à realidade e não um gir que existe apenas em nossa imaginação, o que conseqüentemente se faz uma exarcebada exigência de seu desempenho, exigindo dele muitíssimo além de sua potencialidade.&lt;br /&gt;É que, por ser o Gyr dentre os zebuínos, aquele que mais dá leite, equivocadamente somos levados a situá-lo como raça leiteira, sendo que, na verdade, o Gyr é uma raça boa de leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;José Alfredo Barreto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Residente na cidade de Sete Lagoas (MG),&lt;br /&gt;é criador de Gir, linhagem EVA, no município de Curvelo (MG).&lt;br /&gt;É genro de Evaristo de Paula, de Curvelo (MG), criador do Gado EVA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nJLNDaZ0I/AAAAAAAADQs/m9Efk38bGto/s1600-h/EVA+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nJLNDaZ0I/AAAAAAAADQs/m9Efk38bGto/s400/EVA+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136858044312479554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Lote de novilhas EVA na fazenda Caraíba, Curvelo (MG).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gostou do artigo do José Alfredo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Aproveita e comente este artigo no link “comentários” abaixo, ou por e-mail: rosimardogir@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;a name="comments"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;h4&gt;                    2 comentários:                &lt;/h4&gt;        &lt;dl id="comments-block"&gt;&lt;dt class="comment-author anon-comment-icon" id="c8542123747047980518"&gt;             &lt;a name="c8542123747047980518"&gt;&lt;/a&gt;                            José de Castro                          disse...           &lt;/dt&gt;&lt;dd class="comment-body"&gt;                            &lt;p&gt;Concordo em parte com o artigo.&lt;br /&gt;Primeiramente, discordo da afirmação "Gir não é raça leiteira, mas boa de leite". Não fosse raça leiteira, não alcançaríamos médias reais (sem artificialismos) de 4 a 5 mil quilos de leite em lactações médias de 330 dias. Somente uma raça leiteira tem persistência de lactação. Contrariando novamente nosso companheiro Girista, quando afirma: "Dar leite é fácil, o difícil é transmitir", afirmo que "dar leite é da natureza dos mamíferos", incluindo morcegos e baleias, o difícil é "produzir leite". Aí reside a grande diferença. Produzir leite significa explorá-lo como produto comercial de forma viável e sustentável. O Gir Leiteiro faz isso. Não sem antes ter passado por um processo objetivo de seleção, lento, mas contínuo, através de várias gerações. Hoje o que vemos nos resultados publicados não é empírico, mas técnico. O próprio Teste de Progênie demonstra isso e muito mais, permite aperfeiçoar o fenótipo para produção de leite, avaliando características produtivas e não apenas conceitos de beleza.&lt;/p&gt;                        &lt;/dd&gt;&lt;dd class="comment-footer"&gt;             &lt;span class="comment-timestamp"&gt;               &lt;a href="http://girbrasil.blogspot.com/2007/11/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html#c8542123747047980518" title="comment permalink"&gt;                 27 de Novembro de 2007 08:52               &lt;/a&gt;                  &lt;span class="item-control blog-admin pid-1906540125"&gt;     &lt;a href="http://www.blogger.com/delete-comment.g?blogID=5386860534628583622&amp;amp;postID=8542123747047980518" title="Excluir comentário"&gt;       &lt;span class="delete-comment-icon"&gt; &lt;/span&gt;     &lt;/a&gt;   &lt;/span&gt;              &lt;/span&gt;           &lt;/dd&gt;&lt;dt class="comment-author anon-comment-icon" id="c8590973117229885218"&gt;             &lt;a name="c8590973117229885218"&gt;&lt;/a&gt;                            José Alfredo Barreto                          disse...           &lt;/dt&gt;&lt;dd class="comment-body"&gt;                            &lt;p&gt;Rosimar: não quero polemizar. Vou acreditar nas produções de leite afirmadas. Todavia pergunto ao prezado companheiro girista que opinou quanto às minhas considerações. Realmente somos empíricos, mas será que a técnica estaria sendo bem empregada ?... Se os testes de progênie que menciona e nos quais se escora, questiono se cumpriram religiosamente o procedimento que os torna confiáveis; porquanto, sabe-se, que o objetivo do teste de progênie é o de avaliar os méritos genéticos dos reprodutores , livres de toda e qualquer influência. Para credibilidade deste teste duas são as condições básicas: vacada e manejo uniformes. Uniformizadas e igualadas as oportunidades (vacada e manejo), você terá a medida exata para avaliar se o teste é ou não confiável. Poder-se-ia afirmar a regularidade nos testes ?... Há uniformidade na vacada ?... gyr ? Girolanda ? Holandeza ?&lt;/p&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;                          &lt;a href="http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/qual-o-transmissor-do-leite-ii.html"&gt;QUAL É O TRANSMISSOR DO LEITE? II&lt;/a&gt;                      &lt;/h3&gt;                        &lt;h3 style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Goiânia (GO) – recebi e-mail de José Alfredo Barreto, de Sete Lagoas (MG), tecendo algumas considerações acerca do seu artigo &lt;a href="http://girbrasil.blogspot.com/2007/11/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;“&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: normal;" href="http://girbrasil.blogspot.com/2007/11/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;QUAL É O TRANSMISSOR DO LEITE?&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;a href="http://girbrasil.blogspot.com/2007/11/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;”&lt;/a&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;publicado aqui no Blog Girbrasil dia 25 de novembro, domingo. Se você ainda não leu o &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: normal;" href="http://girbrasil.blogspot.com/2007/11/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;artigo&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, aproveita o estímulo e leia. Se achar que pode contribuir com essa discussão, deixa um comentário ao artigo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;h3 style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;"&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Prezado Rosimar Silva,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Parece-me que o &lt;a href="http://girbrasil.blogspot.com/2007/11/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html"&gt;meu texto&lt;/a&gt; não foi entendido ou não se quiz entender. Os questionamentos que fiz não se dirigem diretamente para o gir leiteiro, claro que indiretamente. O proposto foi, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;em primeiro lugar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, qual é a raça que mais contribui para a formação do girolando? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Em segundo lugar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, para se produzir uma vaca girolanda produtiva - produtiva mesmo - o criador que faz tal cruzamento necessariamente tem de lançar mão de um gir oriundo de uma seleção voltada a fixar características tais destinadas à formação de tal mestiço; em &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;terceiro lugar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, demonstradas as qualidades e insuficiências, tanto do holandês quanto do gir, aquele, no que se relaciona às insuficiências, questões climáticas, esse, no que diz respeito às seus desempenhos, biológicas, e, assim, juntados "os cacos" a pecuária nacional "descobriu" o girolanda; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;em quarto lugar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, que seleção só se faz com a endogamia; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;em quinto lugar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, que a heterozigose faz "explodir" aptidões funcionais (carne e leite); em &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;sexto lugar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, a baixíssima herdabilidade do leite e, por fim, o desafio que é a seleção leite; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;conquanto a baixa herdabilidade somada ao único processo seletivo capaz de construir, seja uma raça ou uma linhagem&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; dentro de uma raça, &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;é a endogamia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; e pelo que se vê os leiteiros, à unanimidade, confrontando o método (veja o convite recente da Assogir) lamentando a consangüinidade (!!!) existente ... no rebanho leiteiro”.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;dl id="comments-block"&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1187112466730509171-216969039281826171?l=girbrasilartigos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/feeds/216969039281826171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1187112466730509171&amp;postID=216969039281826171' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/216969039281826171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1187112466730509171/posts/default/216969039281826171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://girbrasilartigos.blogspot.com/2008/01/artigo-qual-o-transmissor-do-leite.html' title='Artigo: QUAL É O TRANSMISSOR DO LEITE?'/><author><name>GIRBRASIL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02513018889813614388</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://bp1.blogger.com/_OzomewcUJLw/RtOcbDxwTHI/AAAAAAAABvY/Fv3Xp-ATHSU/s1600/ROSIMAR%2B-%2BUNAI%2B1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_OzomewcUJLw/R0nIxdDaZzI/AAAAAAAADQk/IJUXqov9e_c/s72-c/zip+eva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1187112466730509171.post-2133418331831054351</id><published>2008-01-07T06:10:00.000-08:00</published><updated>2008-01-07T06:11:30.894-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Xico Graziano'/><title type='text'>ARTIGO: Leite derramado - Xico Graziano</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;                          &lt;span style="font-family: verdana; font-size: 78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: 78%;"&gt;Há males que vêm para bem. O recente escândalo da adulteração do leite vai ajudar na modificação do antigo sistema de defesa agropecuária do País. O Brasil merece trabalho melhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;                        &lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;O modelo atual é sabidamente ineficiente. Vem desde &lt;st1:metricconverter productid="1934 a" st="on"&gt;1934 a&lt;/st1:metricconverter&gt; sua conformação, com as primeiras instruções para a inspeção de carnes, leite e seus derivados. Em 1950 surge a lei básica do sistema, obrigando à inspeção sanitária o processamento alimentar. Nasce o Sistema de Inspeção Federal (SIF).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;A base do sistema é a chamada inspeção permanente, aquela exercida por médico veterinário oficial, cujo escritório funciona dentro dos laticínios e frigoríficos. O pressuposto é que, com a presença física, ali, no pátio da agroindústria, o profissional verifica, ao vivo, todo o processo. Ex
